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O esposo da vítima foi conduzido à Central de Flagrantes pela GCM para prestar esclarecimentos. Ele alegou que a esposa tomava medicamentos fortes e caiu da cama durante a madrugada resultando nos ferimentos. Após o depoimento, o homem foi liberado.
Contudo, as investigações conduzidas pela Delegada da Defesa da Mulher, Dra. Evelyn, revelaram indícios de que a mulher teria sido vítima de espancamento.
Por conta disso, a Justiça emitiu um mandado de prisão preventiva contra o homem. O suspeito foi detido em casa e encaminhado à carceragem, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A polícia agora busca esclarecer os detalhes desse trágico episódio de suspeita de feminicídio.
]]>O acórdão com a revogação foi publicado na última sexta-feira (29). Apesar da decisão, o líder do PCC não deixará a Penitenciária Federal de Brasília, onde foi transferido em janeiro de 2023. Marcola continuará cumprindo pena, que ultrapassa 300 anos, por outros crimes que cometeu.
Na decisão, assinada pelo relator Laerte Marrone, há o reconhecimento de que houve “excesso de prazo” no julgamento do caso pelo Tribunal do Júri.
Essa demora, por sua vez, desconstituiu a prisão preventiva de Marcola, e foi entendida pelo relator como “constrangimento ilegal”, visto que não há data para que o julgamento seja realizado.
De acordo com os autos do processo, Marcola foi preso preventivamente em 13 de setembro de 2006. Três anos depois, em 4 de setembro de 2009, foi proferida a decisão de manter a prisão preventiva. Quase 13 anos depois, em 20 de junho de 2022, nova decisão foi emitida, transferindo o processo para outra jurisdição.
A decisão que determinou a revogação da prisão preventiva do líder do PCC foi uma resposta ao pedido de habeas corpus feito pelo advogado Bruno Ferullo Rita, que defende Marcola judicialmente.
À CNN, o advogado enviou uma nota de posicionamento, em que afirma que “a segregação cautelar não pode ser mantida sem a devida atenção ao princípio da razoabilidade da prisão”.
Segundo Ferullo, “não é crível que uma pessoa seja mantida presa preventivamente há mais de 16 anos, sendo que a demora no curso da relação processual não pode ser imputada à defesa técnica, afinal, esta apenas exerce seu direito”.
Além de Marcola, outros quatro réus do processo já haviam tido o excesso de prazo da prisão preventiva reconhecido: Gelson Gomes, Anderson Paixão Bertoldo, Júlio César Guedes de Morais e Adriano Bezerra Messias.
No total, o processo contava com 19 acusados, que respondiam pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas, tentativa de homicídio e associação ao tráfico.
Os atos de violência organizada de 2006 são considerados o maior ataque da história recente contra a polícia no estado de São Paulo. Em apenas nove dias, entre 12 e 21 de maio, os ataques deixaram 564 mortos e 110 feridos.
Os agentes estaduais faziam juntamente com a Guarda Municipal (GM), uma operação para abordar e inibir ações criminosas locais de interessa da Segurança Pública.
Por volta das 20h34 iniciou uma abordagem pela rua Luiz Carline e Luiz Carlos Tagliari onde os militares já conhecem pela insistência na venda de drogas.
Todos foram submetidos a revista pessoal, não sendo nada de irregular encontrado.
Como procedimento, os militares fizeram as pesquisas criminais, sendo que um deles foi constatado através do sistema, estar com uma prisão preventiva decretada, estando ele como Procurado da Justiça.
Todos as outras pessoas foram liberadas da abordagem e o homem, de 21 anos, foi apresentado na delegacia de Artur Nogueira/SP ficando a disposição por estar com prisão preventiva por Tráfico de Drogas.
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Equipe do Cabo Henrique e Soldado Vassoreli acionada para atender um desentendimento na Rua Lorena x Rua Santos. No local haviam vários moradores que correram para direções diferentes com a chegada da viatura.
Um deles jogou uma chave pra dentro do quintal de uma casa na Rua Santos, sendo abordado posteriormente. Em busca pessoal, nada de ilícito foi localizado.
Então o Soldado Danilo da base decidiu contatar a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Americana, onde foi informado de que o indivíduo estava com um mandado de prisão temporária de 30 dias, por conta de um homicídio ocorrido dia 04/10/2020.
Além disso, havia a informação de que ele seria o chefe do tráfico nos bairros Jardim da Paz e Parque da Liberdade. Em busca no veículo que estava com ele, foi encontrado uma balança de precisão, dois baldes, uma panela e uma concha, todos com resquícios de drogas.

Foram apreendidos também dois celulares e R$200,00 juntamente com o veículo. O indivíduo permaneceu preso.
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Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santa Bárbara d’Oeste efetuaram a prisão de um indiciado, após a justiça local expedir um mandado de prisão preventiva pelo crime de feminicídio tentado.
O fato ocorreu no dia 22 de novembro, o indivíduo foi até a casa de sua ex-mulher, no bairro Jardim Europa, e esfaqueou sua face. Por conta da agressão a vítima pulou do 2º andar de sua residência caindo ao solo.
Ele continuou agredindo a vítima com socos, chutes e esfregando seu rosto contra o chão, dizendo a todo momento que a mataria. Foi preso e recolhido à Cadeia Pública de Sumaré.
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A prisão preventiva de Suzi Hermann foi decretada pelo poder judiciário e o delegado João Jorge determinou que a mesma fosse transferida para a Penitenciária Feminina de Campinas.
Matéria do ocorrido: