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“É uma satisfação imensa estar participando desse evento, na presença de pessoas que combatem diariamente a pirataria”, iniciou o delegado, que atua na 1ª Delegacia da Divisão de Investigações Gerais (DIG), do Deic, especializada em coibir crimes de propriedade imaterial e pirataria.
Carrasco, prosseguiu sua palestra explicando que, com o surgimento da Covid-19, todos do mundo se readequaram, incluindo a Polícia Civil e os criminosos, que começaram a infringir a lei de outras formas.
“Nossa ótica passou a ser voltada para alguns objetos que passaram a ser falsificados e oferecidos ilegalmente no mercado, podendo trazer riscos à saúde do indivíduo”, destacou o delegado ao falar de álcool em gel, máscaras de proteção e medicamentos.
Em sua explanação, Carrasco também levantou questões como a venda de produtos que se apropriam de marcas famosas ilegalmente, além dos “charlatões”, que têm se aproveitado da situação para oferecer produtos milagrosos, que curam o novo vírus por meio de sites da internet. Para combater ambos os crimes, diversas operações são realizadas pelo Departamento.
Com o fechamento de estabelecimento comerciais, Carrasco ressaltou que foi necessário se reinventar no combate a diversos delitos. Com isso, os agentes passaram a focar na fonte, ou seja, locais de fabricação dos produtos ilegais, o que levou à apreensão de mais de 650 mil itens pirateados até o momento.

RECOMENDAÇÕES
O delegado finalizou sua palestra com algumas dicas aos consumidores. Segundo ele, é essencial verificar a origem da informação na internet, a qualidade do produto e da sua embalagem, bem como comparar a mercadoria a outras imagens oficiais para constatar sua veracidade.
Carrasco também recomendou o acesso a páginas na internet destinadas a avaliar empresas e orientou a não agir por impulso.
O delegado fez um apelo para que a população ajude a polícia, não fomentando o comércio de produtos ilegais. Ou seja, evitando adquirir essas mercadorias, que muitas vezes podem ser prejudiciais ao comprador e sua família.
Fonte: SSP
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