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Além disso, a PF deu sequência à Operação Denarius, focada na luta contra a disseminação de notas falsas no comércio local e nas redes sociais, evidenciando a abrangência da atuação dos grupos criminosos, que se estendia para além das fronteiras estaduais.
Paralelamente, as ações se estenderam até o Guarujá (SP) e Marabá (PA), onde foram executados três mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Naruto. Essa investigação, iniciada após a prisão de um homem com cédulas falsas em Santos (SP) em dezembro de 2021, revelou a existência de um grupo em um aplicativo de mensagens dedicado à negociação e troca de notas falsas. Durante as buscas, foram apreendidos celulares, cartões em branco e equipamentos possivelmente utilizados para clonagem e estelionato.
Os indiciados, acusados de associação criminosa e falsificação de moeda, enfrentam penas que podem chegar a 15 anos de prisão, ressaltando a gravidade das infrações e a importância das operações realizadas pela Polícia Federal. Estas ações sublinham o comprometimento das autoridades na luta incessante contra o crime organizado, visando garantir a segurança pública e a integridade do sistema financeiro e de armas no país.
]]>Na sexta-feira (9), marcando o início das operações, um homem e duas mulheres foram presos enquanto tentavam embarcar para a França com quantidades significativas de cocaína. Curiosamente, dois deles levavam a substância fixada ao corpo, enquanto uma das mulheres optou por engolir cápsulas do entorpecente, necessitando posterior atendimento médico em hospital público.
O sábado (10) viu mais três indivíduos serem impedidos de prosseguir com seus planos ilícitos. Uma passageira, chegando da Espanha, foi flagrada com 4kg de skunk escondidos em fundos falsos de sua mala. Em outra ação, drogas foram encontradas aderidas às pernas e vestimentas de uma mulher que embarcaria para a França, e um homem foi detido por apresentar documento veicular falso, afirmando trabalhar como motorista de aplicativo em um carro alugado.
As prisões continuaram no domingo (11), com mais três pessoas capturadas tentando embarcar para a França com mais de 7kg de cocaína, escondidos sob as roupas e em fundos falsos de bagagens. Os últimos dois dias da operação, 12 e 13, foram marcados pela prisão de uma sul-africana e uma brasileira, ambas tentando embarcar para seus países com grandes quantidades de cocaína escondidas sob as vestes.
Todos os detidos foram encaminhados à Justiça Federal, onde responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas e uso de documento falso. Esta operação conjunta sublinha o comprometimento das forças de segurança em combater o tráfico de drogas, especialmente em pontos de entrada e saída internacionais do país, como o Aeroporto Internacional de Guarulhos
]]>A PF tem utilizado o controle de insumos químicos e a repressão aos desvios para o tráfico de drogas como ferramentas de inteligência para mitigar a produção e oferta de entorpecentes no território nacional.
Mais de 70 policiais federais estão nas ruas para cumprir 18 mandados de busca e apreensão em endereços localizados em São Paulo, Paraná e Minas Gerais.
As investigações revelaram um esquema que envolvia a emissão fraudulenta de notas fiscais por empresas licenciadas a vender produtos químicos em São Paulo, usando “laranjas” para depósitos em espécie, como se fossem funcionários de grandes multinacionais, que figuravam como compradoras. Foram identificadas 60 transações dissimuladas vinculadas à atuação dessa organização criminosa, totalizando cerca de 12 toneladas de produtos químicos, correspondendo a mais de 19 toneladas de cocaína e crack prontas para consumo.
Além disso, os envolvidos utilizavam diversas metodologias para ocultar e dissimular a origem ilícita dos valores recebidos, como interpostas pessoas e a constituição de empresas fictícias.
As pessoas relacionadas aos fatos investigados responderão pelos crimes de tráfico equiparado, associação para fins de tráfico, bem como pelo crime de lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar 35 anos de reclusão.
O nome da operação faz referência a Oscar Hinsberg, químico que percebeu a possibilidade de converter compostos químicos em fenacetina, a substância principal desviada.
