acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131powerkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wp-graphql domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wpgraphql-acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131De acordo com a corporação, no local havia mais de 250 metros do equipamento.
A equipe de patrulhamento náutico fez a recolha e apreensão do material, além de devolver os peixes à represa.
Nenhum responsável pelas redes foi encontrado.
]]>De acordo com informações da Polícia Militar Ambiental entre janeiro e fevereiro, equipes autuaram 17 pessoas por pesca proibida.

O efetivo policial utilizou não apenas veículos de quatro rodas e como também embarcações para realizar fiscalizações policiais ambientais e atividades de policiamento ostensivo nos períodos diurno e noturno.
Tudo com a finalidade de garantir que a Piracema (período de reprodução dos peixes) fosse devidamente respeitada.
Somente entre janeiro e fevereiro desse ano, o policiamento registrou mais de 40 horas de atividades com emprego de embarcações. Houve apreensão de diversos petrechos de pesca, tais como redes de espera, tarrafas e caniços (varas), além de uma embarcação.
Além disso, a polícia apreendeu 52 quilos de pescado proveniente de pesca proibida e realizou 17 autuações ambientais que somadas superaram R$ 20 mil em valor de multas.

Além das abordagens a pescadores embarcados e em barrancos dos rios e represas, as equipes desenvolveram diversas fiscalizações de fonte de consumo. Desse modo, estabelecimentos que comercializam o pescado, precisaram confirmar a procedência e a nota fiscal dos produtos oriundos da pesca.
A Piracema é uma modalidade de defeso que tem o objetivo de salvaguardar o movimento migratório dos peixes pertencentes as bacias do Tietê e Paraná, da qual a nossa região faz parte. Isso permite o repovoamento dos corpos hídricos (rios e represas) e a manutenção dos estoques pesqueiros.
Durante esse período, passa a valer algumas restrições não apenas para pescadores amadores como também para profissionais. Elas proíbem a captura de peixes nativos e limitam a captura de peixes não proveniente das Bacias do Tietê – Paraná, consideradas espécies exóticas.
Embora o período da Piracema se encerre a partir de 1º de março, algumas restrições continuam em vigor. Entre elas, o uso de alguns petrechos de pesca como rede de espera e tarrafas que são de uso exclusivo do pescador profissional.

Por fim, há também a imposição de tamanho mínimo para a captura de algumas espécies nativas, além da existência de locais proibidos, que incluem áreas próximas a barragens e corredeiras.
A Polícia Militar Ambiental de Jundiaí está localizada na Rua Cabedelo, 240, no bairro Vila São Paulo. Para o registro de denúncias e prestação de informações e orientações, atende pelo telefone (11) 4588-8960.
]]>A polícia informou que fazia o policiamento preventivo às margens da represa quando viu dois homens. A dupla estava em pesca predatória durante o período da Piracema, usando material não permitido e com dois quilos de peixes.
A polícia autuou os dois por infração ambiental no valor de R$ 4,1 mil, por pesca em período proibido e uso de apetrechos não permitidos. Além disso, houve um acréscimo de R$ 20 por cada quilo de pescado apreendido.
Por fim, a equipe apreendeu a tarrafa de nylon que eles usavam e soltaram os peixes capturados.
De acordo com a lei federal de proteção do meio ambiente é proibido, durante a Piracema, a captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas, inclusive espécies utilizadas para fins ornamentais e de aquariofilia.
A medida ocorre na época de reprodução de peixes com o objetivo de impedir a pesca predatória e contribuir com a preservação das espécies.
A proibição também vale para uso de materiais perfurantes, como arpão, arbalete, fisga, bicheiro e lança.
A pesca ilegal nesse período pode resultar em multa e processo judicial por crime ambiental.
]]>