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Tal pedido visa, se concretizado, graças ao seu bom-senso e até mesmo à sua compaixão (= sofrer com), oferecer, de modo humanitário, uma maior sensação de conforto ao policial em serviço, pois tem de patrulhar com os vidros da viatura abertos para, no jargão interno, “sentir as ruas”, o que pode prejudicar os ouvidos com o vento frio a formar corrente. Observação semelhante vale ao policial fora da viatura exposto ao frio intenso.
Ora, tem-se como verdade que “o frio favorece a contração dos músculos e tecidos que envolvem o canal do ouvido e deixa a pele mais sensível. Essa contração é o que provoca a dor. Não se trata de otite (infecção de ouvido), apenas dor no canal auditivo. A dica é se agasalhar, usar gorro” (cf. Dráuzio Varella. In: https://drauziovarella.uol.com.br/otorrinolaringologia/5-mitos-e-verdades-sobre-dor-de-ouvido/, acesso em: 05/06/2020). No conforto, trabalha-se melhor.
Óbvio é que a referida proteção seria optativa, ou seja, ficaria a critério do policial, para uso noturno e diurno, no período de inverno e nos demais dias frios a, eventualmente, ocorrerem também em outras épocas do ano e nos quais cada um se protege como pode.
É de se indagar qual a grande razão para que, nos dias de frio rigoroso, todos possamos – e até devamos – nos agasalhar com gorro, mas os policiais militares em serviço não possam? É sumamente importante rever isso como já ocorre em alguns Estados. Importa valorizar o nobilíssimo trabalho desses homens e mulheres de farda cinza. Afinal, eles dão a própria vida, se preciso for, para salvar a de tantos cidadãos que sequer conhecem.
Este apelo vem de um religioso católico sem, é óbvio, nenhuma pretensão político-partidária. Traz apenas a preocupação de quem mantem amplo contato com a opinião pública e a ouve.
Ademais, os PMs – embora votem – não podem fazer greve nem reclamar de quase nada. Todavia, nós, que ainda vivemos num país tido por democrático, podemos – na internet, em alguns jornais ou nas igrejas, ruas, praças etc. – dizer uma palavra a favor deles. Palavra que, com a graça de Deus, chega a milhares e milhares de famílias.

Daí o nosso respeitoso pedido público ser bastante simples: Sr. Governador, permita, de modo optativo, que os policiais desejosos de usar gorro, na cor do uniforme, possam fazê-lo sem sofrer quaisquer sanções. É um ato de humanidade.
Tal pedido cabe aos fiéis católicos fazerem, uma vez que a Igreja “vivendo na história, deve estar atenta aos sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho. Comungando nas melhores aspirações dos homens e sofrendo de os ver insatisfeitos, deseja ajudá-los a alcançar o pleno desenvolvimento e, por isso, propõe-lhes o que possui como próprio: uma visão global do homem e da humanidade” (Paulo VI. Populorum Progressio, n. 13); mas não só aos católicos. Também o cabe aos irmãos das demais Igrejas, Comunidades cristãs ou não cristãs que sabem ser impossível amar a Deus sem amar o próximo (cf. 1Jo 4,20-21). Mesmo quem não é religioso poderá sentir-se apoiador desta causa simples, mas nobre, pois compartilha conosco da dignidade da natureza humana que nos é comum.
Certo de sua humanidade, atenção e empatia, assino, esperançoso de ver, em breve, aqui publicada sua resposta. Deus o ilumine sempre na sua vida e missão!
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A retomada de atividades será gradual e vai variar de acordo com o setor e com a região, dependendo da situação atual dos municípios e da decisão e avaliação dos prefeitos.
O novo programa, batizado de ‘Retomada Consciente’, prevê cinco fases de retomada que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul).

O objetivo da classificação é assegurar atendimento de saúde à população e garantir que a disseminação do coronavírus em níveis seguros para modular as ações de isolamento.
Elas levam em conta a posição de cada região em relação a critérios como a redução consistente no número de casos de Covid-19, a disponibilidade de leitos nas redes pública e privada, a adesão a protocolos de testagem e o respeito ao distanciamento social e ao uso de máscaras de proteção.

