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A apreensão incluiu 250 caixas, cada uma contendo 50 maços de cigarros (com um total de 10 mil cigarros por maço, alcançando a cifra de 2,5 milhões de cigarros), oito sacolas com mais 100 mil cigarros cada (somando 800 mil cigarros), uma caixa de fumo capaz de produzir até 150 mil cigarros, sete pallets com 70 mil embalagens de cigarro cada, além de três sacos com embalagens soltas e três caixas contendo filtros para cigarros.
Os suspeitos detidos na operação alegaram desconhecer a ilegalidade de suas atividades na fábrica. As investigações preliminares indicam que o objetivo da produção clandestina era minimizar as perdas no transporte da mercadoria, que originalmente provinha de território estrangeiro, optando pela fabricação local do produto falsificado para venda em comércios da região.
Após o pagamento de fiança, os detidos foram liberados. O caso segue sob investigação pelo 1° Departamento Policial de Itatiba, que continua as diligências para apurar todos os envolvidos no esquema ilegal.
]]>A investigação, conduzida pela 5ª Delegacia Patrimônio, especializada em Investigações sobre Roubo a Bancos, revelou que a empresa, apesar de sua fachada legítima, tinha como principal atividade a captação de informações comerciais. Utilizando um aplicativo de mensagens, os criminosos transformavam esses dados em cobranças indevidas, ameaçando as vítimas de protestar as dívidas caso não fossem pagas.
O golpe foi descoberto após um trabalho detalhado de investigação que permitiu aos policiais identificar e localizar o escritório onde a quadrilha mantinha suas operações. A ação resultou na prisão em flagrante dos envolvidos e na apreensão de documentos, uma base de dados utilizada pela quadrilha e manuais instruindo como enganar as vítimas.
Esta operação destaca o compromisso do DEIC em combater o crime organizado e proteger a população de fraudes financeiras, reforçando a importância da vigilância e da denúncia de atividades suspeitas por parte dos cidadãos.
]]>Os disfarces variados não só facilitaram a aproximação com os criminosos, que se misturavam aos foliões, mas também surpreenderam positivamente o público, que aplaudiu a prisão de um ladrão durante a operação na avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste. A fotógrafa pericial Telma Rocha destacou que o uso de fantasias foi um recurso eficaz para chegar mais perto dos suspeitos de forma discreta.
A ação que chamou atenção nas redes sociais envolveu Augusto Curban Crocco e Jonathan Romes Santana, ambos disfarçados de Chapolin, que identificaram uma mulher indicando potenciais vítimas a outros assaltantes. A operação resultou na prisão de 59 suspeitos, na recuperação de 189 celulares e na apreensão de quase 600 cartões bancários, mostrando a efetividade da estratégia adotada pela Polícia Civil durante o Carnaval.
O sucesso da operação também foi celebrado por Marcela Fuset, uma das vítimas de furto, que recuperou seu celular graças ao trabalho dos policiais. A união e o trabalho conjunto entre diferentes departamentos da Polícia Civil, como destacou o agente Crocco, foram fundamentais para o sucesso da operação, promovendo não apenas a segurança dos participantes do Carnaval, mas também uma maior integração entre as equipes envolvidas.
Este reconhecimento do trabalho policial, como ressaltado pelo auxiliar de papiloscopista Fábio Narciso, é uma fonte de satisfação para os agentes, especialmente quando conseguem passar despercebidos e atuar de maneira eficaz. A Operação Carnaval da Polícia Civil de São Paulo demonstra a importância da inovação e da criatividade nas estratégias de segurança pública, especialmente em eventos de grande escala como o Carnaval.
]]>O trabalho de investigação, que se estendia por semanas, revelou a existência de uma residência no Guarujá utilizada para armazenar grandes quantidades de entorpecentes, distribuídos posteriormente em vários pontos da Baixada Santista. A operação de sábado começou com a interceptação de um veículo no sistema Anchieta-Imigrantes, momento em que os policiais apreenderam cerca de 70 tabletes de cocaína com um dos suspeitos, que confessou estar a caminho do Guarujá para entregar a substância.
No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
]]>Com base nas cidades de Marília e Matão, a quadrilha estendia suas atividades para diversas outras localidades do Estado de São Paulo, além de ter ramificações no Distrito Federal, Pernambuco e Santa Catarina. Essa extensa rede de distribuição incluía pontos de coordenação em cidades como Bauru, Catanduva e Assis, sendo a capital paulista um dos principais centros de distribuição.
O delegado João Carlos Domingues, responsável pela Dise de Marília, destacou que a investigação, iniciada no começo do ano passado, exigiu um intenso trabalho de inteligência policial e ações de campo para desarticular a organização. “Foi um trabalho árduo de investigação que nos permitiu mapear a estrutura dessa grandiosa organização, responsável pela distribuição e venda de haxixe e outras drogas sintéticas, não apenas em nosso estado, mas também em outras regiões do Brasil”, afirmou.
A operação mobilizou cerca de 140 policiais e se concentrou em pelo menos sete cidades paulistas. Em Marília, 12 prisões temporárias foram executadas, incluindo a do líder do grupo, ressaltando o sucesso da operação na desarticulação de um dos principais núcleos do tráfico de drogas sintéticas no país. A Operação Synthlux marca um importante passo no combate ao tráfico de entorpecentes, especialmente aqueles voltados para festas universitárias, reforçando o compromisso das autoridades em garantir a segurança e o bem-estar da população.
