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Conforme a Polícia Civil, foram 215 crimes registrados no primeiro mês do ano. O número representa uma queda de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando aconteceram 250 homicídios nas cidades paulistas. No mês passado houve a comunicação de 16 casos de latrocínio.
As denúncias de estupros aumentaram em um mês. Foram 1.196 casos em janeiro de 2024, o que representa uma alta de 3,4%, na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Todas as modalidades de roubo apresentaram queda no primeiro mês do ano. Os roubos de veículo caíram 29%, passando de 3.172 para 2.251 casos. Os registros de roubos em geral regrediram de 20.782 casos, em janeiro de 2023, para 17.661 ocorrências no primeiro mês deste ano, queda de 15%.
Outro crime que teve uma importante redução foi o de roubo de carga. No primeiro mês do ano passado, a polícia contabilizou 509 ocorrências, enquanto neste mês foram 400 delitos da mesma natureza, ou seja, uma redução de 21,4%. Já os roubos a banco permaneceram zerados em ambos os comparativos.
Os índices de furtos em geral apresentaram queda de 2,4%, reduzindo de 47.688, no ano passado, para 46.541 em janeiro deste ano. Assim como os furtos de veículos, que caíram de 7.716 casos para 7.665.
No acumulado dos cinco meses do ano o número também é o menor da série histórica, iniciada em 2001. Foram 1.136 homicídios em 2023 e 1.168 em 2022, queda de 2,7%.
A Polícia Civil conta com um departamento especializado na investigação de homicídios de autoria desconhecida, o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Em maio, por exemplo, equipes do DHPP realizaram operação contra uma organização criminosa que atuava na região do Grajaú, zona sul.
Após três meses de investigação, a ação teve como objetivo cumprir 31 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão. Mais de 200 policiais em mais de cem viaturas participaram.
Para mapear e diagnosticar as mortes que ocorrem no Estado a Secretaria da Segurança Pública criou no começo do ano o Sistema de Informação e Prevenção de Crimes Contra a Vida (SPVida), que disponibiliza os casos no formato em mapa e pelos boletins de ocorrência, possibilitando também que a população faça uma auditoria no que está sendo publicado, ampliando a transparência.
]]>O show ocorria em um espaço próximo à Rodovia Margarida da Graças Martins (SP-135), no distrito Unileste. Conforme informações da polícia, uma briga teria ocorrido por volta da 1h30, durante a apresentação da dupla Hugo e Guilherme. Em meio ao tumulto, tiros atingiram Leonardo Victor Cardozo, de 25 anos, e Heloise Magalhães Capatto, de 23, que morreram no local. Na ocasião, também ficaram feridas mais três pessoas de 20, 21 e 27 anos de idade.
As investigações da Polícia Civil identificaram que o autor dos disparos foi um policial de 25 anos. O caso foi esclarecido e o autor do crime teve sua prisão temporária decretada no dia 22 de novembro de 2022.
A investigação prosseguiu com oitivas de testemunhas, vítimas e perícias, sendo concluída nesta quinta-feira (12), com prisão preventiva representada ao Poder Judiciário e ao Ministério Público.
]]>Após o crime, a polícia passou a monitorar o suspeito – um caminhoneiro de 40 anos de idade, morador do bairro Bela Vista, em Conchal. Ele foi para o Estado do Rio de Janeiro após o crime e, nesta terça-feira (10), foi preso na cidade de Mogi Guaçu (SP), enquanto retornava.
Ele foi conduzido até a delegacia de Mogi Guaçu, porém preferiu se manter em silêncio e negou ter cometido o crime. Ele segue preso.
O crime ocorreu na madrugada de 26 de dezembro de 2022, em uma lanchonete da Avenida João Paulo II, no bairro Parque Industrial, em Conchal (SP). As vítimas, dois masculinos de 22 e 35 anos, morreram após serem alvejadas na cabeça.
]]>Também foram contabilizadas quedas de furtos em geral e de veículos, enquanto os roubos a banco e as extorsões mediante sequestro permaneceram zerados. A análise leva em consideração os dados desse ano, em comparação com 2019, período pré-pandemia e que tem um cenário semelhante ao atual.
Em abril, os casos e vítimas de homicídios tiveram redução de 7 e 8 casos, respectivamente. A quantidade de boletins passou de 23, em abril de 2019, para 16, no mesmo mês deste ano. O número de vítimas caiu de 24 para 16. Nas duas situações os totais são os segundos menores da série histórica, iniciada em 2001, sem contar os anos de 2020 e 2021, que tiveram movimentação atípica, abaixo do normal, por causa das restrições de circulação na pandemia.
A tendência de queda se estendeu aos roubos em geral, já que o número passou de 1.020, em abril de 2019, para 863 ocorrências registraras no quarto mês deste ano. Os roubos de veículos caíram de 305 para 265 registros. Os dois índices foram os menores da série histórica, sem contar os anos de 2020 e 2021.
Em abril deste ano, foram registrados 3.203 casos de furtos em geral, queda de 4,2% quando comparado com igual mês de 2019, que teve 3.068 ocorrências. Já os furtos de veículos recuaram 32,9%, em comparação com igual mês de 2019. O indicador passou de 587 para 394 registros – o menor total da série histórica, sem contar o ano de 2020.
Em relação aos quatro primeiros meses do ano, os casos de estupros tiveram aumento de 5,6%, com 5 ocorrências a mais. A quantidade passou de 89, número registado nos primeiros quatro meses de 2019, para 94 registros, número registrado no mesmo período de 2022.
O número de vítimas e de casos de latrocínio tiveram acréscimo de um registro igualmente, somando dois boletins, com duas vítimas em abril deste ano. Em contrapartida, no quadrimestre, os dois indicadores permaneceram estáveis. Até abril de 2019 foram registrados três casos, contabilizando três vítimas. O número permaneceu inalterado no mesmo período deste ano.
Produtividade
O trabalho das polícias em abril deste ano resultou na prisão de 946 pessoas na região de Campinas, além da apreensão de 78 armas de fogo. Também foram registrados 259 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
Já no quadrimestre, foram presas 3.855 pessoas e apreendidas 315 armas de fogo na região, que também contabilizou 1.072 flagrantes por tráfico de drogas.
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No mês passado foram registrados seis casos e duas vítimas a menos de mortes intencionais, se comparado a abril de 2020. O primeiro indicador passou de 21 para 15 e o segundo de 21 para 19. A quantidade de boletins é a segunda menor da série histórica, iniciada em 2001.


