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A coordenação detalhada da operação ficará a cargo do Centro de Operações da PM – Copom, que contará com a presença de representantes de outros órgãos importantes, tais como secretarias municipais, a Guarda Civil Municipal (GCM), e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Este planejamento integrado entre diferentes entidades e o uso estratégico de recursos tecnológicos sublinham o comprometimento das autoridades em manter a ordem e a segurança durante eventos de grande escala na cidade, assegurando assim um ambiente seguro e pacífico para todos os envolvidos.
]]>De acordo com Polícia Rodoviária, cerca 30 manifestantes interditaram o local, queimando pneus e materiais na pista. Durante o período, o trânsito ficou totalmente bloqueado.

A polícia informou que assim que equipes chegaram no trecho, o protesto se dissipou e não foi possível identificar os responsáveis.
Segundo a Rota das Bandeiras, concessionária que administra o trecho, a chegada da polícia e dos bombeiros ajudou a liberar a pista, por volta das 6h. O trânsito já flui normalmente pela região.
A manifestação seria organizada por comunidades indígenas contra o Projeto de Lei 490, de 2007, que teve urgência aprovada na última quarta-feira (24) e que pode ser votado nesta terça (30) pela Câmara dos Deputados.
Também houve protesto na capital paulista, que interditou a Rodovia dos Bandeirantes, na altura do km 20, em Jaraguá (SP).
O projeto de lei prevê que terras indígenas são aquelas que já estavam ocupadas no dia 5 de outubro de 1988, dia da promulgação da Constituição Federal. Este mecanismo é conhecido como marco temporal.
Atualmente, a lei prevê que para demarcar uma área é necessária a abertura de um processo administrativo na Fundação Nacional do Índio (Funai). Uma equipe multidisciplinar deve redigir, então, um relatório de identificação e delimitação, mas a comprovação de posse em data específica, no entanto, não é necessária.
O PL que tramita na Câmara proíbe ainda que terras demarcadas previamente sejam ampliadas. Outro trecho do texto prevê a flexibilização do contato com povos isolados.
Em caso de aprovação, as terras em processo de demarcação deverão comprovar a ocupação antes da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
]]>De acordo com informações apuradas no local, manifestantes bloquearam a rodovia em ambos os sentidos, na altura do quilômetro 150.
A rodovia só foi desbloqueada pela Polícia Militar (PM) na madrugada desta segunda-feira (9).
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Com o pedido de isolamento vertical, os manifestantes tinham como principal alvo o prefeito de São Paulo, Bruno Covas e o governador do estado, João Doria, portando inclusive caixões com as imagens dos políticos.
A fila de caminhões chegou a ter três quadras de extensão e, antes, houve carreata de vans. Havia vários adesivos com a mensagem “fora Doria”, além de reivindicações contra o novo rodízio que começou a valer nesta segunda, na capital.
Um dos seguidores do Site Policial Padrão, enviou um vídeo com a movimentação que antecedeu o encontro dos caminhoneiros. Parte do grupo se reuniu em Barueri, onde cerca de 30 caminhões aguardavam o início da manifestação.
CONFIRA O VÍDEO:
A Polícia Militar (PM) negociou para que os manifestantes deixassem o local às 15h30, quando seriam escoltados até deixar a cidade. No entanto, um grupo se recusou a dispersar, alegando que respeitar o prazo da PM seria acatar as ordens de João Doria.
Em nota, a Secretaria de Logística e Transportes do governo do estado informou que “não há restrições por parte do governo de São Paulo ao trabalho dos caminhoneiros”.
“Contudo, a Secretaria lamenta que a manifestação seja contra o isolamento social em um momento em que o novo coronavírus já matou 3.743 pessoas no estado. A manutenção da quarentena é essencial para que o sistema de saúde comporte a demanda de pacientes e não aconteçam ainda mais óbitos”, diz o texto.
Durante entrevista coletiva, o governador disse que não é contra manifestações, mas declarou que não aceita o fechamento de vias. Em protesto dez dias atrás, o prefeito de São Paulo afirmou que iria multar manifestantes que buzinassem nas imediações de hospitais.
Com informações da FolhaPress
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