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“A pessoa chega no posto e vê uma placa bem do lado das bombas com os preços para dinheiro e cartão de débito. Mas na verdade o preço é um real mais caro, sendo que a placa com os valores maiores, no pagamento em cartão de crédito, está praticamente escondida, pouco visível”
explicou Brochi.
A ação do Procon resultou em auto de notificação com base o artigo 31 do Código de Defesa do Consumidor, que prevê que a oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações claras e precisas sobre qualidade, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.
Durante a ação, Brochi acompanhou alguns abastecimentos e flagrou a abordagem do frentista que não explicou corretamente a prática dos preços distintos.
“A publicidade não está transparente e isso não pode. Inclusive o motorista foi surpreendido ao saber que estava abastecendo por um real a mais o litro, em relação à propaganda ao lado da bomba”
acrescenta.
Brochi também estuda possíveis alterações na legislação municipal para coibir mecanismos nos quais os frentistas podem colocar valores diferentes para o mesmo produto na bomba.
O presidente da Câmara também vai solicitar operações de fiscalização no município, quanto à qualidade dos combustíveis e a quantidade abastecida junto a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (IPEM).
O consumidor que se sentir lesado deve pedir a nota fiscal e registrar com fotos de celular. Suspeitando de quaisquer irregularidades pode comunicar o Procon local pelo telefone 3475-9008 e acionar a ANP, pelo telefone 0800-970-0267.
A Black Friday é inspirada numa tradição americana, que consiste em uma grande queima de estoque no comércio em geral e marca o início das compras natalinas.
O Procon orienta os consumidores a fazerem pesquisas de preços com antecedência e reforça que essas promoções seguem os mesmos procedimentos do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
A orientação geral é para que os consumidores pesquisem antes do evento para que possam comparar os preços e evitar a “maquiagem do valor”.
Para esta pesquisa é essencial guardar folhetos, encartes publicitários e se comprar on-line dar print da tela para se resguardar de provas.
Como o foco principal da Black Friday é o comércio eletrônico, alguns problemas comuns nesse meio são relatados. Entre eles estão aquelas situações em que o consumidor finaliza uma compra on-line e algum tempo depois ela é cancelada.
A dica é sempre guardar anúncios, e-mails com a confirmação da operação, recibos e contratos, além de imprimir, ou salvar as telas com as ofertas e confirmações e transações financeiras realizadas.
Uma ocorrência bastante comum é o fornecedor anunciar um produto com preço específico e depois que ele foi incluído no ‘carrinho de compras’ do site seu valor mudar.
Também há situações em que depois de concluir a compra o consumidor recebe mensagem informando que o pedido foi cancelado. Em todos esses casos, a recomendação é a mesma: contatar o Procon-SP que, por sua vez, acionará o fornecedor.
Os agentes visitaram 12 estabelecimentos que comercializam não apenas brinquedos, mas também produtos infantis em geral, como roupas, calçados, cosméticos e eletrônicos.
As equipes buscaram fiscalizar o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor, quanto à obrigação de informação correta, clara, legível, precisa e ostensiva nas vitrines, prateleiras, gôndolas e produtos expostos aos consumidores.
Em seis lojas, os agentes encontraram algum tipo de infração, que resultou em registro de auto de constatação, que será remetido à Fundação Procon-SP. A infração poderá ser revertida em multa, garantido o direito de apresentação de recurso pelo autuado.
Aos estabelecimentos que cumpriam a legislação, foi emitido e entregue um documento, denominado Registro de Ato Fiscalizatório (RAF), que é elaborado quando a fiscalização não resulta em autuações.
“Em todos os estabelecimentos visitados, os agentes logo na abordagem informam o objetivo da fiscalização e ao final esclarecem e tiram dúvidas dos empresários a respeito do Código de Defesa do Consumidor, pois a missão do Procon é fomentar o equilíbrio e harmonia nas relações de consumo, por meio de orientação aos consumidores e fornecedores, a fim de informar sobre direitos e deveres, e evitar punições ou sanções”, esclareceu o diretor do Procon de Americana, Estevão Luis Cardoso Pavan.
]]>De acordo com informações da Guarda, quatro fiscais chegaram no estabelecimento comercial para averiguar a denúncia e foram recebidos de forma hostil por três pessoas que estavam na adega.
“Os funcionários tentaram até tirar os produtos que estavam sendo vistoriados das mãos dos fiscais”, disse a Comandante da Guarda Municipal de Campinas, Maria de Lourdes Soares.
Em seguida, os responsáveis deixaram a equipe do Procon presa no local e fugiram. Eles chegaram até a esvaziar dois pneus do veículo oficial do transporte da equipe de fiscalização.
Os fiscais ligaram para a Guarda Municipal que compareceu ao estabelecimento comercial e liberou a equipe do cárcere. O proprietário da adega não foi encontrado.

Outra equipe foi até uma filial deste mesmo estabelecimento, mas o local estava fechado.
Na adega, havia produtos com data de validade vencida, mercadorias sem identificação da procedência e alguns galões de água, mas que continham em seu interior um líquido com odor de álcool.
A ocorrência foi apresentada na 2ª Delegacia Seccional.
O Procon-SP alerta para um novo tipo de golpe que está sendo aplicado em vários estados e municípios do país. Criminosos estão solicitando dados para recadastramento e enviando links inseguros.
De acordo com o informativo, alguns estabelecimentos têm recebido e-mail em nome do Procon-SP, solicitando dados para recadastramento. Também há casos, onde o lojista recebe links para consultar atualizações.
