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O trio foi detido durante uma abordagem de veículo no bairro Vila Santana. No carro, havia um revólver com seis munições e um cartão de crédito roubado.
A PM constatou que a arma era do mesmo modelo usado em assaltos na cidade.
Os dois homens já tinham passagem pela polícia e ficaram presos. Um deles, inclusive, estava solto há apenas uma semana. Eles foram reconhecidos por vítimas e indiciados por três roubos de casas, além de porte ilegal de arma.
A gestante não tinha histórico criminal e foi liberada após prestar depoimentos.
]]>De acordo com informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), a suspeita admitiu que pretendia entregar as drogas ao companheiro.
A mulher tinha 283 micropontos da droga M4 costurados no cós da calça.
O flagrante ocorreu durante o procedimento das revistas com scanner corporal. O equipamento mostrou irregularidades na cintura da suspeita.
A gestante foi conduzida para a delegacia de plantão, onde o caso foi registrado e permaneceu à disposição da Justiça.
O detento que receberia a visitante foi isolado preventivamente para procedimento disciplinar.
]]>De acordo com apuração do Policial Padrão, a confusão aconteceu por volta das 6h30, no Hospital Unimed da Avenida Brasil.
A Polícia Militar (PM) foi ao local após solicitação e falou com as partes envolvidas.
O enfermeiro relatou que o acompanhante da gestante parou o carro longe da unidade e começou a gritar para que alguém fosse até lá. O funcionário alega que estava prestando o devido atendimento, quando o homem o chacoalhou pelos ombros e deu um soco no peito dele.
O agressor por sua vez, disse que não encontrou um lugar mais próximo da entrada para estacionar. Segundo a versão dele, mesmo chamando, os funcionários não saíram para realizar o atendimento.
Ele alega que estava muito nervoso e se desentendeu com o enfermeiro. O acompanhante admitiu ter empurrado o funcionário, mas que não tinha a intenção de ferir a vítima.
A PM encaminhou os dois envolvidos ao plantão policial e o delegado registrou um boletim por agressão e vias de fatos. Ninguém ficou detido.
]]>De acordo com informações da PM, a equipe encontrou a mulher por volta das 2h30 na Travessa São Valentin, que fica no Parque São Vicente.
Ela estava deitada na calçada com as roupas molhadas devido ao rompimento da bolsa e com fortes contrações.
Ao perceber que a criança já estava nascendo, os policiais ajudaram no parto.
A equipe envolveu o recém-nascido junto a placenta em uma toalha e monitorou os sinais vitais. Logo depois, eles levaram mãe e filho até a Santa Casa de Misericórdia.
A médica responsável pelo atendimento, informou que os dois estavam em bom estado de saúde. Eles ficaram sob cuidados médicos e passam bem.
]]>De acordo com apuração do site Policial Padrão, a gestante chamou a equipe até uma casa situada no Jardim da Paz.
A adolescente contou que foi até o hospital municipal, mas eles analisaram o caso e a liberaram. No entanto, assim que chegou em casa a bolsa rompeu.
Os policiais constataram que o bebê já estava nascendo. A equipe realizou o acompanhamento do parto ali mesmo na casa.
Tudo correu bem e logo depois uma equipe do Corpo de Bombeiros chegou.
Eles conduziram mãe e bebê ao hospital para passar pelos procedimentos de rotina.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, por volta das 2h30, os pais solicitaram ajuda da PM até a região do bairro Santa Cruz. O pai da criança aguardou a equipe no Trevo do Bali e depois indicou onde ficava sua residência.
A casa fica em uma área rural de difícil acesso e a família não tinha meios para se deslocar até o hospital.
Os policiais encontraram a gestante já em trabalho de parto e auxiliaram no acolhimento da recém-nascida. A equipe precisou desenrolar o cordão umbilical das pernas da bebê, mas ela estava respirando normalmente e com sinais vitais.
Uma ambulância chegou logo em seguida e encaminhou mãe e recém-nascida para o Hospital Municipal.
A menina recebeu o nome de Ágata. Mãe e criança passam bem.
]]>Segundo informações cedidas ao Policial Padrão, a mulher, que está grávida, foi até a unidade levar o filho em uma consulta médica no neuropediatra. Em determinado momento, o profissional teria dito para ela tirar a máscara e a elogiou. Depois de realizar a consulta, o médico continuou a investir perguntando se a mulher era solteira e sobre o casamento e vida pessoal dela. Além disso, ele elogiou o corpo e a beleza da vítima e ainda tentou tocar na barriga dela.
Assustada, a vítima chegou em casa e contou ao marido. O homem foi até o local conversar com o médico e após tirar satisfação, chamou a Guarda Municipal. Os agentes chegaram no local e após tomarem conhecimento, deram voz de prisão ao médico por importunação sexual. O médico foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Artur Nogueira e depois foi encaminhado para fazer exame no IML. Após os procedimentos legais, ele ficou à disposição da justiça e deve passar por audiência de custódia.
Se alguma vítima já passou por importunação na mesma unidade, pode denunciar entrando em contato com Delegacia de Polícia Civil de Artur Nogueira.
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