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No momento do ocorrido, a mãe da criança estava com a outra filha no hospital devido a uma infecção no intestino, mas uma câmera de segurança flagrou o momento do abandono do menino.
As imagens mostram um carro parando no local por volta das 2h e o homem entrando com a criança no matagal às margens do córrego. A localização do menino aconteceu cerca de cinco horas depois.
A polícia iniciou a busca pelo padrasto, que tentou fugir, mas foi preso em flagrante. Ele vai responder por tentativa de homicídio.
Conforme o registro do caso, a ocorrência aconteceu em uma casa na Rua Ramos de Azevedo, região central da cidade.
Em depoimento à polícia, a mãe das crianças contou que o companheiro discutiu com a filha dela de 10 anos. Em meio a briga, ele teria jogado um tamanco na direção da menina, mas o objeto atingiu a cabeça do bebê.
O menino sofreu um corte profundo e a mãe o socorreu à Santa Casa de Misericórdia. No local, o médico realizou exames e constatou um traumatismo craniano com lesão perfuro cortante. O corte foi suturado e após os atendimentos, o bebê foi liberado.
A Polícia Militar (PM) atendeu a ocorrência, mas o autor do crime fugiu antes da equipe chegar.
O Conselho Tutelar também foi acionado e acompanhou a mãe da vítima durante o registro da ocorrência de agressão.
]]>De acordo com informações da polícia, o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender uma ocorrência de engasgamento no Jardim Yeda. No entanto, quando chegaram no local, os agentes viram que a criança apresentava lesões e a levaram ao Hospital Ouro Verde.
No hospital, a médica que atendeu o bebê constatou lesões de maus-tratos e possível abuso sexual e chamou a Polícia Militar (PM).
O bebê de oito meses teve uma parada respiratória e acabou não resistindo aos ferimentos.
Os policiais avisaram a mãe da criança, de 19 anos, que, segundo eles, entrou em desespero. Já o padrasto, teria reagido à notícia de forma agressiva.
Os dois foram levados para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A mãe foi liberada e deve responder em liberdade. Já o companheiro dela ficou preso e deve passar por exame de corpo de delito.
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Campinas (SP) descartou preliminarmente sinais de abuso sexual no bebê.
O legista destacou que os sinais apontados pela médica “são de um fenômeno natural do corpo” em casos de mortes violentas – o bebê morreu por trauma crânio encefálico, por conta de uma queda.
Apesar do apontamento, ainda serão realizados outros exames laboratoriais, mas em princípio, a Polícia Civil descartou a violência sexual e registrou o caso como maus-tratos.
Após o laudo, o padrasto teria confessado que deixou a criança cair da cama e bater a cabeça durante a noite. Porém, não disse nada à mãe do bebê até que de madrugada notou que a criança não estava respirando.
Diante dos fatos apurados pela Polícia Civil, o caso é investigado como maus-tratos seguido de morte, e por isso houve a prisão em flagrante do padrasto, que foi encaminhado para a cadeia pública e será apresentado em audiência de custódia nesta quarta (6).
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, o autor mora no local com a mãe e o padrasto de 38 anos. A mulher relatou à polícia que o filho pediu dinheiro para pagar contas pessoais e se irritou quando o padrasto negou.
De acordo com o registro do caso, durante a discussão o rapaz se irritou, pegou uma faca e acertou o peito da vítima.
Uma unidade de resgate socorreu o homem ao Hospital Municipal e ele ficou internado sob cuidados médicos.
A PM apresentou o enteado na Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde a autoridade policial registrou o crime de lesão corporal. O rapaz permaneceu à disposição do delegado para maior esclarecimento do ocorrido.
]]>De acordo com informações da corporação, o suspeito disse em depoimento, que brigou com o enteado através de um aplicativo de mensagens.
O homem alegou que a vítima, de 32 anos, foi até casa dele e de forma alterada, o insultou e fez ameaças. Segundo o suspeito, ele colocou uma faca no bolso por ‘prever que seria agredido’ pelo enteado e usou o objeto para se defender de um ataque.
Um vizinho socorreu a vítima até a Santa Casa de Capivari, mas ela não resistiu aos ferimentos e morreu.
O autor do crime fugiu de carro e disse que depois rodou sem rumo por canaviais da cidade para se esconder.
Através do Centro de Operações de Inteligência (COI) da corporação, a Guarda identificou o veículo do suspeito circulando pelo bairro Vila Fátima.
