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As ações ocorrem no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.
Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Apura-se que a quantia dos danos causados ao patrimônio público possa chegar à cifra de R$ 40 milhões.
O empresário detido em Campinas é Diogo Arthur Galvão. Ele foi preso preventivamente pela PF num imóvel do bairro de Cambuí. Ele é o terceiro alvo da polícia nesta 25ª etapa da Operação Lesa Pátria, investigado por suspeita de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
O preso, de 36 anos de idade, aparece como proprietário de uma empresa de comércio varejista de madeiras e artefatos em Campinas. A PF tem vídeos onde ele faz convocação para os atos de 8 de janeiro.
Além disso, há gravações onde ele realiza transmissão ao vivo da manifestação em Brasília, incluindo fotografias pessoais dentro dos prédios invadidos. Sua defesa ainda não foi localizada.
Não é a primeira vez que Galvão é preso na Operação Lesa Pátria por envolvimento nos atos antidemocráticos. Em setembro do ano passado foi um dos três brasileiros presos no Paraguai e trazidos de volta ao Brasil.
Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
As investigações continuam em curso, e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais cumpridos e pessoas capturadas.
A identidade do detido não foi divulgada. De acordo com o ministério, ele já foi condenado por roubo e participação em organização criminosa e tinha um mandado de prisão em aberto.
A Ficco/AC é um grupo de trabalho permanente, composto por representantes das polícias Federal (PF), Rodoviária Federal (PRF) e Penal, além das polícias Militar e Civil do Acre. Entre as atribuições do grupo está o compartilhamento de informações e a realização de operações conjuntas de enfrentamento às organizações criminosas
Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que policiais chegaram até o homem preso esta manhã enquanto investigavam a fuga de seu irmão do presídio de segurança máxima. Ele foi detido em sua residência, sem oferecer resistência.
Os dois fugitivos da penitenciária federal, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento, são naturais do Acre. Investigações preliminares indicam que os dois usaram ferramentas que encontraram largadas dentro do presídio para abrir o buraco por onde fugiram de suas celas individuais, no último dia 14.
A unidade estava passando por uma reforma interna e os equipamentos não foram guardados adequadamente, facilitando o acesso dos detentos.
Um processo administrativo e um inquérito da Polícia Federal foram instaurados para apurar as circunstâncias e responsabilidades pela fuga.
Na quarta-feira (21), a PF prendeu três pessoas, entre elas um suspeito de ajudar Mendonça e Nascimento, e cumpriu a nove mandados judiciais de busca e apreensão em busca de provas que ajudem as autoridades a esclarecer os fatos. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Mossoró, Quixeré (CE) e Aquiraz (CE), distante mais de 200 quilômetros da Penitenciária Federal em Mossoró.
Os cerca de 500 policiais federais, rodoviários federais e militares do Rio Grande do Norte e do Ceará empenhados nas buscas ganham, a partir de hoje, o reforço de 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública. Os primeiros 58 agentes da tropa federativa chegaram a Mossoró, no oeste potiguar, na madrugada desta sexta-feira (23).
Os primeiros 58 dos 111 agentes da Força Nacional de Segurança Pública autorizados a ajudar nas buscas aos dois detentos que escaparam da Penitenciária Federal em Mossoró (RN) chegaram à cidade do oeste potiguar, a meio caminho entre Natal (RN) e Fortaleza (CE), na madrugada desta sexta-feira. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, os outros 53 agentes devem chegar à cidade ainda hoje.
De acordo com a polícia, o estabelecimento investigado fica na Avenida Raposo Tavares. Além do comércio, a equipe conseguiu um mandado de busca e apreensão para o endereço residencial do proprietário.
A abordagem aconteceu por volta das 9h. Na casa do investigado, a polícia encontrou um tijolo de maconha e um pedaço da mesma droga, cerca de R$ 2,5 mil e duas balanças de precisão.
Além disso, com apoio do Canil da Guarda Civil Municipal (GCM), eles localizaram um saquinho com maconha esfarelada na área externa.
