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ministro – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br O minuto seguinte Sun, 16 Jul 2023 15:20:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://policial.dmxdesign.com.br/wp-content/uploads/2022/12/elementor/thumbs/favicon-policial-padrao-pzvo9ojij1aynmjma6hwq5zhwo02zu5ybto48tbjka.png ministro – Policial Padrão https://policial.dmxdesign.com.br 32 32 Empresário de Santa Bárbara é suspeito de agredir filho do ministro do STF https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/16/07/2023/empresario-de-santa-barbara-e-suspeito-de-agredir-filho-do-ministro-do-stf/ https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/brasil/16/07/2023/empresario-de-santa-barbara-e-suspeito-de-agredir-filho-do-ministro-do-stf/#respond Sun, 16 Jul 2023 15:20:19 +0000 https://policialpadrao.com.br/?p=40481 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi hostilizado por três brasileiros na sexta-feira (14) no Aeroporto internacional de Roma, na Itália. O filho do ministro foi agredido por um dos envolvidos, que seria um empresário de Santa Bárbara d’Oeste (SP).

As agressões à família de Moraes aconteceram por volta de 18h45 no horário local (13h45 no horário de Brasília). A Polícia Federal identificou os três agressores: uma mulher, identificada como Andreia Mantovani, e dois homens, identificados como Roberto Mantovani Filho e Alex Zanatta.

Moraes estava na Itália para realizar uma palestra na Universidade de Siena.

Mantovani Filho, de 71 anos, foi candidato a prefeito de Santa Bárbara em 2004, pelo PL. Atualmente, ele é filiado ao PSD.

A PF acionou o adido da polícia em Roma neste sábado (15) para as tratativas com a polícia italiana. As imagens poderão ser obtidas seguindo um acordo de cooperação internacional.

Os envolvidos na ação foram identificados pela Polícia Federal e abordados ao desembarcarem no Brasil na manhã deste sábado, com base em reconhecimento facial.

Segundo o Código Penal, os crimes praticados por brasileiros, embora cometidos no estrangeiro, ficam sujeitos à lei brasileira. Os três responderão a inquérito policial, que foi instaurado neste sábado.

O inquérito vai apurar acusações de agressão, ameaça, injúria e difamação.

Com informações do G1 e Agência Brasil

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MORO PEDE DEMISSÃO E DIZ QUE BOLSONARO QUERIA INTERFERIR POLITICAMENTE NA PF https://policial.dmxdesign.com.br/noticias/24/04/2020/moro-pede-demissao-e-diz-que-bolsonaro-queria-interferir-politicamente-na-pf/ Fri, 24 Apr 2020 18:03:31 +0000 https://policialpadrao.net/uncategorized/24/04/2020/moro-pede-demissao-e-diz-que-bolsonaro-queria-interferir-politicamente-na-pf/ O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, decidiu entregar o cargo nesta sexta-feira (24) e deixar o governo de Jair Bolsonaro após a exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, ter sido publicada nesta madrugada no Diário Oficial da União. Ele anunciou a saída do governo a pessoas próximas.

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sergio Moro, em 2019 (Foto: Adriano Machado/Reuters)

O pedido de demissão aconteceu horas depois do presidente Jair Bolsonaro exonerar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Leite Valeixo, que é próximo a Moro.

Segundo diversos veículos jornalísticos, a permanência dele era uma condição do então ministro para continuar no governo.

Após Moro anunciar um pronunciamento às 11h desta sexta, o Planalto enviou emissários para tentar convencer o ministro a ficar. Em vão. Moro não aceitou, mostrou-se irredutível.

O contexto da exoneração de Valeixo foi considerado decisivo para o ministro bater o martelo.

Na avaliação de aliados de Moro, Bolsonaro atropelou de vez o ministro ao ter publicado a demissão de Valeixo durante as discussões que ainda ocorriam nos bastidores sobre a troca na PF e sua permanência no cargo de ministro. Diante desse cenário, sua permanência no governo ficou insustentável, e Moro decidiu deixar o governo.

Ao anunciar a demissão, em pronunciamento no Ministério da Justiça, Moro afirmou que disse para Bolsonaro que não se opunha à troca de comando na PF, desde que o presidente lhe apresentasse uma razão para isso.

“Presidente, eu não tenho nenhum problema em troca do diretor, mas eu preciso de uma causa, [como, por exemplo], um erro grave”, disse Moro.

Moro disse ainda que o problema não é a troca em si, mas o motivo pelo qual Bolsonaro tomou a atitude. Segundo o agora ex-ministro, Bolsonaro quer “colher” informações dentro da PF, como relatórios de inteligência.

De acordo com Moro, ele disse para Bolsonaro que a troca de comando na PF seria uma interferência política na corporação. Ele afirmou que Bolsonaro admitiu a interferência.

“Falei para o presidente que seria uma interferência política. Ele disse que seria mesmo”, revelou Moro.

O agora ex-ministro contou que Bolsonaro vem tentando trocar o comando da PF desde o ano passado.

“A partir do segundo semestre [de 2019] passou a haver uma insistência do presidente na troca do comando da PF.”

‘NÃO ASSINEI EXONERAÇÃO’

Moro afirmou ainda que não assinou a exoneração de Valeixo, ao contrário do que aparece no “Diário Oficial”.

“Eu não assinei esse decreto e em nenhum momento o diretor da PF apresentou um pedido oficial de exoneração”, disse.

‘CARTA BRANCA’

Moro também disse que, quando foi convidado por Bolsonaro para o ministério, o presidente lhe deu “carta-branca” para nomear quem quisesse, inclusive para o comando da Polícia Federal.

“Foi me prometido na ocasião carta branca para nomear todos os assessores, inclusive nos órgãos judiciais, como a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal”, afirmou o agora ex-ministro.

No anúncio, Moro chegou a se emocionar e a ficar com a voz embargada. Foi quando ele disse que havia pedido ao presidente uma única condição para assumir cargo: que sua família ganhasse uma pensão caso algo de grave lhe acontecesse no exercício da função.

“Tem uma única condição que coloquei. Eu não ia revelar, mas agora isso não faz sentido. Eu disse que, como estava saindo da magistratura, contribuí durante 22 anos, pedi que, se algo me acontecesse, que minha família não ficasse desamparada”, disse Moro.

Com informações da Folha e G1

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