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Os guardas conseguiram abordar o grupo e recuperaram quatro celulares, R$200, um fone de ouvido, um escapulário de prata e uma garrafa de Vodka.
Os autores foram detidos e levados ao 1º Distrito Policial de Campinas. Eles têm passagem por roubo e receptação.
A Guarda Municipal chegou ao local após a denúncia de um dos internos que conseguiu escapar e relatou os horrores a que era submetido.
De acordo com informações da corporação, quando as equipes chegaram houve relutância na liberação de uma vistoria. Segundo os agentes, foi possível notar uma correria e vozes dizendo para ‘soltar os caras’. Só depois, os coordenadores da clínica abriram os portões.
Devido a grande quantidade de pacientes, a GCM solicitou que eles se organizassem na quadra poliesportiva. Desse modo, a equipe já notou que três deles estavam sob forte efeito de medicações, sendo que um tinha ataduras no pulso.
Os agentes questionaram sobre os maus-tratos e eles confirmaram que eram amarrados e ameaçados pelos funcionários, indicando os responsáveis.
Os homens assumiram a autoria dos crimes, alegando que usaram a violência por terem sido enganados por familiares que realizaram transferências via Pix sem repassar os valores para os consumos de higiene e lazer.
Na vistoria, a GCM ainda localizou diversas armas brancas como lâmina de serra de arco, martelo, enxadão e talhadeiras, que seriam usadas nos atos de violência. Além disso, cinco celulares que teriam registros do crime também foram apreendidos.
O coordenador do local chegou para se inteirar dos fatos e juntamente com os funcionários acusados, foi encaminhado para o plantão policial. Por fim, o delegado autuou quatro pessoas por sequestro, cárcere privado e lesão corporal.
Duas vítimas que estavam medicadas ficaram sob observação médica e as demais partes foram liberadas ao final da ocorrência.
]]>De acordo com a Guarda, dois homens e duas mulheres cometeram o ato de vandalismo. Eles estavam no bolsão do estacionamento da Rua do Porto com tintas nas cores das pichações realizadas na passarela Estaiada.

A equipe apresentou o caso no Plantão Policial onde o delegado elaborou um Termo Circunstanciado. As quatro pessoas vão responder ao processo em liberdade.
A pichação é um ato de vandalismo e é enquadrada como crime. A pena para esse crime é detenção de seis meses a três anos, além de multa, conforme o inciso III do artigo 163 do Código Penal, que dispõe sobre essa prática “contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista; (Redação dada pela Lei nº 5.346).
]]>De acordo com a PM, a operação denominada “Urutu” ocorreu após denúncias sobre atividade criminosa no apartamento. Segundo as informações, os suspeitos armazenavam drogas na residência.
Após conseguir um mandado judicial de busca e apreensão, a polícia foi até o endereço e encontrou quatro suspeitos no local. Entre eles havia uma mulher e um adolescente.
Durante a vistoria no apartamento, um dos suspeitos tentou se desfazer de uma sacola com drogas e a jogou pela janela. No entanto, o pacote acabou caindo nas mãos de um policial, que estava posicionado logo abaixo do imóvel.
Nas buscas pelo apartamento, os policiais encontraram seis porções de skunk, 24 de crack, 43 de maconha, 108 pinos e 16 papelotes de cocaína.
Além das drogas, havia uma maquininha de cartão, uma arma de fogo tipo garrucha calibre 22 e R$ 94.
Por fim, a PM apreendeu todo o material e apresentou os quatro suspeitos no plantão policial. Eles prestaram depoimentos e serão submetidos aos procedimentos legais cabíveis.
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