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Os agentes deram sinais de parada, mas o condutor tentou fugir e houve perseguição. Durante o trajeto, os criminosos jogaram algo para fora do carro e momentos depois, foram detidos.
Os quatro ocupantes do carro passaram por busca pessoal e um deles estava com a chave de um Toyota Etios. Eles confessaram que a chave era do carro de um policial militar, de quem também haviam roubado a arma, no sábado (21).
Logo em seguida, as equipes refizeram o trajeto da fuga e encontraram a arma do PM que os criminosos jogaram. Os criminosos ainda confessaram onde estava o veículo do policial e a moto roubada minutos antes.

Os veículos foram recuperados e os quatro detidos encaminhados para a 2ª Delegacia Seccional de Campinas. As vítimas da quadrilha foram chamadas à delegacia, reconheceram os criminosos e tiveram seus bens devolvidos.
O homem detido segue na 2ª Delegacia Seccional, e os três menores foram encaminhados para a Fundação Casa.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, dois bandidos invadiram a casa do policial por volta do meio-dia, no bairro Jardim Claret.
O sargento chegou em uma Kombi durante a invasão e flagrou os criminosos no interior da casa dele. Assim que saiu do veículo, um dos bandidos apontou uma arma e ameaçou matar o policial.
Segundo o boletim de ocorrência, o sargento correu até a esquina do imóvel e viu a dupla fugir em uma bicicleta. Em seguida, o policial entrou na casa e constatou que a fechadura e o blindex da janela estavam estourados.
Os criminosos roubaram uma pistola calibre 380, que era um armamento particular do policial devidamente registrado, dois carregadores, um notebook e uma caixa com diversas bijuterias.
Após avaliar os danos, o sargento ligou para o 190 e saiu na Kombi para tentar localizar os bandidos.
Equipes da PM seguiram para a residência e o local passou por perícia. Imagens de câmeras de monitoramento foram coletadas para ajudar na investigação do caso, mas até o momento não houve prisões.
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“A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”, declarou Tarcísio de Freitas.
Em relação às oito mortes em confronto registradas durante a ação, o governador ressaltou que as forças de segurança atuam para prender os criminosos e o enfrentamento é resultado da ação dos bandidos e não dos policiais.
“A polícia quer evitar o confronto de toda forma. Ninguém quer o confronto. Agora, nós temos uma polícia treinada e que segue à risca regras de engajamento. A partir do momento que a polícia é hostilizada e a autoridade policial não é respeitada, infelizmente há o confronto. A gente não quer o confronto, não deseja o confronto de jeito nenhum. Tanto é que nós tivemos dez prisões”
afirmou o governador em entrevista coletiva.
A entrevista também reuniu o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o delegado geral da Polícia Civil, Artur Dian, e o comandante geral da PM, Cássio Araújo de Freitas. Com efetivo de mais de 600 policiais, a Operação Escudo foi deflagrada logo após o assassinato do soldado Reis e terá prosseguimento mesmo após a prisão do suspeito do crime.
“Cada ocorrência é investigada. Não há ocorrência que não seja investigada. Nós temos a presença da Polícia Civil, e todas as ocorrências vão ser investigadas. A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”
reforçou o governador.
De acordo com o secretário Derrite, quatro dos oito suspeitos mortos durante confrontos com a polícia já foram identificados e todos têm antecedentes criminais. Ele também afirmou que o vídeo gravado pelo suspeito de assassinar o PM Reis foi produzido por orientação da defesa do acusado e que as circunstâncias de cada ocorrência na Operação Escudo estão sendo investigadas.
“É uma estratégia do crime organizado, inclusive, cooptar moradores e pessoas das comunidades que também são vítimas do tráfico de drogas apresentando versões. Já temos casos de inquéritos instaurados e, ao longo da investigação, chega-se à conclusão que partiu ordem do crime organizado para que a pessoa dizer que viu isso ou aquilo. E, no final das contas, é provado que não aconteceu”
disse o secretário.
Apesar das prisões, o governo informou que a Operação Escudo vai durar por, no mínimo, 30 dias. Há previsão de instalação de uma unidade da Polícia Militar em fevereiro de 2024 com aumento real de efetivo, e não remanejamento de tropas no estado.
O soldado Patrick Bastos Reis morreu na quinta-feira (27) durante uma operação na Baixada Santista, depois de ser atingido por um tiro à longa distância.
De acordo com a inteligência da polícia, o disparo que matou o soldado Reis foi feito a uma distância entre 50 e 70 metros, do alto de uma comunidade em Guarujá. Os soldados foram atacados quando faziam o patrulhamento na Vila Zilda.
A morte desencadeou uma grande operação policial no litoral nos últimos dias, depois de ter causado comoção entre os policiais. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo.
De acordo com a PM, os policiais foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos que estavam na favela Vila Zilda. Eles revidaram e, durante o confronto, os dois militares acabaram atingidos.
O soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi atingido no tórax enquanto o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foi ferido na mão. Os policiais foram socorridos ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária (PAM), mas o soldado Reis não resistiu aos ferimentos.
Os policiais faziam parte de um reforço enviado para o litoral para combater a criminalidade na região, com foco no tráfico de drogas e roubos de cargas. Guarujá viveu uma onda de violência, com roubos, arrastões e assassinatos, nos primeiros meses deste ano.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte do policial Patrick Bastos Reis nas redes sociais, por volta das 7h15 desta sexta-feira (28). De acordo com o secretário, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes. Ao todo cerda de 600 policiais participam da ação.

