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No terreno, os investigadores localizaram dois caminhões estacionados atrás de um posto de saúde, de forma que ficavam escondidos de quem passava pela rua.
Um suspeito foi detido no local e confessou que receberia R$ 300 para manter os caminhões ali até o anoitecer.
A polícia então consultou as placas dos veículos e descobriu que um deles tinha sido furtado durante a madrugada em uma oficina de Campinas (SP), enquanto o outro era produto de roubo ocorrido na noite de quarta-feira (13), em Elias Fausto (SP).
O caminhão roubado ainda estava carregado com artigos de alumínio, avaliados em cerca de R$ 250 mil.
O caso foi registrado na delegacia e o suspeito vai responder por receptação.
De acordo com a polícia, além da exposição de terceiros, o perfil denominado @cornopolisofc, constantemente postava mensagens desafiando a polícia e a Justiça, alegando não temer represálias.
As postagens causaram grande indignação nas pessoas afetadas que denunciaram violação de privacidade e difamação.
Após investigações, a equipe chegou a dois homens, de 26 e 36 anos, que segundo os indícios seriam o criador do perfil e um colaborador.
A princípio, a polícia solicitou ao Meta, empresa controladora do Instagram, a preservação dos dados. Logo depois, requisitou a expedição de mandados de busca e apreensão para os endereços dos suspeitos.
Nesta manhã, os policiais cumpriram os mandados nos bairros Núcleo Residencial Jardim Cosmopolita e Condomínio Residencial Cosmópolis I.
Na ação que levou o nome de ‘Operação Honoris’, a equipe apreendeu um computador, três notebooks e quatro celulares, que serão periciados.
Os investigados passaram por interrogatório, mas negaram participação no crime. As investigações continuam em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer todos os detalhes desse esquema criminoso.
Segundo denúncia anônima, um apartamento no Condomínio Ipê Roxo funcionava como depósito de drogas para uma facção criminosa. Os investigadores monitoraram o local e identificaram o vendedor como gerente do tráfico.
Na momento da ação policial, o investigado contava kits com cocaína no chão da sala do apartamento. O material ilícito estava em uma mala contendo 5.208 pinos de cocaína que pesaram mais de 6 quilos.
O criminoso ficou detido em flagrante pelo tráfico de entorpecentes.
De acordo com a polícia, após a Dise confirmar as atividades ilícitas do investigado, a equipe conseguiu um mandado de busca e apreensão e foi até a casa dele, no bairro São Dimas.
No local, os policiais encontraram drogas escondidas dentro de um rádio antigo. Havia 100 gramas de haxixe, além de outras porções menores da mesma droga.

Ainda segundo a Dise, por conta da pureza e do alto teor de psicoativos, o valor comercial da droga está avaliado em cerca de R$ 11 mil.
O criminoso foi encaminhado para a 2ª Sede da Dise onde foi registrado o boletim de ocorrência e depois conduzido ao sistema penitenciário.
De acordo com a Dise, os investigadores seguiam a pé pelas vielas da comunidade na Rua Anésio Lanatti, quando viram um suspeito. O homem jogou uma sacola sobre o telhado de um barraco e tentou fugir.
A equipe o alcançou e na revista encontrou 14 pinos com cocaína e R$ 189. Os policiais também recuperaram a sacola, que continha mais 198 porções de cocaína, 147 de crack, além de um celular e anotações sobre o tráfico.
Diante das evidências, o traficante recebeu voz de prisão e ficou detido à disposição da Justiça.
Segundo a Dise, essa foi a segunda fase da ‘Operação Vila Vale’, que visa coibir o tráfico naquela região.
Segundo a polícia a ação começou após denúncias sobre um comércio na Rua Jácomo Calheiros, que era fachada para o tráfico. Os investigadores monitoraram o estabelecimento e constataram uma movimentação típica de usuários de drogas.

De acordo com a equipe, uma mulher loira prestava atendimento no local e servia o cliente através de uma grande trancada por dentro da adega.
Os policiais aproveitaram a chegada de dois clientes para fazer a abordagem e impossibilitaram qualquer tipo de reação ou fuga.
A mulher imediatamente assumiu o comércio ilícito de drogas e disse que guardava os entorpecentes em cima de um freezer. No local indicado, a equipe encontrou 30 papelotes e 87 pinos de cocaína, 41 porções de maconha e 164 pedras de crack.
Dentro da adega também havia R$167, balança de precisão, celulares, máquinas de cartões e anotações sobre a contabilidade do tráfico.
Diante das evidências, a comerciante recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime e após o registro do caso, foi encaminhada para a Cadeia Pública de Monte Mor (SP).
No caso mais recente, a Polícia Civil encontrou uma casa usada como depósito de drogas após denúncias. No local, os agentes apreenderam um tijolo e 90 porções de maconha, 26 porções de crack e 866 pinos com cocaína.
De acordo com a polícia, um homem foi preso em flagrante no local e vai responder por tráfico de drogas.
Já na madrugada de domingo (10), foi a vez da PM entrar em ação, ao abordar um traficante de 43 anos que escondia drogas em um arbusto.
A prisão ocorreu no bairro Jardim Paranapanema, onde a equipe flagrou um suspeito escondendo uma sacola.
Na abordagem, a PM encontrou dois pinos de cocaína com o homem. Já na sacola havia mais 116 porções da mesma droga, além de 51 de maconha, 105 de crack e R$ 350.

