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Além dos feminicídios, São Paulo registrou um aumento de 9,8% nos casos de estupros de vulnerável e estupros em 2023, totalizando 11,1 mil e 3,3 mil ocorrências, respectivamente. A subnotificação destes crimes ainda é um desafio, mas o aumento das denúncias sugere que as vítimas estão ganhando confiança para buscar ajuda.
No âmbito investigativo, a 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da região do Cambuci, em São Paulo, esclareceu 93% dos feminicídios ocorridos desde 2020 na área central, resultando na prisão de 14 suspeitos. A delegada Cristine Nascimento Guedes Costa enfatiza o rigoroso trabalho de investigação para assegurar a prisão dos agressores.
A 1ª DDM opera dentro da Casa da Mulher Brasileira, oferecendo um atendimento integrado e multidisciplinar às vítimas. Este modelo de acolhimento busca não apenas o esclarecimento dos crimes, mas também o fornecimento de suporte jurídico, social e psicológico, contribuindo para o rompimento do ciclo de violência.
Apesar dos esforços e avanços significativos, a violência doméstica e os crimes sexuais ainda são uma realidade desafiadora. A conscientização sobre a importância do registro de ocorrências e o acesso a redes de apoio são fundamentais para proteger as mulheres e promover uma sociedade mais justa e segura.
]]>Os disfarces variados não só facilitaram a aproximação com os criminosos, que se misturavam aos foliões, mas também surpreenderam positivamente o público, que aplaudiu a prisão de um ladrão durante a operação na avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste. A fotógrafa pericial Telma Rocha destacou que o uso de fantasias foi um recurso eficaz para chegar mais perto dos suspeitos de forma discreta.
A ação que chamou atenção nas redes sociais envolveu Augusto Curban Crocco e Jonathan Romes Santana, ambos disfarçados de Chapolin, que identificaram uma mulher indicando potenciais vítimas a outros assaltantes. A operação resultou na prisão de 59 suspeitos, na recuperação de 189 celulares e na apreensão de quase 600 cartões bancários, mostrando a efetividade da estratégia adotada pela Polícia Civil durante o Carnaval.
O sucesso da operação também foi celebrado por Marcela Fuset, uma das vítimas de furto, que recuperou seu celular graças ao trabalho dos policiais. A união e o trabalho conjunto entre diferentes departamentos da Polícia Civil, como destacou o agente Crocco, foram fundamentais para o sucesso da operação, promovendo não apenas a segurança dos participantes do Carnaval, mas também uma maior integração entre as equipes envolvidas.
Este reconhecimento do trabalho policial, como ressaltado pelo auxiliar de papiloscopista Fábio Narciso, é uma fonte de satisfação para os agentes, especialmente quando conseguem passar despercebidos e atuar de maneira eficaz. A Operação Carnaval da Polícia Civil de São Paulo demonstra a importância da inovação e da criatividade nas estratégias de segurança pública, especialmente em eventos de grande escala como o Carnaval.
]]>O trabalho de investigação, que se estendia por semanas, revelou a existência de uma residência no Guarujá utilizada para armazenar grandes quantidades de entorpecentes, distribuídos posteriormente em vários pontos da Baixada Santista. A operação de sábado começou com a interceptação de um veículo no sistema Anchieta-Imigrantes, momento em que os policiais apreenderam cerca de 70 tabletes de cocaína com um dos suspeitos, que confessou estar a caminho do Guarujá para entregar a substância.
No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
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