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No total, as equipes cumpriram dois mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Juíza Federal Valdirene Ribeiro de Souza falcão, titular da 9ª Vara Federal em Campinas, nas cidades de Rio Claro (SP) e Taboão da Serra (SP).
Os alvos são endereços residenciais de quatro homens e duas mulheres apontados como aliciadores, fornecedores da droga, financiadores de despesas referentes às viagens e responsáveis pela lavagem do dinheiro obtido ilicitamente.
Durante a investigação, foi possível catalogar outras 12 viagens internacionais realizadas por indivíduos aliciados pelo mesmo grupo criminoso.
Além das buscas e prisões, foram determinados o sequestro de veículos e o bloqueio de contas bancárias das pessoas físicas investigadas e da pessoa jurídica, com sede na cidade de Santa Luzia, interior do estado do estado do Maranhão, utilizada para lavagem de capitais, até o limite de R$ 720 mil. A empresa tem sede neste município, mas não tem sede física no endereço.
Os investigados responderão, na medida de suas condutas, aos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 45 anos de prisão.
De acordo com a PF, os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Santa Fé do Sul (SP) em resposta a uma representação do Ministério Público Estadual.
O local do mandado fica em um condomínio na Rua das Papoulas, região do Jardim Primavera. Na residência, as equipes prenderam o investigado e apreenderam dois telefones celulares, um Fiat Strada, cinza, R$ 2.7 mil e alguns bilhetes de presídios.

A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Federal em Piracicaba (SP).
Um outro mandado de prisão preventiva também foi cumprido em um Centro de Detenção Provisória em Paulo de Faria (SP) em desfavor de um preso, que já estava sendo investigado na mesma operação.
Estas prisões são decorrentes de desdobramentos das investigações da Operação Torre Eiffel que investiga o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
As prisões aconteceram após a localização de novas provas na análise do material apreendido, bem como em depoimentos de testemunhas e investigados.
De acordo com a polícia, ao final da investigação, cujos detalhes estão sob sigilo, tanto Jair Renan quanto Maciel Alves foram formalmente acusados pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.
O relatório final da investigação foi encaminhado ao Poder Judiciário no dia 8 de fevereiro, informou a corporação. Agora, cabe ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) analisar o caso e decidir se oferece denúncia contra ambos para que se instaure um processo penal na Justiça.
Ainda no ano passado, foi realizada uma operação policial de busca e apreensão contra os acusados.
O inquérito apontava, de acordo com os investigadores, “para a existência de uma associação criminosa cuja estratégia para obter indevida vantagem econômica passa pela inserção de um terceiro, ‘testa de ferro’ ou ‘laranja’, para se ocultar o verdadeiro proprietário das empresas de fachada ou empresas ‘fantasmas’, utilizadas pelo alvo principal e seus comparsas”.
A Operação Nexum foi conduzida pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil do DF.
Com informações da Agência Brasil
As investigações que culminaram na Operação Hades começaram em março de 2021 pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil de Alagoas, em estreita colaboração com a Secretaria de Estado da Segurança Pública. Inicialmente, a atividade criminosa de quatro pessoas foi o foco, expandindo-se à medida que as investigações progrediram para revelar a complexidade e abrangência das operações das organizações, incluindo movimentações financeiras que ultrapassaram a marca de R$ 300 milhões.
Dentro do escopo do MJSP, a operação contou com o essencial suporte da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Diopi/Senasp) através do Projeto I.M.P.U.L.S.E., parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc). Este projeto busca fortalecer o combate e desmantelamento de organizações criminosas por meio de uma maior integração entre as forças policiais de todo o Brasil.
A Operação Hades representa um passo significativo no enfrentamento às redes de criminalidade que operam em múltiplas frentes, destacando a importância da cooperação interagencial e do compartilhamento de inteligência no combate ao crime organizado no país.
]]>A polícia cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na chamada “Operação Infortúnio”, que foi deflagrada pelo Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro da Deic de Campinas. Segundo a polícia, o objetivo das investigações foi desarticular uma quadrilha especializada neste tipo de jogos de azar.
O Relatório de Inteligência Financeira do COAF apontou que o grupo movimentou cerca de R$ 14 milhões em um espaço de tempo muito curto.
O delegado Luiz Fernando Oliveira, da Deic, explicou em entrevista à CBN Campinas, que há fortes indícios de lavagem de dinheiro, uma vez que toda essa movimentação não era compatível com as informações declaradas aos órgãos fiscais.
O casal investigado, de 21 e 31 anos, veio do estado do Ceará há algum tempo, sediou residência na cidade de Indaiatuba e passou, por meio das redes sociais, a divulgar esse jogo. Eles ostentavam nas redes uma vida de luxo, com carros importados, viagens internacionais e diversos imóveis.
Na operação, a polícia apreendeu aparelhos celulares, quatro veículos de luxo, eletrônicos e documentos. O material vai ser analisado pela equipe de investigação e pelo Instituto de Criminalística.
O Fortune Tiger, conhecido como o “jogo do tigrinho”, é um jogo eletrônico do tipo caça-níquel que promete ganhos em dinheiro. O jogo é considerado ilegal porque vai contra a Lei de Contravenções Penais, que considera crime os jogos de azar em que o ganho ou a perda dependem da sorte.
