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Considerando apenas o mês de setembro, o saldo de vidas poupadas chegou a 50%. Em 2022, 10 pessoas morreram neste mesmo mês, em sinistros (acidentes) na malha urbana de Campinas. Em 2023, o número chegou a cinco.
Nestes dados, um número se destaca: os motociclistas e garupas também tiveram as mortes reduzidas pela metade em setembro.
Em 2022, foram oito vítimas fatais; em 2023, quatro. As informações foram apuradas pela área de gestão de base de dados da Emdec.
O destaque entre ocupantes de motocicletas permanece quando são avaliados os números de janeiro a setembro: as mortes no trânsito envolvendo motocicletas reduziram 23%, no comparativo com 2022. No total, 24 pessoas perderam a vida no veículo no período. No ano anterior, foram 31.
Atualmente, os motociclistas e garupas são o principal alvo de campanhas educativas e de fiscalização da Emdec.
Este reforço ocorreu devido à alta mortalidade observada entre este público no ano anterior, quando, em média, um motociclista morreu a cada cinco dias em Campinas (considerando malhas urbana e rodoviária). Os dados estão disponíveis no “Boletim de Vítimas Fatais no Trânsito 2022”, publicado pela Emdec em maio.
Os números em queda são constatados após uma série de esforços, que vêm mostrando resultado. Apenas em 2023, até setembro, a Emdec realizou 53 ações de rua, cinco workshops de pilotagem segura, 11 blitze educativas e ações com a entrega de três mil antenas corta-pipa, atingindo cerca de sete mil motociclistas.
No ranking de mais vidas salvas, logo após os motociclistas, estão os pedestres, com 10% menos mortes de janeiro a setembro. São 19 óbitos registrados neste ano, contra 21 em 2022.
Já entre os ciclistas e ocupantes de demais veículos, há um alerta: foi registrada uma morte a mais em cada grupo. Entre os condutores de bicicletas, houve quatro óbitos em 2023, e três em 2022. Já entre os que estavam em outros veículos, foram sete em 2023 e seis em 2022.
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