Em todos os 645 municípios, a indústria e a construção civil seguem funcionando normalmente. A interdição total de espaços públicos, teatros, cinemas e eventos que geram aglomerações – festas, shows, campeonatos etc. – permanece por tempo indeterminado. A retomada de aulas presenciais no setor de educação e o retorno da capacidade total das frotas de transportes seguem sem previsão.
Região
As cidades de Americana e Santa Bárbara d’Oeste se encaixam na segunda fase da flexibilização, onde é autorizada a abertura gradual de imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shoppings.
Isolamento
O distanciamento social ainda é a principal recomendação para conter a disseminação do coronavírus. Mesmo com a reabertura em São Paulo, há exigência do isolamento social das pessoas de grupos de risco, como maiores de 55 anos, portadores de doenças cardíacas e/ou crônicas e pacientes imunodeprimidos ou em tratamento oncológico.
De acordo com Dimas Covas, que coordena o Centro de Contingência do coronavírus e dirige o Instituto Butantan, a população ainda precisa encarar o isolamento como meta para permitir que os serviços de saúde continuem com capacidade para atender os pacientes com Covid-19 em enfermarias e UTIs.
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Com isso, a capital, que já tinha antecipado os feriados de Corpus Christi e Consciência Negra, respectivamente para quarta (20) e quinta-feira (21), agora vai ficar com um megaferiado de seis dias.
A discussão sobre o projeto teve início às 14h30 de quinta e a definição foi concluída após mais de 12 horas de discussão entre os deputados estaduais.
Ao todo, foram 47 votos sim e cinco não, totalizando 52 parlamentares que votaram na matéria.
O projeto tem como objetivo ampliar a taxa de isolamento social durante a quarentena e agora deve ser sancionado por Doria.
]]>Doria anunciou que esses serviços continuam fechados em todos os municípios do estado.

“Aqui em São Paulo, o governo ouve o Secretário da Saúde. Ainda não temos condições sanitárias seguras de autorizar a abertura de academias, salões de beleza e barbearias neste momento. Respeitamos todos os profissionais que atuam nesses segmentos, merecem todo o nosso respeito. Mas o nosso maior respeito é garantir sua vida, sua existência”, afirmou.
Ele ainda ressaltou que até o dia 31 de maio nenhuma mudança será feita na quarentena, em nenhum dos municípios. “Vamos elaborar os protocolos para a segunda etapa depois dessa quarentena.”
Para isso, de acordo com o governador, é necessário que o estado atinja taxas de isolamento de 55% – a média registrada no estado ontem foi de 47%, e na capital de 48%.
A posição do governador de São Paulo em não seguir o decreto não é isolada. Governadores de outros 17 estados e do Distrito Federal anunciaram que não vão permitir a reabertura de academias, salões de beleza e barbearias.
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Com o pedido de isolamento vertical, os manifestantes tinham como principal alvo o prefeito de São Paulo, Bruno Covas e o governador do estado, João Doria, portando inclusive caixões com as imagens dos políticos.
A fila de caminhões chegou a ter três quadras de extensão e, antes, houve carreata de vans. Havia vários adesivos com a mensagem “fora Doria”, além de reivindicações contra o novo rodízio que começou a valer nesta segunda, na capital.
Um dos seguidores do Site Policial Padrão, enviou um vídeo com a movimentação que antecedeu o encontro dos caminhoneiros. Parte do grupo se reuniu em Barueri, onde cerca de 30 caminhões aguardavam o início da manifestação.
CONFIRA O VÍDEO:
A Polícia Militar (PM) negociou para que os manifestantes deixassem o local às 15h30, quando seriam escoltados até deixar a cidade. No entanto, um grupo se recusou a dispersar, alegando que respeitar o prazo da PM seria acatar as ordens de João Doria.
Em nota, a Secretaria de Logística e Transportes do governo do estado informou que “não há restrições por parte do governo de São Paulo ao trabalho dos caminhoneiros”.
“Contudo, a Secretaria lamenta que a manifestação seja contra o isolamento social em um momento em que o novo coronavírus já matou 3.743 pessoas no estado. A manutenção da quarentena é essencial para que o sistema de saúde comporte a demanda de pacientes e não aconteçam ainda mais óbitos”, diz o texto.
