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Equipes especiais da Polícia Militar precisaram ser acionadas e retiraram duas granadas do apartamento para detonação em local adequado. Todos os moradores do prédio precisaram ser retirados do local e 37 pessoas tiveram ferimentos leves.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Polícia Civil investiga o caso por meio de inquérito policial instaurado pelo 1º Departamento de Polícia de Campinas.
O proprietário do imóvel, um coronel reformado identificado como Virgílio Parra Dias de 69 anos, possui, segundo o Exército, registro válido como atirador, caçador e colecionador (CAC), que permite a posse e armazenagem de armas de fogo e munições. A instituição aguarda o laudo pericial para apontar se todas as armas possuíam autorização.
Parra Dias foi internado na madrugada desta terça-feira (27) após ser encontrado em uma praça do Jardim Chapadão, com um ferimento no pescoço. O coronel foi levado ao Hospital Municipal Doutor Mário Gatti e está inconsciente. O estado de saúde é estável.
A Polícia Militar apurou que Virgílio estava na casa de outro coronel do Exército. Segundo o boletim de ocorrência, ele se ausentou e foi encontrado pelo colega, sentado em um banco, com um corte no pescoço provocado por ele mesmo e muito sangue.
Além da PM, o Corpo de Bombeiros também foi acionado. Parra Dias foi atendido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Santa Tereza. Na sequência, precisou ser transferido ao Mário Gatti, onde passa por procedimentos e segue sem previsão de alta.
A Polícia Científica esteve no local e realizou perícia. Um canivete foi apreendido e o caso registrado como não criminal. Além disso, uma viatura do Exército esteve no Mário Gatti para verificar a situação de Virgílio, que é militar da reserva.
Embora não seja considerado suspeito, o coronel era procurado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos sobre a explosão do apartamento e explicar se tinha permissão para ter tantas armas. No entanto, ele não era visto desde o ocorrido.
De acordo com o coordenador regional e diretor da Defesa Civil de Campinas, Sidnei Furtado, que está acompanhando o caso, os moradores poderão retornar ao prédio assim que a Polícia Militar e o Exército concluam a remoção os escombros.
“Devido à explosão, no meio dos escombros, ainda pode haver munição. Isso requer cautela na remoção dos resíduos. Esse trabalho está sendo feito pela Polícia Militar com apoio do Exército“, explicou Sidnei.
A Semurb vai manter a interdição do primeiro pavimento do prédio. O edifício tem 31 unidades e 74 moradores.
Na noite de sábado, um apartamento no primeiro andar do edificio Fênix, na Rua Hércules Florence, pegou fogo após explosões e deixou 34 pessoas feridas. Segundo a polícia, o local pertence a um coronel reformado do Exército que armazenava pólvora e munições no imóvel.
De acordo com a polícia, o apartamento fica no primeiro andar do condomínio Fênix, na Rua Hércules Florence. Ao todo, 44 pessoas que estavam em andares superiores foram retiradas do prédio. Pela dificuldade no acesso, o Corpo de Bombeiros precisou realizar os procedimentos de resgate por rapel.
Trinta e quatro pessoas precisaram receber atendimento médico e foram encaminhadas para o Hospital Casa de Saúde e para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São José, mas nenhuma em estado grave.
O apartamento atingido pelo fogo é de um coronel reformado do Exército e guardava cerca de 3 mil munições e pólvoras.
Além disso, a polícia encontrou uma granada intacta no imóvel. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM não conseguiu concluir se o artefato estava carregado, mas levou para detonação em local seguro. Segundo a corporação, o explosivo é do modelo M36.
As explosões atingiram outros quatro apartamentos e danificaram o elevador do condomínio. Peritos do município farão a análise técnica do edifício.
Ainda não há previsão de liberação para retorno ao prédio.
De acordo com informações do Baep, o objetivo foi absorver as técnicas necessárias para atuar como equipes de resposta tática emergencial.
Os conhecimentos foram transmitidos no Centro de Treinamento Tático do Gate e abrangeram medidas iniciais de controle e condução de um incidente a serem adotadas pelos primeiros interventores, técnicas de gerenciamento de incidentes, motivação e tipologia dos possíveis causadores, comunicação tática em incidentes, formação de equipes de resposta tática emergencial e ações emergenciais, arrombamento tático, uso de arma de incapacitação neuromuscular e elastômero, técnicas de contramedidas, protocolos de rendição, entradas táticas emergenciais e combate emergencial em ambiente confinado.
O Comandante do 10° Baep, Tenente Coronel PM José Antônio Golini Junior, sempre apoiado pelo Coronel PM Rodrigo Eval Arena, Comandante Regional do CPI-9, enalteceu o preparo técnico do Gate como unidade Gestora do Conhecimento na PMESP e destacou a importância deste intercâmbio para o aprimoramento do 10º Baep.
De acordo com o comandante, agora o batalhão passa a deter estratégias importantíssimas para atuar frente a ocorrências de extrema complexidade.
O Tenente Coronel relembrou alguns exemplos de ocorrências críticas ocorridas na região com atuação ativa do batalhão:
O comandante ainda destacou que novos treinamentos, desta vez sobre negociação de crise com reféns (Gate) e busca de criminosos em área de risco (COE), já foram solicitados ao Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Bope/SP).
“Graças ao preparo constante, o 10º Baep vem se consolidando, obtendo excelentes resultados operacionais ao defender seus irmãos de farda e a população da região como um todo que pode se sentir cada vez mais segura” finalizou.
Pertencente ao Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Bope/SP), o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) é o órgão responsável pelo desenvolvimento e disseminação da doutrina em Gerenciamento de incidentes críticos na Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e referência nacional nesta atividade.
Dentre esses incidentes críticos podemos destacar as ocorrências com reféns, ocorrências envolvendo pessoas com propósitos suicidas em posse de arma de fogo ou de arma branca, ocorrências com criminosos homiziados e embarricados, ocorrências com explosivos e terrorismo.
Atualmente o Gate se divide em três companhias de polícia, sendo uma relativa ao esquadrão de bombas, outra referente ao time de negociação e “snipers” e a terceira com a equipe de intervenção tática. Todas elas, consideradas a elite da PM, atuam com objetivo de salvar vidas e fazer cumprir a Lei.
De janeiro a setembro de 2023, o Gate foi acionado 290 vezes, atendeu 89 ocorrências de pessoas com propósitos suicidas, atuou em 33 ocorrências com reféns, em 20 ocorrências de criminosos embarricados, apoiou 96 vezes as equipes regionais como primeiros interventores em eventos críticos e instruiu/palestrou para mais de 13 mil alunos de diversos locais do Brasil.
Os Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baep) surgem como suporte aos Batalhões Territoriais, os quais se deparam com os chamados incidentes críticos durante o atendimento às chamadas “190” e que agora podem contar com uma tropa que dispõe de equipamentos, mobilidade, efetivo especializado, tática, técnica e procedimentos capazes de apoiá-los como primeiros interventores nestes eventos críticos.

