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No total, as equipes cumpriram dois mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela Juíza Federal Valdirene Ribeiro de Souza falcão, titular da 9ª Vara Federal em Campinas, nas cidades de Rio Claro (SP) e Taboão da Serra (SP).
Os alvos são endereços residenciais de quatro homens e duas mulheres apontados como aliciadores, fornecedores da droga, financiadores de despesas referentes às viagens e responsáveis pela lavagem do dinheiro obtido ilicitamente.
Durante a investigação, foi possível catalogar outras 12 viagens internacionais realizadas por indivíduos aliciados pelo mesmo grupo criminoso.
Além das buscas e prisões, foram determinados o sequestro de veículos e o bloqueio de contas bancárias das pessoas físicas investigadas e da pessoa jurídica, com sede na cidade de Santa Luzia, interior do estado do estado do Maranhão, utilizada para lavagem de capitais, até o limite de R$ 720 mil. A empresa tem sede neste município, mas não tem sede física no endereço.
Os investigados responderão, na medida de suas condutas, aos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 45 anos de prisão.
Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela 9ª Vara Federal em Campinas.
Durante realização das buscas, eles apreenderam um celular, um HD e pen drives.
O material será encaminhado para perícia criminal, para aprofundamento da análise pericial.
Se condenado, o investigado pode responder pelos crimes de posse e compartilhamento de arquivos com conteúdo pornográfico infantojuvenil, que somadas podem chegar a dez anos de prisão.
O investigado já tem passagem por atentado violento ao pudor contra vítima menor de 14 anos e já foi preso no ano de 2006 por tal delito.
Ao todo, a polícia cumpre 34 mandados judiciais, sendo 24 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e sete de monitoramento eletrônico, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.
As ações ocorrem no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal.
Além disso, foi determinada a indisponibilidade de bens, ativos e valores dos investigados. Apura-se que a quantia dos danos causados ao patrimônio público possa chegar à cifra de R$ 40 milhões.
O empresário detido em Campinas é Diogo Arthur Galvão. Ele foi preso preventivamente pela PF num imóvel do bairro de Cambuí. Ele é o terceiro alvo da polícia nesta 25ª etapa da Operação Lesa Pátria, investigado por suspeita de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.
O preso, de 36 anos de idade, aparece como proprietário de uma empresa de comércio varejista de madeiras e artefatos em Campinas. A PF tem vídeos onde ele faz convocação para os atos de 8 de janeiro.
Além disso, há gravações onde ele realiza transmissão ao vivo da manifestação em Brasília, incluindo fotografias pessoais dentro dos prédios invadidos. Sua defesa ainda não foi localizada.
Não é a primeira vez que Galvão é preso na Operação Lesa Pátria por envolvimento nos atos antidemocráticos. Em setembro do ano passado foi um dos três brasileiros presos no Paraguai e trazidos de volta ao Brasil.
Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
As investigações continuam em curso, e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais cumpridos e pessoas capturadas.
De acordo com a PF, os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual de Santa Fé do Sul (SP) em resposta a uma representação do Ministério Público Estadual.
O local do mandado fica em um condomínio na Rua das Papoulas, região do Jardim Primavera. Na residência, as equipes prenderam o investigado e apreenderam dois telefones celulares, um Fiat Strada, cinza, R$ 2.7 mil e alguns bilhetes de presídios.

A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Federal em Piracicaba (SP).
Um outro mandado de prisão preventiva também foi cumprido em um Centro de Detenção Provisória em Paulo de Faria (SP) em desfavor de um preso, que já estava sendo investigado na mesma operação.
Estas prisões são decorrentes de desdobramentos das investigações da Operação Torre Eiffel que investiga o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
As prisões aconteceram após a localização de novas provas na análise do material apreendido, bem como em depoimentos de testemunhas e investigados.
De acordo com a PF, os detidos são uma mulher de 21 anos e um homem, de 25.
Cada um dos passageiros carregava cerca de 5,2 kg da droga na bagagem despachada. No entanto, não foi possível apontar uma ligação entre os dois.
A dupla vai responder por tráfico internacional de drogas, crime cuja pena pode chegar até 25 anos de prisão.
Conforme informação da própria PF, o homem é um morador da região e teria errado o caminho para casa. O suspeito ainda prestará mais informações em depoimento.
O carro teria desrespeitado o bloqueio, mas sem conseguir se aproximar do palácio, cuja portaria fica a cerca de 400 metros de distância do edifício. Em seguida, o indivíduo fugiu do local no próprio automóvel usado na tentativa de invasão.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja Silva estavam na residência no momento da ocorrência, mas em segurança.
Sem dar detalhes sobre o ocorrido, a PF disse, em nota, que aguarda informações do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, responsável pelos bloqueios e abordagens nas imediações dos prédios e residências oficiais do presidente e vice.
À Agência Brasil, o GSI informou que houve tentativa de furar o bloqueio na via que dá acesso aos palácios Jaburu – residência do vice-presidente Geraldo Alckmin – e Alvorada.