Durante entrevista coletiva, o governador disse que não é contra manifestações, mas declarou que não aceita o fechamento de vias. Em protesto dez dias atrás, o prefeito de São Paulo afirmou que iria multar manifestantes que buzinassem nas imediações de hospitais.
Com informações da FolhaPress
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A prorrogação se deve ao ritmo acelerado de contágio do coronavírus e o aumento crítico no total de infectados e de mortes por Covid-19, com risco iminente de colapso no sistema de saúde.
“Como Governador de São Paulo, eu gostaria de dar uma notícia diferente, mas o cenário é desolador. Teremos que prorrogar a quarentena até o dia 31 de maio. Queremos em breve poder anunciar a retomada gradual da economia, como está previsto no Plano São Paulo”, disse Doria.
A aceleração acentuada da contaminação por coronavírus em São Paulo coincide com a queda sensível nos índices de isolamento social em todo o estado. A média paulista chegou a 47% na quinta (7), muito longe da taxa considerada ideal, de 70%, e abaixo do mínimo de 55% estipulado como nova meta pelas autoridades em saúde.

A decisão do Governo do Estado foi avalizada integralmente pelos especialistas do Centro de Contingência do coronavírus em São Paulo.
O grupo é coordenado interinamente pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas – o médico infectologista David Uip, que já teve Covid-19 e conseguiu superar a doença, se afastou novamente da coordenação por recomendação médica.
A última reunião técnica dos 16 integrantes do Centro de Contingência do coronavírus aconteceu na terça (05).
A recomendação ao Governo do Estado pela extensão da quarentena foi unânime. Nos últimos 30 dias, o avanço da doença subiu 3.300% no interior e litoral e 770% na capital.
Embora o cenário atual seja muito preocupante, um modelo matemático do Centro de Contingência aponta que o isolamento social em todo o estado de São Paulo evitou mais de 40 mil mortes desde o dia 24 de março. Porém, a alta taxa de ocupação de leitos em hospitais por Covid-19 é o principal gargalo que exige a manutenção da quarentena.
Também durante a coletiva, foi apresentado dados de um estudo realizado por pesquisadores da USP e Unicamp que indica o impacto do isolamento na diminuição de óbitos no país. Somente em São Paulo, entre os dias 8 e 21 de maio, os pesquisadores estimam quem 3.346 vidas sejam salvas.
Na região metropolitana da capital, a taxa de ocupação de leitos para pacientes de coronavírus é de 89,6% em UTI e 74,9% em enfermaria, enquanto os índices estaduais ficam em 70,5% e 51,3%, respectivamente. Para que São Paulo possa sair da quarentena sem colocar o sistema de saúde em risco, os índices de ocupação hospitalar por Covid-19 precisam ficar abaixo de 60%.
Quanto maior o tempo em que a taxa de distanciamento ficar abaixo de 55%, mais longa será a necessidade de manutenção da quarentena nos 645 municípios de São Paulo. Caso as taxas subam, a flexibilização para reabertura de atividades não essenciais poderá ser adotada a em junho.
PLANO SÃO PAULO
Os requisitos da flexibilização vão se basear em critérios técnicos que incluem, como fatores principais, a redução sustentada dos números de novos casos de Covid-19 por 14 dias e a manutenção da ocupação dos leitos de UTI em patamar inferior a 60%. As medidas são semelhantes às adotadas por países como EUA, Alemanha, Áustria e China.
A retomada total das atividades econômicas será norteada pelo Plano São Paulo, que vem sendo construído em diálogo permanente com o setor econômico.
O Estado já recebeu e analisou contribuições de mais de 150 entidades e 250 empresas, que apresentaram mais de 3 mil diretrizes e propostas. As medidas vão priorizar os setores de acordo com a vulnerabilidade econômica e empregatícia. As áreas de Transportes e Educação receberão faseamento diferenciado.
Fonte: Governo do Estado de SP
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Ele reforçou a manutenção permanente do diálogo com os setores produtivos e empresariais, mas frisou que as atuais regras da quarentena só serão alteradas de forma heterogênea a partir de 11 de maio.
