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A Justiça realizou um bloqueio de bens contra 38 pessoas físicas e 28 pessoas jurídicas, num total de R$ 20 milhões.
Mais de 165 policiais federais estão cumprindo 11 mandados de prisão preventiva, 13 mandados de prisão temporária e 35 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da Justiça Federal. Confira os locais da operação:
A partir de investigação realizada pela Polícia Federal e acompanhamento do esquema criminoso pela Receita Federal foi possível identificar toda a cadeia de produção dos cigarros clandestinos na região de Divinópolis, além de toda a organização criminosa envolvida no esquema de fabricação de cigarros paraguaios falsos.
Foi revelado que a quadrilha, chefiada por um empresário de Barueri (SP), cooptava trabalhadores no Paraguai. Depois, ele os levava para fábricas clandestinas no Brasil, na região de Divinópolis (MG).
Essas pessoas eram submetidas a condições de trabalho análogas à escravidão, permanecendo reclusos, sob vigilância, e incomunicáveis, por vários meses, no interior dos estabelecimentos.
Tinham, ainda, seus telefones confiscados e eram impedidos de ter qualquer acesso ou contato com o mundo exterior. Eles sequer sabiam o local em que se encontravam, pois eram conduzidos até as fábricas com olhos vendados.

A distribuição dos cigarros falsos era feita em caminhões com a ocultação destes produtos, atrás de cargas de calçados produzidos na região de Nova Serrana (MG).
Os presos responderão por um ou mais dos seguintes crimes elencados com as respectivas penas máximas:
A descoberta do material aconteceu durante fiscalização de rotina de passageiros e bagagens, pela Polícia Federal e Receita Federal no Aeroporto Internacional de Viracopos.
Os dois passageiros são homens e brasileiros pretendiam embarcar um em voo internacional para Lisboa. Eles carregavam a droga escondida na estrutura das malas.
Um dos passageiros carregava 9,18kg, enquanto o outro, estava com 8,6kg.

De acordo com a polícia, apesar de não haver provas de ligação entre os casos, a forma de ocultação da droga é semelhante entre eles.
Os presos responderão pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena máxima pode chegar a 25 anos de prisão.
]]>De acordo com a Polícia Federal, a descoberta ocorreu durante a fiscalização de rotina de passageiros e bagagens, realizada em conjunto com a Receita.
A droga foi encontrada em cintas enroladas nas pernas da mulher. Ainda segundo a polícia, a jovem também admitiu ter engolido cápsulas com o entorpecente.
A mulher que tentava embarcar para a França foi encaminhada para atendimento médico e extração da droga. Ela deve responder por tráfico internacional de drogas, cuja pena máxima pode chegar a 25 anos de prisão.
]]>Ao todo, a polícia cumpre seis mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela Quarta Vara Criminal da Comarca de Campinas. Os alvos estão em cidades dos estados de Amapá, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul.
A investigação começou a partir da prisão em flagrante de um passageiro no dia 24 de março, em voo de Manaus (AM) para Campinas. Durante fiscalização conjunta da Polícia Federal e Receita Federal em Viracopos, as equipes encontraram10,7 kg de skunk (maconha) na bagagem dele.
A análise de dados da ocorrência revelou uma consistente rota de drogas (skunk) do Norte para o Sul do país, utilizando voos oriundos de Manaus, com conexão em Viracopos e destino final em Joinville (SC). O mapeamento constatou que a associação criminosa é altamente estruturada.
Somente um dos investigados movimentou quase um milhão de reais em apenas quatro meses, não havendo atividade registrada que dê sustentação às operações de crédito e débito em suas contas bancárias.
O objetivo das buscas e prisões desta quinta-feira, é colher provas contra todos os investigados que, de alguma forma estão ligados às atividades ilícitas do grupo.
Os investigados, até este momento, responderão pelos crimes de tráfico de drogas interestadual e associação para o tráfico, cuja soma das penas podem chegar a 35 anos de prisão.
A fiscalização no terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Viracopos foi intensificada pela Polícia Federal e Receita Federal, em 5 de março.
Desde então, os agentes já flagraram 20 passageiros – 13 mulheres e 7 homens –embarcando ou desembarcando em Viracopos com drogas.
Ao todo, as equipes apreenderam mais de 140kg de drogas (sendo 36kg de cocaína e 107kg de maconha). A operação Campinas Connection é resultado desse trabalho.
]]>As equipes cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Vara Federal de Campinas (SP). O alvo foi uma casa na Rua Guimarães Soares de Andrade, região central de Águas.
No imóvel, a força-tarefa apreendeu armas, munições, drogas, celulares, eletrônicos, documentos e diversos cartões magnéticos.
O morador do local recebeu voz de prisão em flagrante por posse irregular de arma de fogo.
A Polícia Federal conduziu o caso e apresentou a ocorrência na sede de Campinas.
]]>De acordo com informações da polícia, a passageira de 24 anos desembarcou no aeroporto, em um voo que veio de Manaus (AM).
Na fiscalização, os policiais junto com agentes da Receita Federal encontraram 10 kg de maconha escondidas na mala da jovem.
A passageira recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico, cuja pena máxima pode ultrapassar 15 anos de reclusão.
Na semana passada, a fiscalização já tinha detido uma jovem de 22 anos que tentou embarcar para a França com drogas. Confira o caso:
De acordo com a polícia, durante fiscalização de rotina de passageiros e bagagens, a Polícia e a Receita Federal notaram algo diferente nas roupas. A constatação aconteceu por meio de um teste de reagente, que revelou que a droga havia sido diluída e aplicada na peças.
O preso responderá pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena máxima pode ultrapassar 15 anos de prisão.
Esse foi a segunda prisão na mesma semana de um passageiro tentando embarcar de Viracopos para Portugal com drogas.
Na segunda-feira (15), a Polícia Federal já havia detido um rapaz de 23 anos, com tabletes de cocaína.
De acordo com informações apuradas pelo Policial Padrão, os objetos seriam vendidos no município de Araras (SP).
A abordagem dos dois veículos onde estavam os produtos, aconteceu na praça de pedágio do quilômetro 181 da rodovia. Cada carro era ocupado por duas pessoas. O quarteto, segundo a polícia, se conhecia.
Os policiais militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) encontraram os aparelhos eletrônicos, de diversos tipos e sem procedência, nos porta-malas de ambos os veículos. Haviam ainda bebidas, também de origem duvidosa.
Os ocupantes dos carros contaram que retornavam de Foz do Iguaçu (PR), onde fizeram uma série de compras para revender o material em Araras, onde todos residem.
As equipes policiais encontraram ainda dois mil dólares com os indivíduos, mas a quantia não foi apreendida por estar dentro limite legal.
O caso foi registrado na Delegacia de Rio Claro. Os materiais foram apreendidos pela Receita Federal. Os suspeitos devem responder por descaminho.
]]>Os entorpecentes estavam escondidos dentro das bagagens de cinco passageiras que saíram de um voo proveniente de Manaus e tinha como destino a capital de São Paulo.
Cães farejadores da Polícia Civil indicaram a presença das drogas dentro das malas logo após elas serem retiradas do porão da aeronave.
Dentre as passageiras havia uma adolescente de 17 anos que foi levada à Fundação Casa. As demais foram presas. O caso é investigado.
O skunk, popularmente conhecido como “supermaconha”, tem uma maior concentração de THC (tetrahidrocannabiol), presente na maconha. Com isso, a substância alucinógena é potencializada e possui um valor alto ao mercado do tráfico.