A área de atuação do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (10º Baep), que abrange as regiões de Piracicaba, Limeira, Rio Claro, Sumaré, São João da Boa Vista, Americana e mais 46 cidades, se encontra distante a cerca de 160 km de São Paulo (SP) e atende aproximadamente 3.2 milhões de pessoas com cerca de 7% da área do Estado.
O 10º Baep atua nas 24 horas do dia com equipes nas ruas com pelotões de alta mobilidade, autossuficientes e equalizados em meios disponíveis, sendo que 80% dos seus comandantes já são especialistas em gerenciamento de incidentes críticos com meta de atingir 90% em 2024.
Desde 2022, o 10º Baep ganhou ainda mais poder, revestido na forma de maior responsabilidade ao ser autorizado pelo Comando Geral da PMESP a atuar emergencialmente, até a chegada do Gate, caso a ocorrência evolua para um cenário mais crítico, como, por exemplo, tentativa de agressão contra terceiros ou contra os próprios policiais militares.
Em virtude disso, segundo dados internos da PMESP, atualmente cerca de 70% dos incidentes críticos se encerra com sucesso na fase de negociação, antes mesmo da chegada do Gate, o que aumenta a participação dos efetivos distribuídos pelo Estado.
Equipes da Prefeitura faziam um trabalho de limpeza e escavação do barranco quando a escavadeira encontrou o artefato. O objeto estava enterrado em uma área na Avenida Ramos, próximo ao Rio Capivari.
Eles chamaram a Polícia Militar (PM) que isolou a área e acionou o Gate. Três ruas foram bloqueadas.
De acordo com o grupo antibombas, trata-se de um artefato militar usado em blindados das Forças Armadas.
Apesar do susto, a peça estava sem carga e não oferecia riscos. Como estava em um espaço distante das casas, o Gate pode detonar o artefato no próprio local.
]]>De acordo com a Polícia Militar (PM), a corporação recebeu a denúncia via 190 por volta das 11h30. A informação era de que um explosivo havia sido deixado em frente à uma casa na Rua Coelho Neto.
Equipes da PM, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar (Gate), da capital paulista, seguiram para o endereço.
O Gate isolou a região para analisar o artefato e constatou que na caixa havia cabos de vassoura encapados com fios nas pontas.
Dois suspeitos foram detidos durante a ocorrência e segundo a PM, imagens de uma câmera de monitoramento, mostraram que um deles deixou a caixa no local.
O homem teria alegado que encontrou a caixa na rua perto de uma escola e apenas a mudou de local. No entanto, a dupla negou ter cometido qualquer crime.
A área foi liberada em segurança por volta das 17h.
]]>De acordo com informações da polícia, o caso aconteceu por volta das 22h, na Rua Armando Alves, região do Parque Gramado. No local, a PM encontrou o homem visivelmente alterado com duas garrafas de coquetel molotov, que é uma espécie de bomba caseira.
Por se tratar de uma situação crítica, outras equipes foram até o local para dar apoio a ocorrência, incluindo viaturas do Corpo de Bombeiros.
Antes da abordagem, as equipes se prepararam para uma possível intervenção, caso o suspeito acionasse os coquetéis. Logo depois, policiais da Força Tática falaram com o rapaz e o convenceram a entregar as garrafas e um galão de gasolina.

