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A delegada da Polícia Federal, Estela Beraquet Costa, afirmou que o homem planejava vender o conteúdo criminoso em chats e salas de bate-papo.
Os locais alvos de mandados foram identificados pela polícia como “pontos digitais de compartilhamento de arquivos com conteúdo de sexo explícito envolvendo menores de idade”, por meio de aplicativos em smartphones e salas de bate papo na internet.
A Operação Infância Protegida foi desenvolvida pela Polícia Federal em Campinas (SP) no ano de 2023, em conjunto com os órgãos centrais da PF em Brasília (DF).
Os investigados podem receber pena de 18 anos de prisão, relacionadas aos crimes de produção, posse e transmissão de arquivos ilícitos envolvendo exploração sexual infantil.
Em nota, a Polícia Federal afirmou que mantém na Delegacia em Campinas um grupo permanente de investigação de crimes dessa natureza, para tentar acabar com o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.
]]>O mandado foi expedido pela 1ª Vara Federal de Americana, por conta de um de inquérito policial. Os policiais apreenderam fotos e vídeos envolvendo abuso sexual de crianças e adolescentes, no período de novembro e dezembro do ano passado.
O investigado confessou a prática e responderá por crimes previstos no Estatuto da Criança e Adolescente.

Quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas (SP, Indaiatuba (SP), Vinhedo (SP) e Mogi Guaçu (SP) foram cumpridos simultaneamente.
Nesta investigação, realizada pelo Núcleo de Inteligência da 1ª DIG/DEIC de Campinas, já foram identificados material de pornografia infantil através dos IP´s dos investigados.
Hoje, os cumprimentos dos mandados tem como objetivo apreender computadores, aparelhos de telefonia celular, pen-drivers, HD’s externos, cartões de memórias, CD’s e DVD’s que possam conter fotografias, vídeos ou outros registros de cenas de sexo explícito ou pornografia envolvendo criança e/ou adolescentes.
Além dos policiais da 1ª DIG, participaram os policiais da Delegscia Seccional de Mogi Guaçu e da Policia Técnico Cientifica, além da importante colaboração da Policia Federal de Piracicaba.
A ocorrência será apresentado na 1ªDIG da DEIC de Campinas.
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A Polícia Federal mantém acordo de cooperação técnica-investigativa com vários órgãos internacionais de vigilância contra os crimes de abuso sexual infantil disponibilizados na rede mundial de computadores, bem como acordo de Cooperação Internacional Policial – Interpol, para o combate a tais delitos. A informação foi inicialmente encaminhada por meio do Órgão Central da Polícia Federal, o Serviço de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil.
O indivíduo responderá pelo crime de divulgação de pornografia infantojuvenil, cuja pena é de até seis anos de reclusão (art. 241-A, do ECA).
Ressalta-se a importância da participação da sociedade ao denunciar toda e qualquer forma de violência praticada contra crianças e adolescentes.
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O indivíduo foi preso durante uma operação montada para o caso, chamada “Operação Lençóis Floridos”, pois o abuso sexual foi filmado em uma cama com lençóis vermelhos floridos.
As investigações tiveram início em Brasília, no Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil pela Internet (Nurcop) e as informações chegaram para a Polícia Federal de Piracicaba em dezembro do ano passado.
O autor e a vítima, que hoje está com 11 anos, foram identificados em menos de dois dias. Além do abuso, foi encontrado material pedopornográfico no celular do acusado.
Ele então foi enquadrado em três artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente e um do Código Penal, podendo ficar preso por até 16 anos.
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219 mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, a megaoperação tinha como foco localizar casos de abusos infantis em arquivos na internet.
A Polícia Federal participou da operação no estado do Rio de Janeiro. O objetivo era encontrar e apreender arquivos de abusos sexuais de crianças, que são encontrados na Deepweb, também conhecida como “internet invisível”, onde o anonimato permite que pedófilos publiquem, curtam e compartilhem atividades ilegais, evitando que a polícia aja.
A investigação desta megaoperação se iniciou em 2018, quando um suspeito de pedofilia estava tentando vender sua sobrinha para outros pedófilos na Rússia.
A intenção do homem era levar a menina a um parque da Disney, deixá-la com os traficantes e alegar que ela teria se perdido. Com isso, a investigação se intensificou, localizando essa rede de pedófilos na Deepweb, que produzem, vendem e compram vídeos de abusos de menores.
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A operação “Luz da Infância” em combate à pedofilia está em andamento em todo o Estado de São Paulo e em outros oito estados e quatro países, contando com a força-tarefa internacional.
Nessa sexta-feira (06), a Delegacia de Investigações Gerais de Americana deu início a operação nas cidades de Sumaré e Santa Bárbara d’Oeste. Até o momento dessa publicação, um indivíduo já havia sido detido com indícios de pedofilia digital.
Além disso, dois mandados de busca também já estavam sendo cumpridos. No estado do Rio de Janeiro, um homem foi preso em flagrante na Taquara, Zona Oeste.
Nesse mesmo estado, os agentes saíram para cumprir sete mandados de busca e apreensão nos bairros de Jacarepaguá, Lins de Vasconcelos e Vargem Pequena, na capital, e Centro e Santa Luiza, em São Gonçalo.
Caso encontrados materiais pornográficos nesses lugares, os responsáveis serão presos em flagrante. Nessa etapa da operação, a justiça brasileira conta com a participação das polícias da Argentina, Panamá, Paraguai e Estados Unidos.
Os estados alvos dessa operação no Brasil serão São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Pará, Mato Grosso, Goiás, Ceará e Alagoas. No total, há 137 mandados de busca e apreensão a serem cumpridos.
Por enquanto sem mais informações.
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