Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the powerkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wp-graphql domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wpgraphql-acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131

Deprecated: Creation of dynamic property ElementorPro\Plugin::$updater is deprecated in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-content/plugins/elementor-pro/plugin.php on line 494

Deprecated: version_compare(): Passing null to parameter #2 ($version2) of type string is deprecated in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-content/plugins/elementor/core/experiments/manager.php on line 129

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php:6131) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
livro – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Thu, 04 Nov 2021 03:05:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png livro – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Para ser feliz nesta e na outra vida https://policial.dmxdesign.com.br/colunista/04/11/2021/para-ser-feliz-nesta-e-na-outra-vida/ Thu, 04 Nov 2021 03:05:46 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/04/11/2021/para-ser-feliz-nesta-e-na-outra-vida/ Prezado(a) leitor(a), ser feliz de verdade é bastante difícil neste mundo cheio de contradições, mas você, é certo, anseia por isso. Ora, a razão deste artigo é apontar o caminho da verdadeira felicidade para si e para os seus.

Pois bem, a Filosofia, guiada apenas pelas luzes da razão, chega, pelo raciocínio lógico, a afirmar que o ser humano foi feito para a sua plena realização; jamais para a frustração. Contudo, este mundo é cheio de frustrações (doenças, injustiças, maldades etc.).

Tem de existir, portanto, o Além para saciar esse desejo inato de vida sem fim, presente em todo homem ou mulher, independente da época, local ou cultura em que esteja inserido. Entretanto, como dizer isso se todos nos defrontaremos com a morte?

Aqui, a resposta da nossa fé católica é mais completa do que a da importante, mas limitada razão humana (campo da Filosofia). Pois bem, A , partindo da Revelação de Deus a nós, garante que “a morte não constitui o momento final da existência humana, mas apenas um ponto de passagem; a vida humana prolonga-se para além da morte e é só na fase sucessiva à atual que a nossa vida atinge a plena e definitiva realização” (Battista Mondin. Antropologia Teológica. 3ª ed. São Paulo: Paulinas, 1986, p. 372).

Mais: “com a sua morte, Jesus Cristo derrotou a nossa morte e com a sua ressurreição antecipou a nossa ressurreição. […] Depois da morte e da ressurreição de Cristo, temos uma garantia de que a morte física não marcará o fim de nossa vida e que uma existência melhor nos espera, onde também o nosso corpo sofrerá uma transformação profunda, uma real transfiguração. Só se obterá uma libertação plena e perfeita pela ressurreição gloriosa, porque ainda nos achamos atualmente ‘suspirando pela redenção do nosso corpo’ (Rm 8,232)” (idem, p. 374).

Ora, isso é muito importante, mas pouco ensinado. Infelizmente! Daí a razão de ser do nosso livro “Para ser feliz nesta e na outra vida. Brevíssimo tratado de Escatologia” (Cultor de Livros, 2021, 124 páginas). Contém ele a síntese segura do que a Igreja ensina e de como Ela ensina.

Distingue o que é de fé do que, embora importante, não ultrapassa a opinião de teólogos. Tudo isso bem fundamentado na Bíblia e na Tradição interpretadas pelo Magistério da Igreja e calçado na opinião de renomados teólogos, além de elucidativas notas de rodapé.

A divisão livro é a tradicional da Igreja ao tratar da Escatologia (parte da Teologia que estuda as últimas – novissima, no latim, e scatá, no grego – coisas da vida). Começa abordando a vida neste mundo e o sofrimento humano (I).

Passa aos acontecimentos que dizem respeito a cada pessoa em particular: a morte, o juízo após a morte, o céu, o purgatório, o inferno, o debatido limbo das crianças e a vida consciente da alma separada do corpo no além (II).

Chega aos eventos que se referem ao fim da história do universo ou ao fim dos tempos. Por conseguinte, afeta a todos os seres humanos. Aí, se estuda a ressurreição da carne, o juízo universal na segunda vinda gloriosa de Cristo e o fim do mundo (III).

Isso posto, faz-se oportuno tratar também de alguns temas complementares; com esse nome entendemos os assuntos ligados à Escatologia por uma concatenação lógica de ideias, mas que não fazem parte do tratado em si.

Aqui, abordamos a reencarnação, a evocação dos mortos e a invocação dos santos, a expressão de fé “Fora da Igreja não há salvação”, Deus, a religião e a Igreja Católica, a essência da Igreja que é, ao mesmo tempo, divina e humana, as indulgências e a existência ou não de vida em outros planetas, à luz da ciência e da fé (IV).

Em Apêndice, a famosa aposta de Blaise Pascal, filósofo francês do século XVII, com o título: “É melhor crer ou não crer?”.