No entanto, quando a polícia disse que ia acompanhar o suspeito até um hospital, ele se irritou novamente. O homem se trancou em casa e pegou facas e barras de ferro, ameaçando atacar a polícia e a si mesmo.
Dessa vez, foi necessária a intervenção do Gate, que possui técnicas próprias para esse tipo de ocorrência.
A equipe conseguiu fazer o suspeito se entregar de forma pacífica e sem nenhum ferimento. Uma unidade de resgate o conduziu ao hospital e ele ficou sob cuidados médicos.
O local da ocorrência foi deixado em segurança.
]]>As vítimas feridas estavam dentro de um ônibus fretado da empresa Hyundai, que fica em Piracicaba (SP), na mesma rodovia onde ocorreu o ataque.
No ônibus estavam 18 passageiros e o motorista. Dois homens acabaram atingidos por estilhaços de metal do carro-forte.
Fragmentos atirados pelos explosivos também atingiram um segundo ônibus que passou pelo trecho, mas não houve feridos e ele seguiu viagem.
As vítimas sofreram ferimentos leves e foram socorridas conscientes ao Hospital Unimed de Santa Bárbara. De acordo com a Polícia Rodoviária, elas iram passar por exames e avaliações na noite desta terça-feira.
Até a última atualização desta reportagem os criminosos não haviam sido encontrados.

O ataque
O crime ocorreu no quilômetro 135 da rodovia, na altura da empresa Romi. O carro-forte foi atacado por assaltantes armados com fuzis. Os criminosos usaram três carros, entre eles Creta preto e uma SUV prata.
A quadrilha atirou contra o ônibus para bloquear a rodovia e facilitar o roubo. Em seguida, dispararam contra os vigilantes, que também revidaram os tiros.
Os vigilantes saíram do veículo ao notarem que os criminosos estavam com explosivos. Os ladrões então usaram os artefatos para abrir o carro-forte.
Os vigilantes conseguiram se abrigar em um terreno ao lado, de onde a troca de tiros continuou. Nenhum deles ficou ferido na ocorrência.
Os criminosos fugiram com pelo menos dois malotes de dinheiro e depois abandonaram dois dos carros utilizados no crime com explosivos dentro.
A polícia os encontrou em uma alça de retorno da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) localizada no quilômetro 128, sentido São Paulo (SP).
O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado para detonar os artefatos.

O comandante informou que o Helicóptero Águia da PM e batalhões de toda região foram acionados para realizar buscas pelos criminosos.
A Polícia Civil também atua no caso e isolou o local para perícia.
Veja o vídeo:
A equipe da capital paulista chegou ao local às 13h50, após ser acionada para ocorrência de uma suposta bomba. O trabalho levou duas horas para ser concluído.
Antes do Gate, viaturas de área da PM haviam sido chamadas para atender a ocorrência por volta das 7h. Os policiais acompanharam todo o trabalho.

Durante a remoção, o imóvel na Rua Daniel Moacyr Lipp e todo o quarteirão foram isolados. O material estava ao lado do relógio de água instalado do lado externo. Ninguém ficou ferido.
Os policiais do Gate, colocaram o material suspeito dentro de uma caixa e o levaram para descarte. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também foi para o local.
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Segundo a PM, vizinhos teriam escutado barulho em um imóvel e feito contato com o proprietário da casa que está sem moradia de momento, chegando e notando o cadeado estourado.
Então, suspeitando de uma invasão acionou a Polícia, que ao fazer buscas no interior da casa foi encontrado o artefato explosivo, isolando de imediato o local e acionando o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE).
Com a chegada do Grupo especial da Policia Militar, iniciaram os trabalho e recolha do artefato, sendo explodida de forma técnica e segura.

Corpo de Bombeiro fez o apoio ao policiamento na ocorrência, para ação em uma possível explosão acidental.
Polícia civil investigará o caso.
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