Diante das evidências, o morador recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de tráfico, ficando detido à disposição da Justiça.
Segundo informações, o Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 9h10 e, ao chegar ao local, foram constatadas cinco mortes, incluindo uma criança de apenas quatro anos.
O monomotor pertencia a um empresário residente na cidade de Monte Alto, que era um dos ocupantes e faleceu no acidente. O avião estava devidamente registrado na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
As investigações serão conduzidas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão vinculado à Força Aérea Brasileira, desempenhando um papel importante na investigação das causas do acidente com o intuito de prevenir futuros incidentes.
Quanto à investigação para a possível responsabilização pelo ocorrido, ficará a cargo da Polícia Civil. As demais identidades das vítimas não foram divulgadas, e ainda não se sabe se as cinco vítimas estavam a bordo do monomotor ou se, com a queda, alguém foi atingido ao solo.
Segundo apurado, o avião era um monomotor RV-10, de prefixo PT-ZVL, fabricado em 2012 e com capacidade para o piloto mais três passageiros.
]]>Os veículos são modelos SUV e a polícia deve tentar rastrear o percurso realizado pelos automóveis para tentar mais informações sobre os criminosos.

Após atirarem contra os vigilantes e atingirem um caminhoneiro, os criminosos pegaram malotes com R$ 2 milhões que eram transportados, atearam fogo no carro-forte e fugiram. Ninguém foi preso até o momento.

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) está investigando o caso e suspeita que a quadrilha seja especializada neste tipo de ação. Além disso, a apuração avalia se houve vazamento de informações, já que a empresa foi alvo de um ataque semelhante na mesma região em maio.
O crime aconteceu por volta de 19h de terça-feira (15), na altura do km 125 do sentido capital da Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), próximo a um posto de combustíveis em Santa Bárbara.
A quadrilha emparelhou com o carro-forte e atirou usando armamento era de grosso calibre. Cinco pessoas ficaram feridas e os bandidos fugiram levando cerca de R$ 2 milhões, além de atearem fogo no veículo.
]]>Após investigações, a equipe acompanhou um dos suspeitos e flagrou o momento em que ele retirava uma caixa do porta-malas de um transporte por aplicativo. Na caixa, havia um tipo de esteroide usado para tratamento de anemia severa.
Diante dos fatos, a polícia apreendeu o celular do investigado e apresentou o caso no 2º Distrito Policial de Campinas. Ele vai responder por crime contra a saúde pública.
]]>De acordo com a nota da Polícia Federal, os mandados foram expedidos pelo STF em dois endereços localizados na cidade de Santa Bárbara d’Oeste (SP). Os mandados são cumpridos no âmbito da investigação que apura os crimes de injúria, perseguição e desacato praticados contra o ministro na sexta-feira (14), em Roma.
As buscas foram feitas na residência do empresário Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andrea Mantovan. O empresário Alex Zanatta também é alvo de buscas.
O caso de agressão contra o ministro e sua família foi divulgado no último fim de semana pela imprensa. Segundo as reportagens, o grupo teria chamado o ministro de “bandido e comunista”. Ao questionar os insultos, o filho do ministro foi agredido por um dos acusados. Moraes estava na Itália para participar de uma palestra na Universidade de Siena.
Desde então, a Polícia Federal tem ouvido depoimentos para investigar o caso. No domingo (16), Alex Zanatta prestou depoimento e negou ter proferido ofensas ao ministro.
Nesta terça-feira, a Polícia Federal em Piracicaba ouviu depoimentos do empresário e de sua esposa Andreia Munarão, que também estão envolvidos no episódio. A Polícia Federal não deu informações sobre os depoimentos.
Em entrevista a jornalistas que aguardavam por informações do lado de fora do prédio da Polícia Federal sobre os depoimentos, o advogado Ralph Tórtima, que defende o casal, disse que Mantovani negou ter havido um empurrão.