Em nota, o Procon-SP informa que a prática é um novo golpe e adverte para que possíveis vítimas não cliquem em nenhum link, nem forneçam dados para recadastramento.
Toda interação da Fundação Procon-SP com consumidores e fornecedores é feita dentro da plataforma oficial www.procon.sp.gov.br.
Caso o cidadão tenha clicado em algum link suspeito, é importante fazer uma varredura em seu dispositivo com antivírus e alterar suas senhas imediatamente.
Em caso de dúvidas, procure o Procon-SP presencialmente ou através de um dos canais oficiais de atendimento.
]]>O código 151 já é adotado nacionalmente pelos órgãos de defesa do consumidor, e a medida reforça o cumprimento da Lei Estadual nº 2.831/1981 e da Lei municipal nº 4.872/2009, que estabelecem a obrigatoriedade de afixação, em lugar visível, do número de telefone do Procon em todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.
O Procon reforça que o atendimento pelo 151 é voltado somente para esclarecimento de dúvidas e orientações.
Para reclamações e denúncias, o consumidor deve comparecer presencialmente ou através do protocolo digital, no link PROCON – Portal do Consumidor.
O órgão alerta também para que os estabelecimentos comerciais providenciem a placa com o novo número 151, medindo, no mínimo, 23 cm x 32 cm.
O aviso deve ser afixado em local visível, sob pena de multa.
A unidade do Procon em Americana fica na Prefeitura Municipal, à Avenida Brasil, nº 85, no Centro. O órgão atende de segunda a sexta-feira, das 9 às 16 horas.
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A prática de aumentar injustificadamente os preços de produtos está em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor e o Procon-SP, enquanto instituição que tem como compromisso garantir o equilíbrio no mercado de consumo, irá continuar o trabalho de enfrentamento aos maus fornecedores em todo o estado de São Paulo.
Do total das farmácias, supermercados, hipermercados e outros estabelecimentos visitados pelas equipes, 88% deles (2.326) deverão apresentar as notas fiscais de venda ao consumidor final e de compra junto aos seus fornecedores de álcool em gel e máscaras, no período de janeiro a março, para comparação e assim verificação de eventual aumento abusivo sem justa causa.
A colaboração do consumidor apontando os estabelecimentos que estão se aproveitando deste momento para obter lucros é importante para ajudar neste trabalho.
Desde meados de março, com o avanço da pandemia do coronavírus, os consumidores têm enviado relatos de aumentos injustificados de preços de álcool em gel e outros itens às redes sociais do Procon-SP.
Até 4 de maio, foram recebidos 2.430, o que representa uma alta de 884% nas denúncias (de 247 em março para 2.430 relatos até 4 de maio).
Foram registrados ainda mais de 7 mil dúvidas e pedidos de orientação relacionados a problemas enfrentandos em decorrência do coronavírus.
COMO DENUNCIAR E RECLAMAR
O consumidor que se deparar com algum valor de produtos ou serviços relacionados ao coronavírus que considere abusivo, ou ainda que enfrentar algum conflito de consumo, pode recorrer ao Procon-SP.
Considerando a orientação de manter o isolamento e evitar sair de casa, o Procon-SP disponibiliza canais de atendimentos à distância para receber denúncias, intermediar conflitos e orientar os consumidores: via internet na aba de denúncia, aplicativo – disponível para android e iOS – ou via redes sociais, marcando @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.
FORÇA-TAREFA – GRUPO ESTRATÉGICO DE COMBATE E FISCALIZAÇÃO
Desde 30 de abril, o trabalho de combate aos abusos praticados no mercado de consumo durante a pandemia da covid-19 foi fortalecido com a criação do Grupo Estratégico de Combate e Fiscalização (GECOF).
Equipes de fiscalização do Procon-SP e da Receita Estadual passaram a atuar em conjunto com a polícia judiciária em operações para verificar a abusividade dos preços e constatar se a venda do produto foi realizada com a nota fiscal.
]]>No primeiro trimestre de 2019 foram 17.108 casos referentes a venda online, já no mesmo período de 2020, 35.789.

No momento em que a sociedade vive a pandemia do coronavírus, as compras online são uma opção fundamental para manter a compra de itens necessários.
Segundo Fernando Capez, secretário de defesa do consumidor, o comércio está preparado para vender, mas não está preparado para entregar.
“É inadmissível que neste momento de pandemia, em que as compras online são a única alternativa para as pessoas, as empresas causem tantos transtornos”, afirma.
Capez afirma que o órgão de defesa do consumidor, irá multar as empresas que estão agindo em desacordo com a lei.
AUMENTO DOS CASOS
Os problemas relacionados a internet já vêm crescendo há alguns anos, mas no primeiro trimestre deste ano, os casos apresentaram uma alta muito expressiva, o que revela que os fornecedores não se prepararam para um pós-venda adequado.
Segundo o órgão, durante todo o ano de 2016 foram mais de 37 mil atendimentos; em 2017, mais de 39 mil; em 2018, mais de 41 mil e em 2019, mais de 78 mil.
Ou seja, o dado do primeiro trimestre de 2020 (35.789) já soma quase a metade de todo o ano em que houve mais registros.
Além das questões sobre demora ou não entrega do produto, problemas com cobrança e produtos com defeitos, os consumidores reclamaram também de problemas com contrato, pedido ou orçamento, serviço não fornecido, cancelamento da compra e entrega diferente do pedido.
ATENDIMENTO
O Canal Eletrônico do Procon SP está disponível para envio de consultas ou reclamações de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 18h.
As consultas são respondidas em até cinco dias úteis e as reclamações registradas em até 15 dias, contados da data do recebimento da reclamação.
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