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Na análise do vídeo, a polícia constatou o agressor chegando em um carro e parando em frente ao local. Ele sai do veículo e se abaixa próximo ao portão, onde usa o pedaço de madeira pontiagudo para golpear o cão várias vezes e depois foge.
Após identificar o autor do crime, a equipe deu cumprimento a uma ordem de busca e apreensão na casa dele nesta sexta-feira. Segundo a polícia, o homem confessou a agressão e disse que fez isso porque o cachorro teria matado sua gata de estimação.
A versão, no entanto, foi desmentida pelo tutor do animal ferido, que esclareceu que nunca saiu para passear com qualquer um de seus cães pelas ruas, já que possui um grande espaço no quintal para eles se exercitarem.
Ele ainda alega, que outros moradores relataram terem sido acusados e ameaçados pelo agressor, que também usou a suposta morte da gata como motivo.
O agressor já possui passagens criminais por ameaça, lesão corporal, violência doméstica e desacato. Ele foi conduzido para a delegacia da especializada e vai responder em liberdade por maus-tratos e pelas lesões causadas ao cão, já que não houve flagrante.
Durante fiscalização de trânsito, os policiais abordaram uma moto motocicleta Kawasaki Ninja 250R, com placa de Leme (SP). Duas pessoas ocupavam o veículo e na mochila da passageira, a equipe encontrou um macaco sagui e uma cobra-do-milho.
O macaco estava em uma gaiola e a cobra em um pote de plástico com furos.
Diante dos fatos, a dupla recebeu voz de prisão por suspeita de tráfico de animais e maus-tratos.
Os animais e a dupla foram levados para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Limeira (SP), onde o caso será registrado.
A ação teve participação da Polícia Ambiental que tomou as medidas administrativas cabíveis.
De acordo com a Polícia Rodoviária, uma equipe interceptou um carro com oito aves, na altura do km 132 da Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340).
Os pássaros, que incluíam sete Trinca-ferro e um Tico-tico, estavam no banco do veículo.
Os três homens foram indiciados por transporte e maus-tratos de animais silvestres e multados em R$ 168 mil. Eles pagaram o valor para responder ao crime em liberdade.
As aves apreendidas foram soltas em uma mata ciliar de Jundiaí (SP).
]]>Ainda segundo a polícia, o resgate aconteceu após denúncias recebidas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG). A ação contou com apoio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e da Guarda Civil de Capivari.
No local indicado, os agentes encontraram o cão em condições deploráveis. O animal estava sem acesso a alimentação e água, além de estar cercado por sujeira e um forte mau cheiro.
O cão foi examinado por uma veterinária do CCZ, que constatou que o animal tinha ectoparasita (pulgas e carrapatos). O pitbull estava abaixo do peso regular para o porte e continha lesão na pele.
Conforme o registro do caso, o responsável pelo animal já havia sido denunciado ao CCZ e não o levou ao veterinário após a devida orientação.
O homem foi levado à Delegacia de Polícia de Capivari e ficou à disposição da Justiça.
]]>De acordo com informações da polícia, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender uma ocorrência de engasgamento no Jardim Yeda. No entanto, quando chegaram no local, os agentes viram que a criança apresentava lesões e a levaram ao Hospital Ouro Verde.
No hospital, a médica que atendeu o bebê constatou lesões de maus-tratos e possível abuso sexual e chamou a Polícia Militar (PM).
O bebê de oito meses teve uma parada respiratória e acabou não resistindo aos ferimentos.
Os policiais avisaram a mãe da criança, de 19 anos, que, segundo eles, entrou em desespero. Já o padrasto, teria reagido à notícia de forma agressiva.
Os dois foram levados para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A mãe foi liberada e deve responder em liberdade. Já o companheiro dela ficou preso e deve passar por exame de corpo de delito.
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Campinas (SP) descartou preliminarmente sinais de abuso sexual no bebê.
O legista destacou que os sinais apontados pela médica “são de um fenômeno natural do corpo” em casos de mortes violentas – o bebê morreu por trauma crânio encefálico, por conta de uma queda.
Apesar do apontamento, ainda serão realizados outros exames laboratoriais, mas em princípio, a Polícia Civil descartou a violência sexual e registrou o caso como maus-tratos.