“Em um depoimento realmente muito esclarecedor, o senhor Roberto [Mantovani] deixou claro que jamais proferiu, em momento algum, qualquer ofensa direcionada ao ministro. Ele reconheceu que houve um entrevero com um jovem que estava no local e que este jovem, ele sequer sabia quem era. Somente quando desembarcaram [no Brasil] e foram abordados pela Polícia Federal no aeroporto é que tomaram conhecimento que se tratava de um filho do ministro”, disse o advogado.
“Ele nega ter havido um empurrão. Ele diz que, em razão de ofensas que eram proferidas à sua esposa, ele afastou essa pessoa [filho de Moraes], que ele sequer sabia quem era. Mas era uma pessoa que fazia ofensas bastantes pesadas, muito desrespeitosas, à sua mulher”, disse o advogado.
Após o episódio, a defesa do casal Mantovani negou qualquer agressão ao ministro. “Roberto Mantovani Filho e sua esposa lamentam, sinceramente, todo o acontecido, estando convictos da existência de equívoco interpretativo em torno dos fatos. Esclarecem que as ofensas atribuídas como se fossem de Andréa ao ministro Alexandre de Moraes foram, provavelmente, proferidas por outra pessoa, não por ela”, declarou a defesa.
Em nota enviada à imprensa, já à noite, a defesa acrescentou que o casal e o filho reiteram estarem seguros de que as imagens do aeroporto evidenciarão o que disseram no depoimento, “especialmente a mais absoluta inexistência de qualquer ato que pudesse, sequer levemente, atingir a imagem pública do Ministro Alexandre de Moraes”.
Com informações da Agência Brasil
]]>De acordo com informações da prefeitura, os casos têm acontecido em uma área verde situada no final da Rua Ângelo Príncipe Padela, no Parque Fabrício.
Após orientação do Setor de Zoonoses, uma moradora registrou a ocorrência junto à Polícia Civil, para que o provável crime seja devidamente investigado e os responsáveis, identificados e encaminhados para a Justiça.
Há cerca de duas semanas, uma equipe de Zoonoses esteve no local, a pedido de moradores próximos, e localizou um gato adulto com sintomas de envenenamento.
Com apoio da Associação Amigos dos Animais de Nova Odessa (AAANO), o animal foi encaminhado para uma clínica veterinária local, onde recebeu tratamento.
No entanto, segundo os moradores, outros seis ou sete animais já teriam morrido nas proximidades recentemente, com os mesmos sintomas.
A Polícia Civil solicita que se alguém tiver informações sobre quem seria o responsável, com provas, filmagens ou testemunhas da ação do criminoso, pode procurar a delegacia de Nova Odessa com garantia de sigilo.
]]>De acordo com a Polícia Civil (PC), após investigações sobre o comércio de drogas
na região de Campinas, os policiais da Dise conseguiram informações de um veículo GM Prisma que seria utilizado na entrega de drogas a granel em diversos pontos da cidade.
Com as características do veículo, as equipes realizaram diligências em Hortolândia, onde o veículo está registrado.
A partir desse trabalho, os policiais conseguiram encontrar o carro e passaram a realizar o acompanhamento do veículo pela cidade.
Logo depois, a abordagem foi feita e no banco traseiro do veiculo, a polícia encontrou quatro fardos com diversos tabletes de maconha, pesando aproximadamente 50 quilos.
O criminoso recebeu voz de prisão e os investigadores o conduziram até à sede da DEIC em Campinas, onde o abordado permaneceu preso.
As investigações prosseguem para identificar mais traficantes que estão agindo na cidade.
De acordo com o boletim de ocorrência, a menina estava em um grupo de WhatsApp com uma jovem de 24 anos e um homem de 49. Nele, a adolescente recebeu a oferta de presentes como lingerie e um colar, caso tivesse relações com o homem.
A mulher, ainda teria dado dinheiro para que a menina comprasse drogas em um ponto de tráfico.
O caso foi registrado na delegacia e será investigado.
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