A ocorrência foi encaminhada para a Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde foi registrada como tráfico de drogas. Total das apreensões somou mais de 1.200 porções de drogas.
De acordo com a polícia, as investigações sobre o local, situado na Rua Ernesto Ramello, começaram após uma denúncia anônima. Segundo o denunciante, a residência servia como depósito de drogas e munições para uma facção criminosa.
Após a confirmação de atividades ilegais, a equipe conseguiu um mandado de busca e apreensão domiciliar e deu cumprimento nesta segunda-feira. Uma mulher estava na casa e foi detida.
No imóvel, havia uma porção de maconha, um pedaço e quatro tubetes com crack, um pacote e 12 pinos com cocaína, além de duas porções de pó branco para mistura.
Além disso, os policiais encontraram 30 munições de calibre 9mm, R$ 520, 1.300 embalagens diversas, anotações sobre o tráfico e outros apetrechos usados na fragmentação das drogas.
A mulher recebeu voz de prisão em flagrante e vai responder por tráficoe porte ilegal de munições. O caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária (CPJ) e a criminosa encaminhada para a Cadeia Pública de Monte Mor (SP).
Apenas 63 das vítimas haviam registrado ocorrências prévias contra seus agressores, indicando uma lacuna na prevenção desses crimes. Segundo o secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o estado está investindo em tecnologia e ampliação de equipes especializadas para oferecer suporte às vítimas. A delegada Jamila Ferrari, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), salienta a importância de denunciar qualquer sinal de violência, reforçando que a polícia pode agir preventivamente.
Além dos feminicídios, São Paulo registrou um aumento de 9,8% nos casos de estupros de vulnerável e estupros em 2023, totalizando 11,1 mil e 3,3 mil ocorrências, respectivamente. A subnotificação destes crimes ainda é um desafio, mas o aumento das denúncias sugere que as vítimas estão ganhando confiança para buscar ajuda.
No âmbito investigativo, a 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da região do Cambuci, em São Paulo, esclareceu 93% dos feminicídios ocorridos desde 2020 na área central, resultando na prisão de 14 suspeitos. A delegada Cristine Nascimento Guedes Costa enfatiza o rigoroso trabalho de investigação para assegurar a prisão dos agressores.
A 1ª DDM opera dentro da Casa da Mulher Brasileira, oferecendo um atendimento integrado e multidisciplinar às vítimas. Este modelo de acolhimento busca não apenas o esclarecimento dos crimes, mas também o fornecimento de suporte jurídico, social e psicológico, contribuindo para o rompimento do ciclo de violência.
Apesar dos esforços e avanços significativos, a violência doméstica e os crimes sexuais ainda são uma realidade desafiadora. A conscientização sobre a importância do registro de ocorrências e o acesso a redes de apoio são fundamentais para proteger as mulheres e promover uma sociedade mais justa e segura.
]]>Seguindo uma denúncia anônima, os policiais se dirigiram a Itatiba para investigar a saída de um veículo supostamente transportando cigarros falsificados. Ao chegar no local indicado, a equipe abordou um grupo de pessoas, entre elas, dois indivíduos que se identificaram como funcionários da fábrica. A inspeção de um dos imóveis revelou a presença de maquinários utilizados na produção dos cigarros falsos.
A apreensão incluiu 250 caixas, cada uma contendo 50 maços de cigarros (com um total de 10 mil cigarros por maço, alcançando a cifra de 2,5 milhões de cigarros), oito sacolas com mais 100 mil cigarros cada (somando 800 mil cigarros), uma caixa de fumo capaz de produzir até 150 mil cigarros, sete pallets com 70 mil embalagens de cigarro cada, além de três sacos com embalagens soltas e três caixas contendo filtros para cigarros.
Os suspeitos detidos na operação alegaram desconhecer a ilegalidade de suas atividades na fábrica. As investigações preliminares indicam que o objetivo da produção clandestina era minimizar as perdas no transporte da mercadoria, que originalmente provinha de território estrangeiro, optando pela fabricação local do produto falsificado para venda em comércios da região.
Após o pagamento de fiança, os detidos foram liberados. O caso segue sob investigação pelo 1° Departamento Policial de Itatiba, que continua as diligências para apurar todos os envolvidos no esquema ilegal.
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