Em suma, conhecer a morte – cujo medo demasiado é patológico assim como também o é (salvo casos muito especiais) não sentir temor algum dela – e o seu depois, faz com que sejamos mais confiantes e tranquilos. Isso é o que muito bem nos lembra Dom Fernando A. Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, no belo prefácio à obra.

Queira, pois lê-la e divulgá-la. Ajudará a muitas almas aflitas. Muito grato!

https://www.cultordelivros.com.br/produto/para-ser-feliz-nesta-e-na-outra-vida-brevissimo-tratado-de-escatologia-78637

]]>
Objeção de consciência: importância e atualidade https://policial.dmxdesign.com.br/vanderlei-de-lima/03/06/2021/objecao-de-consciencia-importancia-e-atualidade/ Thu, 03 Jun 2021 20:02:28 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/03/06/2021/objecao-de-consciencia-importancia-e-atualidade/ Acaba de sair nossa obra intitulada Obedecer antes a Deus que aos homens: a objeção de consciência como um direito humano fundamental. É um lançamento da Cultor de Livros e está dividido em sete capítulos distribuídos em 144 páginas.

O livro tem início definindo que “entende-se por objeção de consciência qualquer tipo de resistência à autoridade pública por motivos íntimos, ou seja, quando o cidadão julga, de modo bem fundamentado, que as determinações da autoridade são injustas e, por isso, não merecem a obediência, mas, sim, oposição. […] O recurso à objeção de consciência assegura que ninguém pode ser, legalmente, obrigado a fazer algo contra a consciência, especialmente ferindo seus valores morais e espirituais” (p. 13).

Todavia, a ditadura do relativismo, muito denunciada pelo Papa Bento XVI, quer, a todo e qualquer custo, derrubar esse direito humano básico para, definitivamente, impor: a) a agenda revolucionária destruidora da vida inocente e indefesa no ventre materno (cf. Ex 20,13), b) o fim da família alicerçada, do ponto de vista natural e sacramental, na união do homem e da mulher (cf. Gn 2,24; Mc 10,7; Ef 5,31), c) a anulação da sexualidade humana criada binária por Deus – homem e mulher (Gn 1,27) – por meio da ideologia de gênero que, a passos largos, avança em parte dos meios de comunicação e, infelizmente, nas escolas, d) a destruição da cultura religiosa das pessoas por meio da proibição de símbolos religiosos em locais públicos etc. O livro alerta sobre tudo isso e muito mais e dá os meios de conter, dentro da lei e da ordem, esses impiedosos ataques anticristãos.

O capítulo 2, reunindo e transcrevendo importantes documentos da Igreja, traz a sólida base doutrinária da objeção de consciência. Em apêndice a este capítulo, vêm dois importantes pareceres: o primeiro é do Dr. Ives Gandra Martins, renomado jurista, e trata da objeção de consciência e da sua interpretação na Constituição Federal de 1988, o segundo parecer é nosso e versa sobre objeção de consciência e transfusão de sangue num paciente que não a aceita, mas se encontra, no hospital, entre a vida e a morte.

No capítulo 3, é apresentada a lei natural moral, base da objeção de consciência, as contestações a esta lei, as respostas a tais objeções e, por fim, o modo de se portar ante as leis humanas. O capítulo 4 traz a batalha diabólica (não há, a nosso ver, outro adjetivo) contra a objeção de consciência. Dizem, numa maldade sobre-humana, que o direito à objeção de consciência tem de ser derrubado. Ora, isso ocorrendo – Deus não o permita! – resta ao cristão encurralado cometer o mal que o Estado manda ou, então, ser processado, afastado do trabalho, preso, assassinado. Não nos iludamos!

Ao chegar ao capítulo 5, escrito por sábia sugestão de Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo de Santo André (SP) e prefaciador da obra, o (a) leitor(a) se depara com aquilo que podemos chamar de “revés da Divina Providência”. Que é esse revés? – É um modo de Deus agir, em meio ao caos que parece fazer ceder o bem e triunfar o mal, despertando, em todos os tempos e lugares, pessoas opositoras desse caos.

Elas o derrotam ou, ao menos, o emperram em sua velocidade aparentemente triunfadora. O capítulo 6 expõe a doutrina da Igreja sobre a participação dos fiéis na vida política de um país. Tal participação é diferente para leigos e clérigos, mas ambos têm, ainda que um Estado se diga laico (muitas vezes, laicista), o direito de se fazerem, cada um a seu modo, ouvir. O Estado deve servir ao ser humano, não o contrário. Isso há de ser sempre relembrado.

No último capítulo, o 7, recordamos a maior desgraça que pode acometer o ser humano: o pecado. Tem aí destaque o pecado da omissão. Nas palavras do Padre Vieira, “omissão é o pecado que se faz não fazendo” (p. 131). Teremos de prestar contas das tantas vezes que o mal triunfou por negligência nossa.