Após desobedecer à ordem de parada no bloqueio e prosseguir na via, o automóvel teve os pneus furados pelo dispositivo com perfuradores de metal usado para evitar o avanço de veículos não autorizados. Os seguranças efetuaram disparos com arma de fogo, mas, apesar disso, o motorista conseguiu deixar o local sem ser detido.
No Rio Grande do Sul, uma investigação iniciada em dezembro de 2022, na cidade de Erechim, levou à prisão de um indivíduo por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Aprofundando as averiguações, constatou-se que houve um registro falso de furto de arma, com o intuito de repassar o armamento e munições a indivíduos ligados ao tráfico, revelando um esquema de falsidade ideológica para aquisição de armas, possivelmente destinadas ao crime organizado.
Além disso, a PF deu sequência à Operação Denarius, focada na luta contra a disseminação de notas falsas no comércio local e nas redes sociais, evidenciando a abrangência da atuação dos grupos criminosos, que se estendia para além das fronteiras estaduais.
Paralelamente, as ações se estenderam até o Guarujá (SP) e Marabá (PA), onde foram executados três mandados de busca e apreensão no âmbito da Operação Naruto. Essa investigação, iniciada após a prisão de um homem com cédulas falsas em Santos (SP) em dezembro de 2021, revelou a existência de um grupo em um aplicativo de mensagens dedicado à negociação e troca de notas falsas. Durante as buscas, foram apreendidos celulares, cartões em branco e equipamentos possivelmente utilizados para clonagem e estelionato.
Os indiciados, acusados de associação criminosa e falsificação de moeda, enfrentam penas que podem chegar a 15 anos de prisão, ressaltando a gravidade das infrações e a importância das operações realizadas pela Polícia Federal. Estas ações sublinham o comprometimento das autoridades na luta incessante contra o crime organizado, visando garantir a segurança pública e a integridade do sistema financeiro e de armas no país.
]]>Segundo a polícia, a passageira desembarcou de um voo que partiu de Manaus (AM). Durante a fiscalização no terminal de passageiros e bagagens, os agentes encontraram tijolos da supermaconha dentro da mala despachada pela mulher.
Ela ficou presa e deve responder por tráfico de drogas.
Segundo a Agência Brasil, apesar da mobilização de aproximadamente 500 agentes de segurança e a utilização de equipamentos de última geração, o ministro destacou as dificuldades impostas pela complexidade do terreno e pelas recentes chuvas, que têm apagado possíveis rastros dos foragidos, Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento. As autoridades estimam que eles ainda estejam escondidos num raio de 15 quilômetros a partir da penitenciária.
As investigações revelaram que a fuga foi facilitada pelo uso de uma barra de ferro, retirada de uma das paredes da cela, levantando questões sobre a manutenção das instalações. Além disso, suspeita-se que ferramentas de uma obra mal administrada no presídio tenham sido utilizadas para cortar o alambrado, permitindo a fuga dos detentos.
Atualmente, duas investigações estão em curso: uma administrativa, focada em apurar as responsabilidades internas pela fuga, e outra conduzida pela Polícia Federal, destinada a investigar possíveis envolvimentos criminais que facilitaram a ação dos fugitivos.
O ministro da Justiça do Brasil Lewandowski, mantendo a cautela, evitou especular sobre a conivência de funcionários ou terceiros na fuga, reiterando que a presunção de inocência é um pilar do regime democrático brasileiro. Contudo, o presidente Lula, em coletiva na Etiópia, indicou a possibilidade de que os presos tenham contado com apoio externo para sua fuga.
Com um prazo legal de 30 dias para a conclusão do inquérito policial, extensível conforme a necessidade, as autoridades trabalham incessantemente para recapturar os foragidos e esclarecer as circunstâncias que permitiram essa fuga sem precedentes.
]]>Na sexta-feira (9), marcando o início das operações, um homem e duas mulheres foram presos enquanto tentavam embarcar para a França com quantidades significativas de cocaína. Curiosamente, dois deles levavam a substância fixada ao corpo, enquanto uma das mulheres optou por engolir cápsulas do entorpecente, necessitando posterior atendimento médico em hospital público.
O sábado (10) viu mais três indivíduos serem impedidos de prosseguir com seus planos ilícitos. Uma passageira, chegando da Espanha, foi flagrada com 4kg de skunk escondidos em fundos falsos de sua mala. Em outra ação, drogas foram encontradas aderidas às pernas e vestimentas de uma mulher que embarcaria para a França, e um homem foi detido por apresentar documento veicular falso, afirmando trabalhar como motorista de aplicativo em um carro alugado.
As prisões continuaram no domingo (11), com mais três pessoas capturadas tentando embarcar para a França com mais de 7kg de cocaína, escondidos sob as roupas e em fundos falsos de bagagens. Os últimos dois dias da operação, 12 e 13, foram marcados pela prisão de uma sul-africana e uma brasileira, ambas tentando embarcar para seus países com grandes quantidades de cocaína escondidas sob as vestes.
Todos os detidos foram encaminhados à Justiça Federal, onde responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas e uso de documento falso. Esta operação conjunta sublinha o comprometimento das forças de segurança em combater o tráfico de drogas, especialmente em pontos de entrada e saída internacionais do país, como o Aeroporto Internacional de Guarulhos
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