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São eles, Diogo Damasceno dos Santos de 27 anos, Douglas Henrique Pereira de Jesus de 30 anos e Erivaldo Aparecido de Lima de 46 anos.
A SSP afirmou também que as diligências estão sendo realizadas para localizar e deter o trio.
O policial militar, Anderson de Oliveira Valentin, de 46 anos, que estava de folga, foi a uma farmácia junto de sua filha e esposa. Enquanto a sua companheira estava no estabelecimento, o policial permaneceu com a a filha no veículo estacionado.
Em seguida, três criminosos encapuzados se aproximaram do estabelecimento e tentaram abrir a porta. Um dos indivíduos encapuzados estava armado e houve troca de tiros. O PM e a filha foram atingidos e não resistiram aos ferimentos.

Os responsáveis pelo crime fugiram em um veículo localizado posteriormente por policiais militares, em Guarulhos, na Grande São Paulo. No automóvel foram recolhidos diversos objetos, incluindo os capuzes utilizados na ação.
Segundo a SSP, exames periciais foram solicitados e o caso foi registrado como roubo a estabelecimento comercial no 73º Distrito Policial (Jaçanã). A esposa e mãe das vítimas, assim como o atendente da farmácia, foram ouvidos, e as investigações prosseguem pelo DHPP.
Durante a ação, a polícia realizou buscas com o objetivo de apreender computadores, celulares e mídias de arquivos de informática que possam conter vídeos e ou imagens relacionadas a exploração sexual infantojuvenil que estejam armazenados ou disponibilizados na rede mundial de computadores.
A ações ocorreram nas cidades de Piedade, Aparecida, Bauru, Pindamonhangaba, Capivari, Valinhos, Auriflama, Três Fronteiras, Itu e Mauá. Todas localizadas no estado de São Paulo.
Em Capivari, a polícia prendeu um operador de máquinas de 41 anos. Na casa dele, a equipe encontrou conteúdo de abuso sexual infantil em dispositivos eletrônicos.
Por conta disso, ele foi preso em flagrante por posse de conteúdo pornográfico infantil e encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal em Campinas (SP).
Já em Valinhos, um motorista de aplicativo de 61 anos foi detido.
Os suspeitos responderão criminalmente por armazenar e compartilhar na internet conteúdo relacionado a exploração sexual infantojuvenil, cujas penas podem chegar a 10 anos de prisão.
Em 2023 foram deflagradas pela Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, 93 operações e cumpridos 118 mandados de busca e apreensão em repressão aos crimes de exploração sexual infantojuvenil.
Um aumento de aproximadamente 45% em relação a 2022, e 125% em relação a 2021. Isso demonstra claramente que o combate aos crimes de exploração sexual infantil é uma prioridade para a Polícia Federal.
]]>Os trabalhos miram em atividades financeiras de organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas em Campinas e região, buscando reprimir a prática de crimes de lavagem de dinheiro e sequestrar bens dos envolvidos.
Segundo o Gaeco, as ações da nova fase investigam suspeitas de lavagem de dinheiro entre integrantes da quadrilha. No caso da cooperativa, as linhas de ônibus estariam sendo administradas por membros da organização criminosa e em nome de “laranjas”.
As autoridades cumpriram três mandados de prisões temporárias e nove de busca e apreensão. Duas pessoas também foram presas por porte ilegal de armas de fogo. Além disso, houve o sequestro de imóveis e veículos da organização criminosa, incluindo seis ônibus, dentre outras medidas patrimoniais.
Conforme o balanço final do Baep, foram apreendidas duas pistolas, três espingardas e 45 munições, sendo 10 deflagradas.
Por decisão judicial, os investigados foram proibidos, por si ou em nome de terceiros, de explorar linhas de transporte público em Campinas ou qualquer outra localidade.
A Operação Sumidouro recebeu esse nome pelo fato de os investigados usarem galerias pluviais da cidade para ocultar e comercializar os entorpecentes. As investigações são decorrentes de outra operação, esta deflagrada pelo Gaeco e pela PM em 20 de abril de 2022.
Na ocasião, houve a prisão do sobrinho de um sequestrador ligado à facção criminosa conhecida como PCC e a apreensão de cinco armas de fogo, munições, aparelhos de telefone celular, cadernos com contabilidade do tráfico de drogas na cidade de Campinas, documentos e a quantia aproximada de R$ 306 mil em espécie.
O homem preso durante os trabalhos foi denunciado pelos crimes de associação para o tráfico, porte de arma de fogo e corrupção ativa, sendo condenado a 16 anos e 8 meses de reclusão.
A partir daí, foi possível identificar diversos integrantes da organização criminosa liderada pelo réu, responsável por inúmeros pontos de venda de drogas em Campinas.
Participaram da operação desta sexta-feira, quatro promotores de Justiça, 12 servidores do Ministério Público e 65 policiais militares.

