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Romano Costa, diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp/MJSP), destacou o total apoio do MJSP e celebrou o sucesso da operação. “Conseguimos articular as ações de forma eficiente e rápida, causando significativo prejuízo ao crime organizado”, ressaltou Costa.
Na operação, atuaram cerca de cem policiais civis, assessorados pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel) e pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro (LAB/PCPE), vinculados à Diretoria Integrada Especializada (Diresp). A presidência da operação ficou a cargo do delegado Álvaro Grako, titular da Delegacia de Polícia de Roubos e Furtos (DPRF), unidade integrante do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri).
Esta ação representa mais um passo importante na luta contra o crime organizado, enfatizando a importância da integração e cooperação entre diferentes forças policiais e instituições de segurança pública.
]]>O crime aconteceu no dia 25 de julho do ano passado, quando Monique Jéssica da Silva Pereira, de 27 anos, foi assassinada a tiros na cidade de Petrolina (PE).
A motivação do crime teria sido a disputa pelos bens do irmão da vítima que morreu no mês de maio. A ex cunhada de Monique queria ficar com a moto que pertencia ao ex companheiro, mas Monique estaria utilizando o veículo pra ir trabalhar.
O autor dos dois disparos que acertaram Monique, seria o avô da ex cunhada da vítima, de 72 anos. Após o homicídio, o idoso fugiu para Campinas (SP) e se preparava para uma nova fuga, onde iria para o estado de Alagoas.
O homem foi preso e deverá passar por audiência de custódia.
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Ao todo, mais de 240 Policiais Federais cumprem as medidas judiciais nos Estados de Pernambuco, São Paulo, Amazonas, Pará e Distrito Federal.
A investigação, que conta com o apoio da Receita Federal do Brasil e da Procuradoria Regional da Fazenda Nacional – 5ª Região, apura a prática de crimes tributários (previstos na Lei nº 8.137/90), financeiros (da Lei nº 7.492/86), de fraude à execução e contra a organização do trabalho (previstos no Código Penal), de organização criminosa (Lei 12.850/2013) e de lavagem de dinheiro (Lei 9.613/98), por parte de integrantes de Grupo Empresarial do Nordeste, com atuação em âmbito nacional.
Os investigados se organizaram em um sofisticado esquema contábil-financeiro para desviar o patrimônio das empresas do grupo, transferindo-o para os seus sócios e interpostas pessoas (“laranjas”), com a finalidade de elidir tributos e direitos trabalhistas de centenas de empregados, causando um prejuízo aos cofres públicos e aos trabalhadores apurado em mais de R$ 8.64 bilhões.
Além da colheita de elementos de materialidade e indícios de autoria, a equipe de investigação busca, nessa fase do trabalho de apuração, recuperar o patrimônio desviado e ocultado pelos investigados, com o objetivo não só de reparar o dano patrimonial causado aos cofres públicos, através dos débitos tributários já constituídos, mas principalmente, liquidar os créditos trabalhistas de centenas de empregados do Grupo Empresarial.
Com grande parte de suas atividades paralisadas após o esvaziamento patrimonial criminoso, as empresas do grupo investigado deixaram centenas de trabalhadores sem receber salários e outros direitos trabalhistas, sendo um dos objetivos da investigação permitir que essas famílias de trabalhadores recuperem os seus direitos por meio da Justiça do Trabalho, que inclusive já os reconheceu formalmente.
O nome da operação faz referência à forma de ocultação patrimonial empregada pela organização criminosa, criando empresas paralelas, com sócios aparentes, para receber o patrimônio do grupo empresarial, com a finalidade de impedir o pagamento dos créditos trabalhistas e tributários, garantindo que o patrimônio permaneça com seus gestores – Background – conjunto de condições que omitem a realidade.
Fonte/texto: Polícia Federal
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