Os guardas localizaram o suspeito e fizeram a prisão. Ele passou por exames cautelares e foi apresentado no Distrito Policial de Capivari, onde o boletim de ocorrência foi registrado.
A faca usada no crime foi apreendida e o suspeito permanece a disposição da Justiça.
]]>No local, pela Rua Hilda David Dal’Bo, os policiais militares foram informados pela vítima, que o enteado havia quebrado móveis e objetos da casa, deixando apenas uma pilha de entulho.
Durante a tentativa de conter o homem, o padrasto foi arremessado contra a parede e sobre os entulhos. Com isso, ele sofreu um corte profundo em uma das mãos.
O autor da agressão revelou que tinha feito o uso de cocaína. Ele recebeu voz de prisão e foi levado ao Distrito Policial (DP) do município, onde foi ouvido e liberado.
]]>Conforme informações da Polícia Militar (PM), policiais seguiram até o endereço da vítima e encontraram a mãe da criança chorando na rua.
A mulher disse que flagrou o atual companheiro com a mão nas partes íntimas da filha. Houve uma briga e o homem saiu da casa.
A equipe falou com a vítima, que na presença da mãe relatou o ocorrido. De acordo com a menina, o crime acontece com frequência há pelo menos três anos.
A criança alegou que nunca disse nada, porque o padrasto ameaçou matar a mãe e os avós dela.
A PM coletou informações sobre o suspeito e o encontrou na casa da mãe dele. O homem negou as acusações, mas recebeu voz de prisão por estupro de vulnerável.
A equipe apresentou o caso no Distrito Policial, onde o autor permaneceu até a audiência de custódia, que aconteceu nesta quarta-feira (28). A prisão foi mantida e agora o criminoso será encaminhado para uma unidade prisional destinada a acusados por esse tipo de crime.
]]>Conforme informações da Guarda Civil Municipal (GCM), uma conselheira tutelar solicitou apoio para atender o caso no Parque Residencial Abilio Pedro.
Um vizinho teria ouvido a menina gritar para que o padrasto saísse de perto dela. Logo depois, o vizinho foi até a casa do suspeito e chamou a criança para ficar com ele até a chegada do Conselho Tutelar.
As equipes foram até o local e também notificaram a mãe da vítima que estava trabalhando.
A conselheira encaminhou a menina para a Santa Casa da cidade onde ela realizou exame ginecológico. Segundo a avaliação médica, não houve penetração, mas a criança detalhou como o suspeito a tocou, além de outros atos libidinosos.

A conselheira tutelar que atendeu o caso, informou que já existia um atendimento anterior sobre suspeita de abuso, porém na época não houve comprovação.
Agora, o padrasto vai responder pelo crime de estupro de vulnerável.
O Conselho Tutelar tomou as medidas protetivas em relação à criança e fará o acompanhamento da família.
De acordo com apurações do site Policial Padrão, o crime aconteceu por volta das 3h, na região do Jardim São Marcos.
Segundo a versão da vítima, já faz algum tempo que ela percebeu que o padrasto fica olhando para ela pela porta do quarto. Dessa vez, ela disse que fingiu estar dormindo quando o padrasto entrou e tocou em suas partes íntimas e nos seios por dentro da blusa.
Após o ocorrido, a garota mandou mensagens para o pai que mora em outro local. O homem foi até a casa da ex-mulher e chamou a polícia.
Em depoimento à polícia a mãe e o padrasto disseram que acordaram com o pai da garota chamando no portão.
A mulher disse que descobriu sobre o fato naquele momento. Já o suspeito, confirmou que entrou no quarto da vítima, mas apenas por ter visto um fone enrolado no pescoço da menina. Ele alega que só tirou o objeto do pescoço dela e depois voltou a dormir.
A PM deu voz de prisão ao suspeito e encaminhou o caso para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). O padrasto vai responder por estupro de vulnerável consumado.
]]>A PM estava em patrulhamento, quando foi acionada para atender uma ocorrência de agressão na Rua 23. No local, a vítima de 30 anos estava com lesões na cabeça e no braço direito. Ele conta que seu padrasto o agrediu com golpes de enxada durante uma discussão.
Em contato com o padrasto, ele disse ter agredido seu enteado para se defender.
Ele foi conduzido até o Plantão Policial, onde um boletim de ocorrência foi registrado.
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