Após o laudo, o padrasto teria confessado que deixou a criança cair da cama e bater a cabeça durante a noite. Porém, não disse nada à mãe do bebê até que de madrugada notou que a criança não estava respirando.
Diante dos fatos apurados pela Polícia Civil, o caso é investigado como maus-tratos seguido de morte, e por isso houve a prisão em flagrante do padrasto, que foi encaminhado para a cadeia pública e será apresentado em audiência de custódia nesta quarta (6).
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De acordo com a denúncia, o cão estava ferido no local e havia a suspeita de que os ferimentos tivessem sido causados por arma de fogo. No entanto, após uma análise mais detalhada, os guardas perceberam que os ferimentos eram resultado de maus-tratos.
A GCM acionou o setor de bem-estar animal e o e o cão, que não possuía uma raça definida, foi recolhido para receber tratamento veterinário.

Segundo relatos de vizinhos, a casa onde o animal foi encontrado está abandonada. A antiga moradora, uma cadeirante, foi retirada do local por familiares, que deixaram o cão no imóvel.
Ainda conforme os moradores, os familiares levam comida para o cão ferido e para outros dois cachorros que permanecem na residência abandonada. Porém, ninguém cuidou dos ferimentos do cão que foi resgatado.
A ocorrência foi encaminhada para o 3º Distrito Policial. A Delegacia de Investigações Criminais (DIG) vai abrir um inquérito para apurar as responsabilidades dos tutores.
Os suspeitos foram abordados na Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332). Quatro galos-índios foram encontrados no porta-malas do veículo. Um dos homens confessou que os animais eram utilizados em rinhas.
A corporação apreendeu os animais e outros apetrechos utilizados nas rinhas, além de R$ 2,2 mil em espécie.
Os homens foram encaminhados ao Distrito Policial (DP) de Paulínia e depois de serem ouvidos foram liberados para responder ao processo em liberdade.

A prisão aconteceu em um condomínio no bairro Jardim Portugal. Policiais militares foram acionados para acompanhar um representante do Conselho Tutelar após receber uma denúncia de maus-tratos no local.
Ao entrarem na casa, as equipes encontraram a criança apenas de fralda, em situação degradante. Segundo os agentes, ela estava desnutrida, com ossos à mostra.
O acusado, pai da menina, também estava debilitado e disse aos policiais que tanto ele quanto a criança não se alimentavam corretamente há cerca de 40 dias e que não procurou ajuda por não ter familiares na cidade.
Os dois foram encaminhados para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Jardim Cherveson. Após ser medicado, ele foi levado para a delegacia. A criança permanece internada.
De acordo com as informações apuradas pelo Policial Padrão, a mãe da criança faleceu pouco depois do parto e a avó materna, tenta na Justiça a guarda da menina.
O caso foi registrado como maus-tratos em pessoa menor de 14 anos no plantão da Delegacia Seccional de Rio Claro.
]]>Segundo informações da prefeitura, os agentes precisaram invadir a residência no Jardim Conceição, pois não havia ninguém no local.
O animal da raça pitbull foi encontrado amarrado com uma corda e tinha sinais visíveis de desnutrição. O cão foi alimentado e encaminhado ao veterinário para exames.
Os exames constataram que o cão estava desnutrido e desidratado. O pitbull tem 3 anos e seu peso ideal seria de 32 kg, mas ele estava com apenas 14 kg.
Após ser localizada pelos policiais, a dona da casa disse à Polícia Civil que não comprava ração para o animal por falta de condições financeiras.
O caso foi registrado no 3º Distrito Policial e a mulher autuada em flagrante por maus-tratos a animais. A pena para esse crime é de 2 a 5 anos de prisão.
Ela foi levada à Cadeia Pública de Sumaré (SP), onde aguarda a audiência de custódia.
]]>De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher comunicou o caso na manhã desta terça-feira (25). Ela contou que o gato havia saído da residência dela.
Em determinado momento, o sobrinho dela ouviu um barulho semelhante a um tiro. Ele foi checar o que tinha acontecido e viu o gato correndo pelo telhado do vizinho.
A família conseguiu resgatar o animal e viu o ferimento possivelmente causado pelo tiro. A polícia orientou que a mulher levasse o gato a uma clínica veterinária para realizar exames que apontem qual foi a causa do ferimento.
Até o momento, ninguém foi preso.
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