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Um dos criminosos foi até a casa da vítima com uma motocicleta e pegou o dinheiro, depois retornou e pegou mais R$ 900.
A Polícia Militar (PM) foi acionada e seguiu até a casa dos pais da mulher. Eles estavam bem, e a partir daí, os policiais constataram que foi um golpe.
O caso foi registrado na Polícia Civil e será investigado.
]]>E como toda sociedade que se adapta às tecnologias, o crime também funciona desta forma, os criminosos vão se adaptando e criando novas formas de golpe e ações para enganar você e ter benéficos financeiros, através de alguns golpes que vou descrever abaixo:
WhatsApp: um aplicativo de celular para conversas instantâneas entre pessoas e grupos, o qual é instalado e manipulado pelo detentor do aparelho celular e chip de operadora.
Neste aplicativo, os criminosos através do conhecimento do número de telefone, entram em contato com o detentor da conta para manipular a pessoa e conseguir, através da conversa via ligação, fazer com que ela repasse um código para o criminoso, o qual da acesso a sua conta de whatsapp e suas conversas.
Conseguindo que a pessoa informe o código e tendo acesso as conversas, ele começa a pedir dinheiro para os seus contatos, pessoas que conversou e que estão nos grupos que você participa.
Para Dicas de Segurança nesse aplicativo, clique aqui.
Sites de venda online: os sites de venda surgiram para facilitar a vida de quem quer vender ou comprar algo, porém estão sendo frequentemente usados para golpes, tanto nas compras quanto nas vendas.
Um exemplo disso é o golpe da OLX, que acontece na maioria das vezes com vendas de veículos. Os vendedores de boa fé anunciam o automóvel no site oficial, e aí entra o estelionatário, que se passa por um possível comprador, pedindo fotos, vídeos e até mesmo os documentos do carro.
Então, como ele se diz muito “interessado” na compra, solicita que o anúncio seja retirado do site, para que assim ele consiga publicar um anúncio falso do veículo, com valores abaixo do mercado e, através dos arquivos enviados para ele, consiga “vender” esse carro para um terceiro, ou seja, enganando duas pessoas, tanto o vendedor quanto o comprador contatado pelo estelionatário.
Veja mais nesta matéria do G1: clique aqui.
Golpes em grupos do Facebook: um golpe aplicado na rede social Facebook também muito usado por estelionatários, é quando a pessoa tem seu veículo furtado e logo em seguida, pensando em recuperar seu bem com a ajuda do coletivo, faz uma publicação nas redes sociais, com as fotos do veículo e seu telefone de contato.
Após o anúncio nas redes sociais, o estelionatário entra em contato por ligação e pede que a vítima fique a todo momento com ele no telefone, uma tática utilizada para que o dono do veículo não acione a polícia ou outra pessoa, sendo influenciado a efetuar pagamentos para devolução do bem.
Nesse golpe, os bandidos mandam fotos da internet do modelo do automóvel, convencendo a vítima de que está com o carro, pedindo um valor entre R$2 mil a R$3 mil para devolver o bem furtado, dizendo para fazer depósito em banco em contas de laranjas, sendo que a devolução é falsa.
Por fim, alguns acabam aceitando e caindo no golpe, principalmente pois geralmente não possuem seguro veicular. Por isso, é necessário contatar a polícia imediatamente.
Veja mais sobre isso clicando aqui.
Todos esses golpes são aplicados por pessoas que se aproveitam da engrenagem social para poder convencer as vítimas. Abaixo de cada explicação temos os link com dicas de segurança para que vocês possam se prevenir e entender como funcionam os golpes, para que você não seja uma vítima.
Use todas as ferramentas de privacidade e segurança dos aplicativos e sites e procure sempre ajuda da policia.
]]>No primeiro caso, um idoso se dirigiu a um caixa eletrônico de um supermercado na Avenida Cillos, efetuando um saque de R$170,00. Ao sair do local, foi abordado por um indivíduo branco de aparelhos nos dentes, que disse que ele havia deixado o caixa com a tela em aberto.
Assim, a vítima retornou ao caixa para fechamento da operação e, para isso, colocou o seu cartão na máquina. O indivíduo permaneceu ao seu lado o tempo todo.
Posteriormente, foi embora para sua casa e mais tarde percebeu que o cartão que estava portando não era o seu. Diante disso, se dirigiu a sua agência bancária e, ao imprimir seu extrato, constatou movimentações no valor de R$4.998,98 e um saque de R$400,00.
O cartão foi então deixado na agência para os procedimentos necessários.
No segundo caso, o idoso se dirigiu ao caixa eletrônico de um supermercado no bairro São Domingos e efetuou um saque. Então, foi abordado por um indivíduo que estava com um extrato nas mãos, afirmando que ele precisava atualizar sua conta para o funcionamento do caixa eletrônico, pois a máquina havia travado após o seu uso.
A vítima retornou ao caixa e, ao colocar sua mão no local indicado, percebeu que seu saldo bancário estava normal, momento em que o indivíduo começou a digitar no teclado e pediu para que colocasse novamente sua mão no local indicado, para liberar o caixa.
Acreditando que estava atualizando seus dados, a vítima seguiu as orientações. Com a operação, o caixa eletrônico expeliu um extrato, que foi rapidamente pego pelo indivíduo, que amassou o papel e jogou no lixo, indo embora rapidamente.
Posteriormente, o senhor constatou pelo extrato bancário, que havia sido realizada uma transferência no valor de R$5.000,00 para um desconhecido. A agência responsável prosseguirá com os procedimentos necessários.
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