]]>A prisão ocorreu após investigações da Polícia Federal e o cumprimento de um mandado de prisão emitido pela Justiça brasileira, que havia incluído o indivíduo na lista da Difusão Vermelha da Interpol.
O detido era líder de uma quadrilha composta por chilenos especializada em roubos e furtos com o uso de armas de fogo. Esses crimes foram cometidos em Volta Redonda, entre setembro de 2022 e janeiro de 2023, incluindo vítimas que variam de civis a membros das forças de segurança.
O grupo criminoso estava baseado na cidade de São Paulo, de onde planejava e executava suas ações tanto no Brasil quanto na Argentina. Além disso, a quadrilha tinha histórico de atividades criminosas também no Chile, país de origem de seus integrantes.
As autoridades brasileiras pretendem solicitar a extradição do preso para que ele cumpra pena em território nacional, onde cometeu os crimes pelos quais está sendo procurado.
Esse trabalho de cooperação internacional demonstra o comprometimento das forças policiais em combater organizações criminosas transnacionais e garantir a justiça.
]]>Imediatamente após o ocorrido, o delegado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital da cidade. Ele teve boa evolução nessas primeiras 24 horas e atualmente está em recuperação na Unidade de Terapia Intensiva.
A Polícia Federal está oferecendo todo o suporte necessário ao servidor ferido e aos seus familiares neste momento delicado.
No desenrolar da operação, a polícia deteve dois criminosos em posse de uma submetralhadora, uma pistola, dinheiro e substâncias ilícitas. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia Federal em Santos, onde foram formalmente autuados por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A Polícia Federal emitiu um comunicado condenando qualquer ato de violência direcionado a seus servidores enquanto desempenham suas funções. Além disso, se comprometeu a empreender todos os esforços necessários para esclarecer plenamente o ocorrido e garantir que os envolvidos sejam devidamente responsabilizados.
]]>“Todo atentado contra a vida e a integridade física de um de seus servidores é um ataque contra a sociedade como um todo e requer a devida resposta do estado brasileiro”
diz trecho do comunicado.
Os agentes investigaram um possível caso de tráfico de pessoas, no qual trabalhadores, incluindo um menor de idade, provenientes do Paraguai, foram atraídos por promessas fraudulentas de emprego, moradia e alimentação custeados pelo empregador. No entanto, ao chegar à cidade destino, os trabalhadores descobriram que haviam sido enganados.
Em vez das condições prometidas, enfrentavam jornadas exaustivas de trabalho, recebendo valores irrisórios e alimentação inadequada, em troca de uma carga de trabalho diária que se estendia por 15 horas.
Um aspecto alarmante da investigação é a prática de reter documentos dos trabalhadores, como no caso de um adolescente cujo documento foi entregue ao motorista de ônibus e posteriormente retido pelo empregador.
A atuação de empresas de ônibus clandestinas tem chamado a atenção das autoridades, pois elas têm facilitado a migração ilegal de cidadãos paraguaios e bolivianos, incluindo menores desacompanhados, que se tornam vítimas particularmente vulneráveis ao trabalho forçado.
O Consulado do Paraguai reportou que no ano passado foram resgatados 22 menores paraguaios em São Paulo, todos em situação de desamparo.
Os investigados enfrentarão acusações que incluem redução de pessoas a condição análoga à de escravidão e tráfico internacional de pessoas, entre outros crimes.
]]>De acordo com a nota da Polícia Federal, os mandados foram expedidos pelo STF em dois endereços localizados na cidade de Santa Bárbara d’Oeste (SP). Os mandados são cumpridos no âmbito da investigação que apura os crimes de injúria, perseguição e desacato praticados contra o ministro na sexta-feira (14), em Roma.
As buscas foram feitas na residência do empresário Roberto Mantovani Filho e sua esposa, Andrea Mantovan. O empresário Alex Zanatta também é alvo de buscas.
O caso de agressão contra o ministro e sua família foi divulgado no último fim de semana pela imprensa. Segundo as reportagens, o grupo teria chamado o ministro de “bandido e comunista”. Ao questionar os insultos, o filho do ministro foi agredido por um dos acusados. Moraes estava na Itália para participar de uma palestra na Universidade de Siena.