]]>De acordo com a polícia, a investigação começou a partir de informações colhidas na primeira fase da operação. O trabalho resultou na expedição de três mandados de busca e apreensão pela 1ª Vara Federal de Campinas para obter novos dados sobre o destino do dinheiro roubado.
A polícia está cumprindo os mandados em endereços residenciais nas cidades de Campinas e Indaiatuba (SP).
Na primeira fase da operação, os investigadores uma associação de pessoas que dissimularam a origem do patrimônio.
Eles usaram diversos mecanismos para a execução do crime, como compra e venda de imóveis, aquisição de veículos e a criação de uma empresa de transportes em Paulínia (SP), para circulação de recursos.
Nesta nova fase, a Polícia Federal busca provas sobre a ocultação do dinheiro do roubo por meio da aquisição de um imóvel residencial em Campinas.
Além disso, também apura o repasse de grandes quantias a dois sócios ocultos da tal empresa, que, em período subsequente ao roubo (entre julho/2019 e novembro/2021), movimentou aproximadamente R$ 10 milhões.
O principal investigado foi quem adquiriu o imóvel e depois o repassou para o nome de familiares.
Até o momento, a investigação foca em nove pessoas físicas e uma jurídica. A polícia também apura transações de aquisição de oito imóveis residenciais, vários terrenos em Furnas (MG) e veículos automotores.
Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. As penas somadas podem chegar a mais de 14 de anos de prisão.
]]>Segundo a polícia, integrantes do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 3 (Deinter 3) investigaram o caso.
Após apurações, os policiais descobriram que a empresa atuava irregularmente no mercado financeiro desde 2015. Os valores aplicados pelos investidores na empresa ultrapassam R$ 200 milhões.
Os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na casa do empresário e apreenderam armas, munições, documentos, R$ 40 mil em espécie e um veículo importado.
O empresário é investigado pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, contra a economia popular e organização criminosa. Até o momento, a polícia identificou 300 vítimas. As investigações continuam.
]]>A Guarda Civil Municipal estava em patrulhamento quando um popular parou a viatura e informou que no supermercado Atacadão dois homens e duas mulheres estariam usando o caixa eletrônico de maneira suspeita.
A equipe foi até o local e realizou a abordagem. Em busca pessoal foram localizados 13.300 reais com o grupo, além de cinco mil dólares, dez cartões de crédito de diversos bancos e cinco aparelhos celulares.
Os abordados informaram que seria depositada uma quantia de 10% do valor para ele, enquanto repassavam o restante do dinheiro para um motorista que estaria próximo dali.
O caso foi levado para o Plantão Policial. Os quatro detidos vão responder por lavagem de dinheiro.
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De acordo com corporação, a equipe composta pelos policiais argento Sedani e soldados Leser e Carmo, avistou um veículo GM Ônix, cor cinza, saindo da SP-147 e acessando a SP-348, no qual seu condutor apresentou nervosismo ao ver a viatura policial.
O motorista foi abordado e em busca pessoal nada de ilícito foi encontrado, porém ao ser questionado sobre sua origem e destino apresentou versões divergentes, aumentando ainda mais o nervosismo.
Os policiais realizaram buscas veicular e encontraram debaixo do banco do passageiro uma sacola plástica que continha a importância de R$ 19.498,00 em espécie. O motorista alegou que o dinheiro pertencia ao “patrão”, sem dar detalhes, e que era para comprar queijo em Santa Bárbara d’Oeste (SP) e que transportaria todo o queijo no porta-malas do carro.
A ocorrência foi registrada na Polícia Civil (PC), onde o abordado foi liberado após prestar depoimento e um boletim de ocorrência de averiguação de lavagem de dinheiro foi registrado.
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Os federais iniciaram a operação com dois mandados de prisão preventiva, 20 mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas de 29 pessoas físicas/jurídicas, sequestros de 15 veículos, cinco imóveis e oito aeronaves, além de suspender as atividades de seis empresas, todos ligados às investigações.
Cerca de 90 policiais federais foram escalados para a operação, a fim de cumprir todos os mandados judiciais expedidos pela 11ª Vara Criminal Especializada da Seção Judiciária de Minas Gerais, sendo divididos as ações policiais em Belo Horizonte, Lagoa Santa/MG, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP e Goiânia/GO.
As investigações tiveram início em outubro de 2020, após apreensão, no Aeroporto Internacional de Lisboa/Portugal, de um avião executivo brasileiro, que teria partido de Belo Horizonte/MG. Nele eram transportados 175 quilos de cocaína.
A Polícia Federal identificou que, para a realização do transporte da droga, havia a participação dos sócios de fato/operadores desse avião em um esquema de transporte de drogas, por meio da aviação geral (aviões privados). Foi possível ainda identificar que a organização teria utilizado “laranjas” e “fantasmas” para ocultação dos bens auferidos com a atividade criminosa.
Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, podendo cumprir até 33 anos de prisão, se condenados. Apenas com o sequestro dos veículos, das aeronaves e imóveis a Polícia Federal estima um prejuízo de aproximadamente 30 milhões de reais ao crime organizado.
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