“Até o dia 10 de maio, não haverá nenhuma alteração na quarentena. Os critérios daquilo que virá a partir do dia 11 serão diferenciados e de acordo com dados científicos apurados em cada cidade e pelas regiões do Estado”, afirmou Doria. “Definiremos gradualmente os protocolos para essa volta responsável e segura à normalidade econômica, mas protegendo vidas”, acrescentou.
O Governador destacou que, apesar das medidas de restrição adotadas em São Paulo desde março, 74% de toda a estrutura econômica do Estado se mantém ativa. A quarentena não atinge setores como indústria, agronegócio, construção civil, telecomunicações e energia, entre outros.
Com a interrupção dos serviços não essenciais, São Paulo está conseguindo mitigar a disseminação do coronavírus e impedir o colapso dos sistemas público e privado de saúde.
Mesmo com investimentos em novos hospitais de campanha e aumento no número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o isolamento social é a medida mais importante para reduzir o número de pessoas com Covid-19.
A evolução do contágio e a disponibilidade de leitos hospitalares serão critérios básicos para definir possíveis alterações regionalizadas e setoriais na quarentena. A partir desse mapeamento, a estratégia de reabertura poderá ser orientada de formas distintas, de acordo com o impacto da Covid-19 em diferentes regiões e da adoção de regras sanitárias rígidas em estabelecimentos com menor capacidade de fluxo de clientes.
O contato entre o Governador e empresários tem sido frequente, por meio de videoconferências que ocorrem uma ou mais vezes por semana.
As sugestões dos diferentes segmentos econômicos estão sob análise de um grupo formado pelo Vice-Governador e Secretário de Governo Rodrigo Garcia, pelo Secretário de Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, e pela Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen.
Os novos protocolos serão discutidos por uma equipe de economistas e depois apresentados a médicos e especialistas do Centro de Contingência do coronavírus, que irão aprovar ou vetar as alterações segundo estatísticas de número de doentes com Covid-19 e a capacidade de atendimento de saúde em diferentes regiões.
O plano para a economia será conduzido para evitar que a reabertura desordenada do comércio provoque uma disparada no número de casos e de mortes em decorrência da Covid-19.
A avaliação das autoridades estaduais é que, além da perda de vidas, o prejuízo econômico será muito maior se a retomada levar a uma quarentena ainda mais rígida nos próximos meses.
“De nada adianta abrir o comércio e não ter quem compre e consuma, e ainda colocando em risco os funcionários. Estabelecemos um projeto consistente, sólido e baseado na ciência. Definiremos gradualmente os protocolos para essa volta responsável e segura à normalidade econômica, mas protegendo vidas”, concluiu o Governador.
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O encontro foi marcado para às 10 h na Rua da Agricultura, em frente à loja Havan, em Santa Bárbara d’Oeste.
Os carros seguiram pela Avenida São Paulo, Avenida Carmine Feola, até o portal de entrada da cidade, na Avenida Antônio Pinto Duarte.
A Avenida Santa Bárbara teve as vias fechadas pelos condutores durante a carreata, com direito a buzinaço.
RESPOSTA AO GOVERNADOR
Nesta semana, o governador João Doria, minizou o último movimento organizado em Americana, que aconteceu na segunda-feira (13). Doria disse em coletiva que “uma carreata com duas dúzias de veículos e pessoas gritando, não parece exatamente uma representação majoritária daquelas pessoas que vivem em Americana”.
A carreata deste sábado, é descrita como uma resposta as falas do Governador.
QUARENTENA
O Governo de São Paulo ampliou, nesta sexta-feira (17), a quarentena em todo o estado até 10 de maio. O governador João Doria disse que a decisão está amparada pelo comitê médico e pelo grupo de contingência ao novo coronavírus.
Doria enfatizou que o governo estadual não toma “medidas irresponsáveis, precipitadas ou fundamentadas no achismo ou ideologias ou no que pensa o governador ou o que pensa o prefeito”.
O governador anunciou que o índice de isolamento na capital e em todo o estado caiu para 49%. Ele afirmou que a abertura do comércio se dará quando a contaminação estiver controlada e o sistema de saúde tiver condições de atender a todos.
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