A Polícia Militar já prendeu dois criminosos suspeitos de envolvimento no assassinato. Um terceiro bandido foi morto em confronto com a Rota.
Os policiais alegaram que houve resistência armada e o suspeito recebeu vários tiros. Outras pessoas com possível envolvimento no ataque foram identificadas e eram procuradas no início da noite.
O secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, foi de São Paulo ao Guarujá para acompanhar a operação. Ele confirmou que foram identificados quatro envolvidos.
“Três já estão qualificados, inclusive o que atirou. Dois deles estão presos. Em um outro ponto do Guarujá, houve confronto com a Rota e um criminoso morreu. Não vamos descansar enquanto não prendermos todos”
afirmou o secretário.
Derrite informou que o autor dos disparos, já identificado, será indiciado por homicídio doloso [quando há a intenção de matar] e associação ao tráfico de drogas.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou a morte do policial da Rota e disse que a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.
Os perfis da Polícia Militar de São Paulo nas redes sociais declararam luto pela morte de Patrick Bastos Reis.
Em nota, a PM informou que o soldado ingressou na corporação em dezembro de 2017 e exerceu suas funções “com grande dedicação e zelo com o que lhe era confiado, sendo um profissional dedicado, amigo e exemplar”. O policial deixa esposa e um filho de 2 anos.
No primeiro semestre deste ano, cinco policiais militares morreram em serviço, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo. No mesmo período do ano passado, foram três ocorrências e, no ano anterior, nenhuma morte foi registrada no primeiro semestre.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, o crime aconteceu por volta das 21h em frente a um condomínio no bairro DIC I, na Rua Guarani Futebol Clube.
O policial estava no condomínio, quando o porteiro do local o alertou que bandidos estavam tentando arrombar o carro do PM, modelo Hyundai I-30.
O PM foi até a rua e viu o veículo em marcha à ré, com dois suspeitos dentro.
De acordo com o registro do caso, os homens saíram do carro e um deles estava armado. O policial então efetuou cinco disparos, sendo que um acertou a perna esquerda de um dos assaltantes.
O PM deteve o criminoso ferido, mas o comparsa dele conseguiu escapar. Perto do bandido, ele também encontrou um revólver calibre 32 com seis munições intactas.
Equipes da perícia e Polícia Militar (PM) estiveram no local da ocorrência e recolheram cápsulas deflagradas e as armas do criminoso e do policial.
O bandido baleado tem 21 anos. Ele foi detido e encaminhado ao Hospital PUC-Campinas, onde passou por cirurgia e permanece internado.
]]>De acordo com o PM, o irmão é dependente químico e começou a ofender e ameaçar o policial com uma barra de ferro, além de desferir vários golpes no tanque da motocicleta dele. Em seguida, o agressor tentou atacar o policial com o objeto. Segundo o PM, para se defender, ele atirou na perna do irmão.
O Policial Padrão apurou que o homem ferido caiu na rua e aguardou a chegada do Corpo de Bombeiros para receber socorro. Ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc), onde recebeu tratamento médico.
Diversas equipes da Polícia Militar (PM) e da Guarda Civil Municipal (GCM) compareceram ao local da ocorrência. A área permaneceu isolada até a chegada da perícia. A Polícia Civil (PC), investiga o caso.
Segundo o boletim de ocorrência, as partes envolvidas na confusão foram ouvidas na delegacia e liberadas.
]]>Ele foi socorrido pelos bombeiros e levado em estado grave ao Pronto-Socorro Edison Mano, mas não resistiu aos ferimentos.
De acordo com as informações apuradas pelo Policial Padrão, o policial foi atingido na Avenida Ruth Garrido Roque, perto do número 600, no Parque Residencial do Lago.
Em breve mais informações.
]]>Segundo apuração do site Policial Padrão, a descoberta dos corpos aconteceu por volta das 7h50. O carro estava parado na altura do quilômetro 102 e o casal tinha ferimentos causados por tiro.
O policial era Cabo da PM e atuava na função de guarda do quartel.
A Delegacia Central de Suzano está investigando o caso.
]]>Os policiais militares estavam um posto de combustíveis do bairro Vila Aparecida quando foram ameaçados pelo suspeito.
Durante a abordagem, ele fez ameaças a um policial que já tinha prendido o homem na mesma ocasião. Ele ainda tentou dar socos na equipe e foi contido. Durante a confusão, um policial ficou com a mão direita machucada e precisou passar por atendimento médico.
O caso foi apresentado na delegacia de Conchal, onde o delegado elaborou um boletim de ocorrência de agressão e resistência. Ele permaneceu preso.
]]>Os soldados Adonias e Castro estavam patrulhando pelo local quando abordaram um homem que poderia estar armado. Durante a abordagem a policial solicitou o documento, ele a menosprezou, por ser mulher e começou a agredi-la verbalmente, desacatando-a.
Com isso, após tentar resistir à prisão, foi encaminhado à Polícia Civil (PC), onde foi elaborado um termo circunstanciado de desacato e o indivíduo foi liberado.
Apreensão de celular
Também em Americana (SP), a Polícia Militar (PM) prendeu um jovem de 25 anos com um celular roubado, por volta das 12h25, na Rua São Sebastião.
Os soldados Tonete e Gisele estavam patrulhando pelo local quando abordaram um veículo Gol. Três indivíduos que estavam no interior foram revistados e um deles estavam com celular roubado por Santa Bárbara d’ Oeste (SP).
O Jovem foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde permaneceu preso.
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