]]>A ação foi conduzida por agentes da 6ª Delegacia de Investigações sobre Facções Criminosas e Lavagem de Dinheiro, parte da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (DISCCPAT). As investigações apontaram para uma operação ilegal que utilizava fungos alucinógenos para a confecção de barras, trufas, bombons e cookies alucinógenos.
Amostras dos produtos foram coletadas e encaminhadas para análise pericial, confirmando a presença de psilocibina. Com base nas evidências, foram emitidos mandados de busca e apreensão para dois endereços associados às suspeitas: um imóvel de alto padrão, utilizado como local de produção dos chocolates, e outro em um centro comercial, funcionando como sede administrativa da operação.
Além das prisões, a equipe do DEIC apreendeu a matéria-prima e os produtos já fabricados, efetuando um duro golpe contra a produção e distribuição de drogas na região e estado. As detidas foram acusadas de associação ao tráfico e tráfico de drogas, enfatizando o compromisso das autoridades no combate às drogas sintéticas e à inovação no tráfico..
]]>Ele, que havia saído do sistema prisional há menos de três meses, era suspeito de traficar drogas na Rua Vasco da Gama, também conhecida como “Travessa Esplanada”.
Durante a operação, um policial ficou em um ponto estratégico, observando as ações do suspeito. Sendo então visto saindo de um imóvel e escondendo objetos em uma caixa d’água, retornando várias vezes ao local para pegar algo e guardar dinheiro.
Ao ser abordado pelos agentes da 2ª DISE e da UIP, o então suspeito admitiu que havia escondido porções de crack e dinheiro oriundo do tráfico na caixa d’água. A busca resultou na descoberta de 301 porções de crack e R$ 175,00 em espécie.
Adicionalmente, uma busca no imóvel frequentado pelo traficante levou à apreensão de mais 84 porções de crack, cinco pedras brutas da mesma droga, nove saquinhos de cocaína a granel, uma balança de precisão, 100 saquinhos de juju, além de um prato e uma lâmina de barbear com resíduos de crack.
Diante das evidências, recebeu voz de prisão em flagrante delito e foi conduzido à sede da 2ª DISE – DEIC. Lá, o Dr. Demetrios Gondim Coelho, autoridade policial titular da unidade, registrou o auto de prisão em flagrante. O acusado permanece à disposição da Justiça. A droga ficou apreendidas para incineração legal.
]]>O inquérito revelou que os acusados operavam uma imobiliária que, na realidade, funcionava como fachada para um mercado ilegal de venda de cargos públicos. Entre os cargos comercializados estavam posições de assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e outras funções na Administração Pública Estadual. Os investigados cobravam cerca de R$ 100 mil por cargo, aceitando até veículos como forma de pagamento. No curso da operação, três carros de luxo foram apreendidos: uma Mercedes, um Hyundai/HB20 e um Fiat/Toro.
Além dos cinco detidos, as autoridades identificaram um outro suspeito, que se disfarçava de policial civil e federal. Até o momento, este indivíduo segue foragido, e a Polícia Civil intensifica seus esforços para localizá-lo.
Os acusados foram encaminhados ao 77° DP (Santa Cecília), onde o caso foi registrado. As investigações continuam, visando desmantelar completamente o esquema criminoso e capturar o suspeito restante. Este caso ressalta o compromisso contínuo das forças de segurança na luta contra a corrupção e o crime organizado, enfatizando a importância da vigilância e da ação rápida contra essas práticas ilegais.
]]>Após várias denúncias sobre atividades suspeitas ocorrendo em frente ao “Bar R8”, na Rua Crenac, a DISE organizou uma vigilância discreta no local. Durante a observação, os agentes notaram um jovem em uma camiseta listrada preta e amarela interagindo com várias pessoas. Ele recebia dinheiro, atravessava a rua e pegava objetos de uma sacola escondida em uma área verde, entregando-os em seguida. Este comportamento foi observado repetidamente.
Os agentes da DISE rapidamente intervieram e abordaram o adolescente. Durante a revista, encontraram um celular e, na sacola, localizaram 40 porções de drogas, incluindo maconha, crack e cocaína, além de R$30,00 em dinheiro. O jovem admitiu estar envolvido no tráfico de drogas e foi levado à sede da DISE, acompanhado por um responsável legal.
A Autoridade Policial tomou conhecimento do caso e realizou os procedimentos necessários. O adolescente foi liberado ao seu curador, conforme a legislação vigente, após o registro do ato infracional e a apreensão da droga.
]]>A vítima se registrou no hotel na tarde de domingo (24) na companhia deste homem, que deixou o local na madrugada seguinte, alegando que iria fazer compras, mas não retornou. Com o término da estadia e após tentativas frustradas de contato, os funcionários do hotel acessaram o quarto e se depararam com a trágica cena.
A 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Homicídios, parte da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) – Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 2 (Deinter 2), foi prontamente acionada para conduzir as investigações. Durante o inquérito, descobriu-se que o suspeito já havia sido preso anteriormente por feminicídio em 24 de dezembro de 2018, e estava em liberdade condicional beneficiado pela saída temporária.
A análise da cena do crime sugere que o autor utilizou um travesseiro para asfixiar a vítima, um ato de extrema crueldade. Posteriormente, o suspeito retornou ao presídio onde cumpria sua pena e, diante das autoridades, confessou ter cometido o homicídio no hotel.
Este triste episódio em Campinas ressalta a importância de contínuas avaliações no sistema de liberdade condicional e a necessidade de medidas efetivas para prevenir crimes de feminicídio.
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