Desde então, a Polícia Federal tem ouvido depoimentos para investigar o caso. No domingo (16), Alex Zanatta prestou depoimento e negou ter proferido ofensas ao ministro.
Nesta terça-feira, a Polícia Federal em Piracicaba ouviu depoimentos do empresário e de sua esposa Andreia Munarão, que também estão envolvidos no episódio. A Polícia Federal não deu informações sobre os depoimentos.
Em entrevista a jornalistas que aguardavam por informações do lado de fora do prédio da Polícia Federal sobre os depoimentos, o advogado Ralph Tórtima, que defende o casal, disse que Mantovani negou ter havido um empurrão.
“Em um depoimento realmente muito esclarecedor, o senhor Roberto [Mantovani] deixou claro que jamais proferiu, em momento algum, qualquer ofensa direcionada ao ministro. Ele reconheceu que houve um entrevero com um jovem que estava no local e que este jovem, ele sequer sabia quem era. Somente quando desembarcaram [no Brasil] e foram abordados pela Polícia Federal no aeroporto é que tomaram conhecimento que se tratava de um filho do ministro”, disse o advogado.
“Ele nega ter havido um empurrão. Ele diz que, em razão de ofensas que eram proferidas à sua esposa, ele afastou essa pessoa [filho de Moraes], que ele sequer sabia quem era. Mas era uma pessoa que fazia ofensas bastantes pesadas, muito desrespeitosas, à sua mulher”, disse o advogado.
Após o episódio, a defesa do casal Mantovani negou qualquer agressão ao ministro. “Roberto Mantovani Filho e sua esposa lamentam, sinceramente, todo o acontecido, estando convictos da existência de equívoco interpretativo em torno dos fatos. Esclarecem que as ofensas atribuídas como se fossem de Andréa ao ministro Alexandre de Moraes foram, provavelmente, proferidas por outra pessoa, não por ela”, declarou a defesa.
Em nota enviada à imprensa, já à noite, a defesa acrescentou que o casal e o filho reiteram estarem seguros de que as imagens do aeroporto evidenciarão o que disseram no depoimento, “especialmente a mais absoluta inexistência de qualquer ato que pudesse, sequer levemente, atingir a imagem pública do Ministro Alexandre de Moraes”.
Com informações da Agência Brasil
]]>Ao todo, a equipe cumpriu quatro mandados de prisão. Entre os alvos da operação estão dois mergulhadores profissionais, que escondiam a droga nos navios.
Os investigadores também cumpriram outros seis mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.
As diligências aconteceram em endereços nas cidades de Niterói e Magé, na região metropolitana do Rio. Segundo a Polícia Federal, o grupo é vinculado à principal facção criminosa do estado. As investigações mostraram que a organização armazena a droga em favelas cariocas.
Com o apoio de funcionários que atuam no Porto do Rio de Janeiro, o grupo sabia quais navios tinham destino à Europa. A partir disso, os mergulhadores escondiam a droga nos cascos dessas embarcações.

Os criminosos agiram em agências bancárias da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar (ROTA), cumpriram dois mandados de Busca e Apreensão e um mandado de prisão preventiva.
A PF já prendeu 38 investigados e cumpriu 87 mandados de busca e apreensão. As investigações continuam, e a Polícia Federal permanece trabalhando incessantemente, voltada à identificação e responsabilização de todos os autores dos violentos atos, tendo sido identificados e presos a maioria dos integrantes da organização criminosa.
]]>Segundo a PF o grupo de brasileiros deportados que chegou ao Brasil incluía crianças de até 10 anos. A Polícia Federal busca apurar como essas crianças saíram do território brasileiro, bem como verificar as condições às quais os menores foram submetidos durante esse processo.
O Juizado da Infância e da Juventude de Pedro Leopoldo/MG acompanhou o desembarque, para dar o suporte necessário. A BH Airport, administradora aeroportuária, forneceu alimentação para os passageiros.
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