Não foram contabilizadas ocorrências e vítimas de roubos seguidos de morte no período. No quarto mês do ano anterior houve um boletim com uma vítima.
Em contrapartida, os estupros subiram 38,5%, com o acréscimo de 20 registros. Em abril do ano passado foram contabilizados 52 boletins desta natureza.
Outros indicadores
Os roubos de cargas recuaram 9,5% no mês passado, em comparação com abril de 2020. A quantidade passou de 42 para 38.
Pela quarta vez consecutiva, no período, a região não registrou ocorrências de roubos a bancos. Semelhante ocorreu com o indicador de extorsões mediante sequestro, que permanece zerado desde 2019.
No mês passado, houve 755 boletins a mais de furtos em geral e um acréscimo de 102 casos de furtos de veículo, se comparado a abril de 2020. Da mesma forma, os roubos em geral cresceram 12,2% e o de veículos, 29,6%.
Produtividade
O trabalho das polícias paulistas em abril, na região de Campinas, resultou em 956 prisões e na apreensão de 104 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 305 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
ESTADO
O Estado de São Paulo terminou o mês de abril com redução nos casos e vítimas de homicídios dolosos e no indicador de extorsões mediante sequestro. Pela primeira vez na série histórica, no período, não foram registradas ocorrências de roubo a banco.
Os casos de mortes intencionais recuaram 18,9% no quarto mês do ano, se comparado a abril de 2020. A quantidade passou de 264 para 214 – 50 a menos. No número de vítimas a queda foi de 16,2%, passando de 272 para 228 – 44 a menos. Em ambas as situações os resultados são os menores da série histórica, iniciada em 2001.

Com isso, as taxas dos últimos 12 meses (de maio de 2020 a abril de 2021) ficaram em 6,31 ocorrências e 6,65 vítimas de homicídios dolosos para cada grupo de 100 mil habitantes.
Em contrapartida, os indicadores de casos e vítimas de latrocínios tiveram alta de um registro. Ambos passaram de 12 para 13.
Os estupros também cresceram no período. A quantidade passou de 661 para 915.
Outros indicadores
Em abril, não foram registradas ocorrências de extorsões mediante sequestro no território paulista. No quarto mês do ano passado, foram contabilizados dois boletins dessa natureza.
Pela primeira vez, desde 2001, não houve casos de roubo a banco no Estado, no período. Em abril de 2020, uma ocorrência foi registrada.

Diferente ocorreu com os furtos em geral e de veículos. O primeiro passou de 20.797 casos em abril de 2020 para 32.479 em igual mês deste ano, e o segundo subiu de 3.946 para 5.982. No período também houve 99 ocorrências a mais de roubos de cargas, 2.254 a mais de roubos em geral e 120 a mais de roubos de veículos.
Produtividade
O trabalho das polícias paulistas, em abril, no Estado, resultou em 12.133 prisões e na apreensão de 933 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 3.708 flagrantes por tráfico de entorpecentes
Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública
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