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Já durante a noite, no bairro Sítio Paecara, policiais em patrulha se depararam com dois homens em atitude suspeita. Ao tentarem a abordagem, foram recebidos a tiros, resultando na morte dos dois criminosos, de 56 e 44 anos, após o confronto. Um terceiro suspeito conseguiu fugir. No local, foram encontrados um revólver e 12 frascos de lança-perfume. O episódio também foi encaminhado para investigação como morte decorrente de intervenção policial.
Esses eventos seguiram o lamentável assassinato do soldado Marcelo Augusto da Silva, baleado na Rodovia dos Imigrantes, em Cubatão, na madrugada de sexta-feira (26), quando retornava para casa. Silva, que atuava no 38º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano de São Paulo e participava da Operação Verão em Praia Grande, teve sua morte investigada sem que, até o momento, houvesse informações sobre o autor do crime.
A 7ª Operação Escudo, implantada em resposta ao crescente desafio de segurança na região, reforça o empenho das autoridades em garantir a ordem pública e buscar justiça para os atos contra agentes da lei. O site Policial Padrão, lamenta as perdas dos agentes de segurança demonstra nesta postagem seu apoio sobre as ações de revide e combate ao crime organizado.
]]>Imediatamente após o ocorrido, o delegado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital da cidade. Ele teve boa evolução nessas primeiras 24 horas e atualmente está em recuperação na Unidade de Terapia Intensiva.
A Polícia Federal está oferecendo todo o suporte necessário ao servidor ferido e aos seus familiares neste momento delicado.
No desenrolar da operação, a polícia deteve dois criminosos em posse de uma submetralhadora, uma pistola, dinheiro e substâncias ilícitas. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia Federal em Santos, onde foram formalmente autuados por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A Polícia Federal emitiu um comunicado condenando qualquer ato de violência direcionado a seus servidores enquanto desempenham suas funções. Além disso, se comprometeu a empreender todos os esforços necessários para esclarecer plenamente o ocorrido e garantir que os envolvidos sejam devidamente responsabilizados.
]]>“Todo atentado contra a vida e a integridade física de um de seus servidores é um ataque contra a sociedade como um todo e requer a devida resposta do estado brasileiro”
diz trecho do comunicado.

“A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”, declarou Tarcísio de Freitas.
Em relação às oito mortes em confronto registradas durante a ação, o governador ressaltou que as forças de segurança atuam para prender os criminosos e o enfrentamento é resultado da ação dos bandidos e não dos policiais.
“A polícia quer evitar o confronto de toda forma. Ninguém quer o confronto. Agora, nós temos uma polícia treinada e que segue à risca regras de engajamento. A partir do momento que a polícia é hostilizada e a autoridade policial não é respeitada, infelizmente há o confronto. A gente não quer o confronto, não deseja o confronto de jeito nenhum. Tanto é que nós tivemos dez prisões”
afirmou o governador em entrevista coletiva.
A entrevista também reuniu o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o delegado geral da Polícia Civil, Artur Dian, e o comandante geral da PM, Cássio Araújo de Freitas. Com efetivo de mais de 600 policiais, a Operação Escudo foi deflagrada logo após o assassinato do soldado Reis e terá prosseguimento mesmo após a prisão do suspeito do crime.
“Cada ocorrência é investigada. Não há ocorrência que não seja investigada. Nós temos a presença da Polícia Civil, e todas as ocorrências vão ser investigadas. A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”
reforçou o governador.
De acordo com o secretário Derrite, quatro dos oito suspeitos mortos durante confrontos com a polícia já foram identificados e todos têm antecedentes criminais. Ele também afirmou que o vídeo gravado pelo suspeito de assassinar o PM Reis foi produzido por orientação da defesa do acusado e que as circunstâncias de cada ocorrência na Operação Escudo estão sendo investigadas.
“É uma estratégia do crime organizado, inclusive, cooptar moradores e pessoas das comunidades que também são vítimas do tráfico de drogas apresentando versões. Já temos casos de inquéritos instaurados e, ao longo da investigação, chega-se à conclusão que partiu ordem do crime organizado para que a pessoa dizer que viu isso ou aquilo. E, no final das contas, é provado que não aconteceu”
disse o secretário.
Apesar das prisões, o governo informou que a Operação Escudo vai durar por, no mínimo, 30 dias. Há previsão de instalação de uma unidade da Polícia Militar em fevereiro de 2024 com aumento real de efetivo, e não remanejamento de tropas no estado.
O soldado Patrick Bastos Reis morreu na quinta-feira (27) durante uma operação na Baixada Santista, depois de ser atingido por um tiro à longa distância.
De acordo com a inteligência da polícia, o disparo que matou o soldado Reis foi feito a uma distância entre 50 e 70 metros, do alto de uma comunidade em Guarujá. Os soldados foram atacados quando faziam o patrulhamento na Vila Zilda.
A morte desencadeou uma grande operação policial no litoral nos últimos dias, depois de ter causado comoção entre os policiais. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo.
De acordo com a PM, os policiais foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos que estavam na favela Vila Zilda. Eles revidaram e, durante o confronto, os dois militares acabaram atingidos.
O soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi atingido no tórax enquanto o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foi ferido na mão. Os policiais foram socorridos ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária (PAM), mas o soldado Reis não resistiu aos ferimentos.
Os policiais faziam parte de um reforço enviado para o litoral para combater a criminalidade na região, com foco no tráfico de drogas e roubos de cargas. Guarujá viveu uma onda de violência, com roubos, arrastões e assassinatos, nos primeiros meses deste ano.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte do policial Patrick Bastos Reis nas redes sociais, por volta das 7h15 desta sexta-feira (28). De acordo com o secretário, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes. Ao todo cerda de 600 policiais participam da ação.

A Polícia Militar já prendeu dois criminosos suspeitos de envolvimento no assassinato. Um terceiro bandido foi morto em confronto com a Rota.
Os policiais alegaram que houve resistência armada e o suspeito recebeu vários tiros. Outras pessoas com possível envolvimento no ataque foram identificadas e eram procuradas no início da noite.
O secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, foi de São Paulo ao Guarujá para acompanhar a operação. Ele confirmou que foram identificados quatro envolvidos.
“Três já estão qualificados, inclusive o que atirou. Dois deles estão presos. Em um outro ponto do Guarujá, houve confronto com a Rota e um criminoso morreu. Não vamos descansar enquanto não prendermos todos”
afirmou o secretário.
Derrite informou que o autor dos disparos, já identificado, será indiciado por homicídio doloso [quando há a intenção de matar] e associação ao tráfico de drogas.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou a morte do policial da Rota e disse que a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.
Os perfis da Polícia Militar de São Paulo nas redes sociais declararam luto pela morte de Patrick Bastos Reis.
Em nota, a PM informou que o soldado ingressou na corporação em dezembro de 2017 e exerceu suas funções “com grande dedicação e zelo com o que lhe era confiado, sendo um profissional dedicado, amigo e exemplar”. O policial deixa esposa e um filho de 2 anos.
No primeiro semestre deste ano, cinco policiais militares morreram em serviço, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo. No mesmo período do ano passado, foram três ocorrências e, no ano anterior, nenhuma morte foi registrada no primeiro semestre.
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