Possa, pois, esta obra lançada pela Cultor de Livros atingir, com a graça divina, seus nobres objetivos. Ajude-nos a divulgá-la em seus meios. Deus o (a) recompense!

https://www.cultordelivros.com.br/produto/obedecer-antes-a-deus-que-aos-homens-78607

]]>
“Sistema de gerenciamento de incidentes e crises” https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/14/03/2021/sistema-de-gerenciamento-de-incidentes-e-crises/ Sun, 14 Mar 2021 19:28:51 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/14/03/2021/sistema-de-gerenciamento-de-incidentes-e-crises/ Eis o título de um livro recém-lançado pela Ícone Editora. Tem por subtítulo “Atirador ativo. Múltiplos ataques coordenados”. A esta obra de grande valor dedicamos o presente artigo.

Escrito a oito mãos por destacados oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo – Coronel PM Wanderley Mascarenhas de Souza, Coronel PM Márcio Santiago Higashi Couto, Tenente-Coronel PM Valmor Saraiva Racorti e Major PM Paulo Augusto Aguilar – o livro foi considerado um “compêndio” (p. 3) ou “um verdadeiro manual” (p. 4) pelo General João Camilo Pires de Campos, secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo. De nossa parte, concordamos com o General e julgamos que a obra em foco deveria ser lida, estudada e divulgada amplamente.

O livro traz um contexto geral dos problemas enfrentados pela Polícia no dia a dia e busca expor o que pode motivar a ação do atirador (ou agressor = se age sem arma de fogo) ativo (cf. p. 8), facções criminosas, o novo cangaço no Brasil (cf. p. 9), os tipos diversos de incidentes (cf. p. 28), as chacinas (cf. p. 152) etc. A doutrina norteadora da obra é a norte-americana (cf. p. 19), ainda que, é claro, os fatos nela tratados possam ocorrer em qualquer parte do mundo (cf. p. 6 e 100-152).

Apresenta também o nascimento do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais), em 1987, e sua doutrina consolidada em 1995 (cf. p. 15-16), as táticas de negociação, se há reféns (p. 6) e a importância da atuação primeira e rápida dos policiais de rádio patrulha num incidente (cf. p. 73-75). Por fim, trata, em todo o longo capítulo 4, do atirador (ou do agressor) ativo e das formas de tentar se prevenir dele (cf. p. 161). Com ele já em ação, há também meios de o povo em geral se precaver (cf. p. 165-170) e a forma correta de a Polícia agir (cf. p. 172). Ainda: um bom glossário no final da obra (cf. p. 191-208) muito ajuda o leitor interessado.

Feito esse trajeto, a voo de pássaro, pela obra, desejamos destacar três pontos. O primeiro é a falta de um maior interesse no estudo de incidentes para melhorar a doutrina policial nesta área (cf. p. 18). Essa triste constatação não requer longo debate. Basta fazer duas perguntas a seus próximos: 1) Você gosta de ler? 2) Se gosta, prefere ficção – ainda que baseada em fatos reais – ou uma obra doutrinária apta a ajudá-lo no dia a dia em seu trabalho? O segundo tópico é a importância que os autores dão aos transtornos mentais em geral, mas em especial à psicopatia (cf. p. 95-97). Aqui, faremos uma modesta observação aos renomados autores. Dizem eles que psicopata quer dizer “mente doente”.

Embora não seja de definição unânime, a Dra. Ana Beatriz Silva diz que “o termo psicopata pode dar a falsa impressão de que se trata de indivíduos loucos ou doentes mentais. A palavra psicopata literalmente significa doença da mente (do grego, psyche = mente; e pathos = doença). No entanto, em termos médico-psiquiátricos, a psicopatia não se encaixa na visão tradicional das doenças mentais. Esses indivíduos não são considerados loucos, nem apresentam qualquer tipo de desorientação. Também não sofrem de delírios ou alucinações (como a esquizofrenia) e tampouco apresentam intenso sofrimento mental (como a depressão ou o pânico, por exemplo).

Ao contrário disso, seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos pensantes e com sentimentos” (Mentes perigosas, 2008, p. 37). O terceiro é que, na página 191, o glossário aparece como Apêndice 1, mas deveria ser apenas Apêndice, visto não haver o 2.

Estas pequenas observações em nada depreciam, porém, o trabalho em foco. A obra traz – é certo – dados muito atuais e necessários para a vida de nossos dias. Deveria ser estudada na formação dos oficiais e praças da Polícia Militar. Parabéns aos renomados autores. Que este excelente livro encontre, pois, o apreço merecido!

