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Na sexta-feira, por volta das 15h30, ele chegou de viagem com o caminhão e após o almoço foi até a cabine pegar os pertences. Porém, não retornou.
A esposa dele, de 67 anos, pediu ajuda a Guarda Municipal que fez buscas pelo canavial existente no local e em uma área de preservação. No entanto, não encontraram nenhum vestígio do idoso.
Um boletim de ocorrência foi registrado no sábado (4), e neste domingo (5), equipes se reuniram para dar sequência as buscas. Canis das cidades de Jundiaí e Itapira, estão dando apoio a ocorrência.

No dia do desaparecimento, Favare usava camisa polo listrada em cinza e amarelo, calça jeans e sapatos de cor caramelo.
]]>De acordo com a Guarda Municipal, responsável pela prisão, a procurada estava prestes a embarcar com destino a Rondonópolis (MT). Ela estava com um bilhete e um RG em nome de outra pessoa.
Durante o cumprimento do mandado, a procurada negou o crime, mas não resistiu à prisão. Ela foi encaminhada ao plantão do 1º Distrito Policial (DP).
O latrocínio do comerciante Sebastião Moreira Santos, de 67 anos, aconteceu no dia 21 de dezembro de 2021. Na ocasião, Tainá e um comparsa invadiram a chácara onde a vítima morava com a esposa, no bairro Vila Maria.
O casal estourou a porta da casa e revirou o imóvel em busca de dinheiro. A vítima entregou R$ 1,6 mil, mas a dupla queria mais.
Quando o comerciante disse que não tinha, o invasor efetuou seis disparos. Os tiros atingiram a barriga e uma das pernas da vítima, que não resistiu aos ferimentos.
Em maio de 2022, um homem de 23 anos já tinha sido preso em Itapira também acusado de participar do latrocínio. A mulher, no entanto, seguia foragida, com a Polícia Civil atuando em conjunto com policiais de outros estados para rastrear os passos da acusada.

O acidente aconteceu na Rua Pedro Mandatto. O motorista alegou que não percebeu a cratera e o carro capotou e parou com as quatro rodas para cima. O condutor teve apenas ferimentos leves.
De acordo com a Defesa Civil, a cratera surgiu no início da semana. Uma equipe do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) estava realizando obras e o local estava sinalizado.
A equipe teria passado pouco tempo antes do acidente e disse que a placa alertando sobre a cratera estava no lugar. No entanto, no momento do acidente o motorista disse que não havia uma nenhuma placa naquela área.
A suspeita é de que ela tenha disso furtada para ser vendida como sucata.
Um guincho removeu o carro da cratera e o Saae colocou uma nova placa de sinalização. A Guarda Municipal registrou a ocorrência.
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Segundo a Guarda Municipal, equipes da corporação, da Defesa Civil e investigadores da Polícia Civil estão no local. A primeira informação é de que a mãe admitiu que havia enterrado, e não jogado o corpo no lago. A menina estava desaparecida desde 2 de março.
O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Mogi Guaçu, informou a guarda. Após a localização do corpo, a Polícia Civil iniciou diligências na cidade e não havia retornado para a delegacia de Mogi Guaçu, que investiga o caso.
Em 24 de abril, a 1ª Vara de Itapira decretou a prisão preventiva de Jennifer Natalia Pedro, mãe da bebê, após aceitar denúncia oferecida pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsa comunicação de crime.
Jennifer confessou o crime contra a filha, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP). A confissão ocorreu no dia 20 de abril e, um dia depois, o advogado que até então atuava na defesa dela decidiu renunciar porque, segundo ele, houve “quebra de confiança” diante da confissão.
A mulher está presa desde 17 de abril, quando foi decretada a prisão temporária dela por cinco dias para que dar andamento à investigação.
Com informações do G1.
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