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Como o resgate demorou a chegar, os próprios pais levaram a criança até um hospital da cidade. Durante o atendimento, as equipes realizaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) por cerca de 35 minutos, mas o bebê não resistiu.
O pai do bebê relatou à polícia, que a piscina era cercada e não sabe como ele teve acesso.
O caso foi registrado como morte suspeita na Delegacia Seccional.
O sepultamento aconteceu na tarde desta segunda-feira (11), no Cemitério Parque de Limeira.
Conforme informações do boletim de ocorrência, a família da bebê estava reunida em um churrasco, onde utilizaram um disco de arado para o preparo dos alimentos.
Em certo momento, quando foram reabastecer o disco com álcool, a explosão aconteceu. Todas as seis pessoas que estavam no local ficaram feridas e foram encaminhadas para a UTI da Santa Casa de Limeira.
No entanto, após alguns dias de internação, a bebê não resistiu aos ferimentos e morreu em decorrência de uma parada cardíaca.
O sepultamento aconteceu na tarde de sábado (11), no Cemitério Municipal de São Pedro.
]]>De acordo com informações da polícia, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender uma ocorrência de engasgamento no Jardim Yeda. No entanto, quando chegaram no local, os agentes viram que a criança apresentava lesões e a levaram ao Hospital Ouro Verde.
No hospital, a médica que atendeu o bebê constatou lesões de maus-tratos e possível abuso sexual e chamou a Polícia Militar (PM).
O bebê de oito meses teve uma parada respiratória e acabou não resistindo aos ferimentos.
Os policiais avisaram a mãe da criança, de 19 anos, que, segundo eles, entrou em desespero. Já o padrasto, teria reagido à notícia de forma agressiva.
Os dois foram levados para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A mãe foi liberada e deve responder em liberdade. Já o companheiro dela ficou preso e deve passar por exame de corpo de delito.
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Campinas (SP) descartou preliminarmente sinais de abuso sexual no bebê.
O legista destacou que os sinais apontados pela médica “são de um fenômeno natural do corpo” em casos de mortes violentas – o bebê morreu por trauma crânio encefálico, por conta de uma queda.
Apesar do apontamento, ainda serão realizados outros exames laboratoriais, mas em princípio, a Polícia Civil descartou a violência sexual e registrou o caso como maus-tratos.
Após o laudo, o padrasto teria confessado que deixou a criança cair da cama e bater a cabeça durante a noite. Porém, não disse nada à mãe do bebê até que de madrugada notou que a criança não estava respirando.
Diante dos fatos apurados pela Polícia Civil, o caso é investigado como maus-tratos seguido de morte, e por isso houve a prisão em flagrante do padrasto, que foi encaminhado para a cadeia pública e será apresentado em audiência de custódia nesta quarta (6).
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