]]>
Você já ouviu falar em psicopatas? https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/04/03/2021/voce-ja-ouviu-falar-em-psicopatas/ Thu, 04 Mar 2021 17:20:27 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/04/03/2021/voce-ja-ouviu-falar-em-psicopatas/ Prezado(a) leitor(a), é quase certo que, ao menos uma vez, você já ouviu falar sobre psicopatas. Para ajudá-lo(la) nesse tema, lançamos, em perguntas e respostas, o livro Psicopatas: quem são? Como agem? Que fazer com eles (Ixtlan, 2020, 67 páginas).

Capa do livro “Psicopatas”, clicando na imagem entra no site de compras.

Pois bem, os psicopatas são pessoas frias e perversas divididas em graus leve, moderado e severo. Embora o modo de agir varie de um grau para outro, todos deixam rastros de destruição por onde passam. São predadores natos de quem lhes cruzar o caminho. Tentar estabelecer vínculo afetivo com eles é prejuízo certo! Daí escrever a Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, estudiosa brasileira, que, enquanto “os primeiros se dedicam a trapacear, aplicar golpes e pequenos roubos, mas provavelmente não ‘sujarão as mãos de sangue’ ou matarão suas vítimas, […] os últimos, botam verdadeiramente a ‘mão na massa’, com métodos cruéis sofisticados, e sentem um enorme prazer com seus atos brutais” (Mentes perigosas, 2008, p. 17).

Compre o livro pelo site da livraria: Clique aqui.

Explicando melhor: os de graus leve e moderado são galanteadores de mulheres para lhes tirar dinheiro, aplicadores de “contos do vigário”, sugadores de ingênuos empresários, anunciadores de sucessos impossíveis etc., já os de grau severo matam com requintes de crueldade – esta é uma de suas grandes marcas – em série (serial killers) ou não e, às vezes, são também assassinos em massa (matam a muitos em pouco tempo em escolas, shoppings, praças etc.). Daí a razão desse livro introdutório: alertá-lo(la), citando o que de melhor se publicou, a nosso ver, recentemente, sobre o tema no Brasil.

O livro está dividido em duas partes. Na primeira, expõe a definição de psicopata e suas consequências imediatas: Como identificá-los? Devem ser punidos por seus crimes ou não? Se sim, onde e como? Que fazer ante assassinos em massa em ação? Existem crianças com o perfil do psicopata ou possíveis candidatas? Em caso positivo, como agir? Etc.. Na segunda, traz questões teológicas católicas tais como: se o psicopata nasce mau, Deus seria, então, autor do mal? Que pensar da prisão perpétua aplicada a psicopatas clássicos em alguns países? O psicopata é culpado de pecado grave? Que ensina a Igreja sobre a legítima defesa? Em casos de confrontos com criminosos, sobre quem recai a culpa pela morte desse injusto agressor? Há diferença entre paz e pacifismo? Etc.

Nosso trabalho crava – seguindo os maiores pesquisadores sobre o tema nos nossos dias – que o psicopata não é, de modo algum, um doente mental no sentido corrente do termo. Ele tem, em linguagem popular, “defeito de fábrica”, que se caracteriza por ser 100% razão e 0% emoção. Sabe o que faz, quando faz, onde faz e com quem faz. Enquanto um doente mental – esquizofrênico em certo grau, por exemplo –, fica nu no meio de uma praça movimentada, o psicopata premedita, passo a passo, todos os seus atos, de modo que nunca um desses seres molestou, nem molestará, uma criança em local público. E, exatamente por bem saber o que faz, tem de ser punido (cf. p. 18-19). Mais: o melhor meio de se livrar dele é evitá-lo no dia a dia e, após cometer crimes (famosos por seus requintes de crueldade), aplicar-lhe a Psychopathy Checklist (Avaliação de Psicopatia), do Dr. Hare. Uma vez comprovada a psicopatia, prendê-lo por tempo indeterminado e em local isolado dos demais presos. Tal isolamento não o afeta em nada, pois o psicopata não cria vínculo afetivo com ninguém (cf. p. 24-33).

O livro transcreve ainda meios para prever futuros psicopatas e tentar ajudá-los, as características marcantes desses seres antissociais e como se livrar deles (cf. p. 33-40). Afirma também que com um psicopata em ação com reféns não há, via de regra, como negociar. É preciso imobilizá-lo com tiros certeiros (nem sempre letais), antes que ele mate sua inocente vítima, para que o triste caso Eloá (2008) não se repita. Daí tratarmos, em Apêndice, da amplitude da legítima defesa no âmbito legal e moral e oferecermos seis pontos práticos de ação geral, educativa, legislativa e policial na amenização do problema, pois os psicopatas estão presentes (e, claro, causando danos irreparáveis) em todos os lugares, inclusive no meio religioso. Muita atenção!

Pedidos do livro também por e-mail: toppaz1@gmail.com

]]>