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No endereço de um dos alvos, a equipe deteve um rapaz de 26 anos e localizou 477 pinos com cocaína, que serviriam para abastecer um ponto de tráfico na cidade. Na casa também havia embalagens vazias, celulares, dinheiro e munições de calibre .32.

O caso foi registrado na delegacia de Limeira e o investigado ficou preso em flagrante.
O “Operação Preparing” contou com a participação de equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, Polícia Militar (PM) e canil da Guarda Civil Municipal (GCM).
]]>A ação visa identificar pessoas que incitaram, participaram e fomentaram os atos de 8 de janeiro, em Brasília, quando as sedes dos três poderes – Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal – foram invadidas e depredadas.
As medidas judiciais têm relação a 12 investigados e estão sendo cumpridas em Cuiabá (MT), Cáceres (MT), Santos (SP), São Gonçalo (RJ) e em Brasília (DF). Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo”, explicou a Polícia Federal, em nota.
De acordo com a polícia, a investigação começou a partir de informações colhidas na primeira fase da operação. O trabalho resultou na expedição de três mandados de busca e apreensão pela 1ª Vara Federal de Campinas para obter novos dados sobre o destino do dinheiro roubado.
A polícia está cumprindo os mandados em endereços residenciais nas cidades de Campinas e Indaiatuba (SP).
Na primeira fase da operação, os investigadores uma associação de pessoas que dissimularam a origem do patrimônio.
Eles usaram diversos mecanismos para a execução do crime, como compra e venda de imóveis, aquisição de veículos e a criação de uma empresa de transportes em Paulínia (SP), para circulação de recursos.
Nesta nova fase, a Polícia Federal busca provas sobre a ocultação do dinheiro do roubo por meio da aquisição de um imóvel residencial em Campinas.
Além disso, também apura o repasse de grandes quantias a dois sócios ocultos da tal empresa, que, em período subsequente ao roubo (entre julho/2019 e novembro/2021), movimentou aproximadamente R$ 10 milhões.
O principal investigado foi quem adquiriu o imóvel e depois o repassou para o nome de familiares.
Até o momento, a investigação foca em nove pessoas físicas e uma jurídica. A polícia também apura transações de aquisição de oito imóveis residenciais, vários terrenos em Furnas (MG) e veículos automotores.
Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. As penas somadas podem chegar a mais de 14 de anos de prisão.
]]>Policiais Federais e Civis cumprem 51 mandados de busca e apreensão, em 17 estados e no Distrito Federal. A força-tarefa investiga pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos oriundos de golpes e fraudes contra clientes bancários.
A operação faz parte do Projeto Tentáculos, que tem como um dos principais pilares um Acordo de Cooperação Técnica entre a Polícia Federal e a Febraban, vigente desde outubro de 2017. O acordo se consolidou como referência interna e internacional de cooperação Público/Privada no combate às fraudes bancárias eletrônicas.

Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais “emprestam” suas contas bancárias, mediante pagamento.
Este “lucro fácil”, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos. Tais pessoas são conhecidas popularmente como “laranjas”.
A operação contou ainda com o apoio da Interpol por meio do Centro de Crimes Financeiros e Anticorrupção (IFCACC-Interpol).
Emprestar contas bancárias para receber créditos fraudulentos é crime, além de provocar um dano considerável aos cidadãos, quer pelo potencial ofensivo deste tipo de conduta delitiva, que tem sido um dos principais vetores de financiamento de organizações criminosas, como também pelos prejuízos financeiros a milhares de brasileiros.

As penas podem chegar a oito anos de prisão, mais multas, e ainda serem agravadas se os crimes forem praticados com o uso de servidor mantido fora do Brasil, ou ainda se a vítima for uma pessoa idosa ou vulnerável.
Essa é mais uma operação de caráter nacional que visa coibir essa criminalidade, a exemplo da ação realizada em agosto de 2022, que teve 43 mandados de busca executados em 13 Estados e no Distrito Federal.
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