A operação recebeu o nome de “Sumidouro” e cumpre 26 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão. Os alvos são das cidades de Campinas, Paulínia, Hortolândia, Itatiba, Valinhos, Vinhedo e em Presidente Prudente, no oeste do Estado.
Em Campinas, as equipes cumpriram mandados nos bairros São Fernando, Jardim Itatiaia, Vila Formosa e Jardim Paranapanema.
A ação já apreendeu celulares, documentos e cadernos de contabilidade em alguns endereços.

O material será encaminhado à sede do Ministério Público na metrópole e os presos vão ser levados a distritos policiais.
]]>O objetivo é desarticular essas organizações criminosas violentas, prendendo os integrantes e coletando provas das práticas criminosas.
A operação ocorreu de forma simultânea em 13 estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins.
A ação contou com o apoio de 1.000 homens das forças de segurança para cumprir 228 mandados de prisão e 223 mandados de busca e apreensão.
Até o momento, quatro lideranças de facções que atuam no território nacional foram presas.
As autoridades apreenderam drogas, celulares, documentos, computadores, valores em dinheiro e armas.
De acordo com a polícia, a ação aconteceu após investigações para apurar um crime de roubo com retenção de vítima, conhecido como “sequestro-relâmpago”. O crime teria ocorrido recentemente e quatro suspeitos tiveram a prisão decretada.
Dois indivíduos seguem presos, e outros integrantes do bando estão foragidos.
As equipes prosseguem nas investigações, para localizar e prender demais integrantes do grupo.
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Cerca de 120 policiais federais cumprem 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.
De acordo com as investigações, os ataques poderiam ocorrer de forma simultânea, e os principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e Paraná.
A polícia ainda descobriu que a facção atua dentro e fora dos presídios brasileiros e internacionalmente.
Outro alvo do grupo era Lincoln Gakyia, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), de Presidente Prudente, interior de São Paulo.
Nas redes sociais, o ministro da Justiça, Flávio Dino, comentou a operação e confirmou que as vítimas seriam um senador e um promotor de Justiça.

Em São Paulo, policiais cumprem mandados nas cidades de Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré. Ao menos quatro homens e duas mulheres já foram presos.
O nome da operação se refere ao ato de seguir, vigiar, acompanhar alguém, devido ao método utilizado pelos criminosos para fazer o levantamento de informações as possíveis vítimas.
]]>Em Paulínia, uma mulher foi presa suspeita de pichar a estátua da Justiça. A suspeita escreveu a frase ‘perdeu mané’ na estátua que fica em frente ao Supremo Tribunal Federal.

Além dela, a polícia prendeu outros três homens em Itatiba e Sorocaba. Um deles teria furtado uma bola de futebol da Câmara dos Deputados autografada pelo atacante Neymar Júnior, da Seleção Brasileira.
A PF cumpriu em todo o país 46 mandados de busca e apreensão e 32 de mandados de prisão preventiva em nove estados e no Distrito Federal.
Mandados foram cumpridos pelos policiais federais nos estados da Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal.
A operação Lesa Pátria investiga vândalos que participaram, financiaram ou se omitiram nos ataques ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília. Na época, as manifestações culminaram com a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes.
A primeira fase da operação aconteceu em 20 de janeiro para investigar supostos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
Além das prisões preventivas realizadas durante as diversas fases da Lesa Pátria, 2.151 pessoas suspeitas de participar dos atos já tinham sido presas entre os dias 8 e 9 de janeiro, no acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília.
]]>Entre os presos, há pessoas com idades entre 30 e 41 anos. Duas delas respondem por furto qualificado e duas por receptação, sendo uma relacionada a furto de veículos. As outras três foram prisões cíveis.
Ainda de acordo com a polícia, após a apresentação na delegacia, os detidos ficaram recolhidos nas cadeias de Sumaré e Santa Bárbara.
]]>Segundo a Polícia Civil a ação aconteceu em seis municípios e as equipes cumprem 21 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisões. Alguns dos alvos foram encontrados em imóveis em condomínio de luxo. As apurações apontam para associação criminosas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
A operação é consequência de apurações realizadas por policiais da 6ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Facções Criminosas).
A ação conta também com equipes da 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio). O efetivo total são 40 agentes. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Piracicaba, Limeira, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Americana e Estiva Gerbi.
O alvo das buscas são documentos da organização e bens adquiridos por meio da atividade criminosa.
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