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No vídeo de uma câmera de segurança, é possível ver o momento da abordagem. Quando a viatura da polícia chega, um dos suspeitos corre.
O adolescente que fica na moto começa a ser revistado, mas de repente, saca a arma e atira no olho do policial militar.
Mesmo ferido o sargento conseguiu revidar e atirou contra o menor diversas vezes. O criminoso morreu no local em decorrência dos tiros. Já o PM entrou na viatura e conseguiu sair dirigindo.
O policial militar é do batalhão da cidade de Resende. Ele foi socorrido para o hospital, passou por uma cirurgia e já teve alta, segundo a Polícia Militar.
O outro suspeito foi apreendido e levado para a 100ª Distrito Policial de Porto Real.
De acordo com o registro de ocorrência, foram apreendidas duas armas e a moto. Segundo um levantamento feito pela polícia, o adolescente morto foi preso com um revólver calibre 38 e drogas no dia 24 de dezembro do ano passado.
Já o adolescente apreendido tem uma ficha criminal que inclui homicídio, tráfico de drogas e posse de arma.
De acordo com informações da corporação, por volta da 1h, os policiais abordaram um Toyota Corolla Cross, na altura do km 87 da pista, sentido interior.
O condutor não estava com nada ilegal, mas a equipe constatou que os números de chassi e motor do carro não batiam com a placa. Após consultas mais aprofundadas, a equipe descobriu uma queixa de roubo registrada no dia 8 de fevereiro no Estado do Rio de Janeiro.
Diante das evidências, o motorista confessou que comprou o carro roubado no estado carioca pela quantia de R$ 7 mil e estava a caminho de Sumaré (SP).
O homem foi encaminhado para o Plantão Policial de Atibaia e ficou detido em flagrante por receptação.
Nesta quarta-feira (3), a Polícia Militar do Rio de Janeiro iniciou uma operação de grande escala na Cidade de Deus, localizada na zona oeste da capital carioca. A operação, planejada para durar 24 horas, tem como principais objetivos a remoção de barricadas instaladas por criminosos, a apreensão de veículos roubados ou clonados, e o combate a atividades criminosas na região.
Segundo a Agência Brasil a operação foi conduzida pelo 18º Batalhão de Polícia Militar (Jacarepaguá), a operação conta com o apoio do Grupamento Especial de Salvamento e Ações de Resgate (Gesar) e do Batalhão de Ação de Cães (BAC). Segundo a Secretaria de Estado da Polícia Militar, a comunidade vinha sendo utilizada como base por um grupo criminoso de diversas influencias no Brasil para a prática de diversos delitos.
Durante a operação, a equipe do BAC, com o auxílio de cães farejadores, conseguiu apreender cerca de 70 quilos de maconha na localidade conhecida como Caminho do Outeiro. Além disso, a Polícia Militar informou através da rede social X, o antigo Twitter, sobre a prisão de um olheiro do tráfico, que foi capturado enquanto monitorava e transmitia informações aos criminosos na Travessa do Sal, na localidade Novo Mundo.
Em outra atualização nas redes sociais, a PM divulgou um vídeo mostrando a retirada de barricadas no interior da comunidade, incluindo aquelas que foram incendiadas por criminosos para obstruir a entrada dos policiais.
A ocupação também teve impacto nos serviços de saúde locais, com a suspensão das atividades no Centro Municipal de Saúde Hamilton Land e na Clínica da Família Lourival Francisco de Oliveira, seguindo protocolos de segurança. A Clínica da Família José Neves manteve o atendimento, suspendendo apenas as visitas domiciliares.
]]>A vítima, Leandro Coutinho da Silva, foi brutalmente espancada por traficantes em uma espécie de “tribunal do crime”. O objetivo era que ele assumisse a autoria dos crimes. Os criminosos compartilharam a tortura em redes sociais como forma de intimidação a outros moradores.
A denúncia indica que os meninos foram mortos por milicianos após supostamente roubarem uma gaiola de passarinho. Na sentença, o juízo da 1ª Vara Criminal de Belford Roxo descreve detalhes das torturas e suas consequências para a vítima e sua família.
Além das graves consequências físicas e psicológicas, Leandro e sua família tiveram que abandonar sua residência e pertences, temendo por suas vidas. A sentença destaca que a postagem nas redes sociais tinha o propósito de imputar a Leandro o desaparecimento das crianças e promover os atos do grupo criminoso.
Os traficantes foram condenados a penas que variam de 9 anos e 8 meses a 12 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. A sentença destaca a violência gratuita e desmedida praticada pelos criminosos, vinculados a uma facção criminosa de alta periculosidade.
Leandro, após horas sob o domínio dos traficantes, foi levado à delegacia amarrado e com um cartaz no pescoço que o apontava como responsável pelo desaparecimento das crianças. A vítima, coagida, confessou a tortura que sofreu.
A condenação reforça a gravidade do caso e a necessidade de responsabilização dos envolvidos. Em janeiro deste ano, o Ministério Público denunciou oito acusados pelos crimes. A Justiça agora aguarda o cumprimento das penas e a continuidade das investigações para esclarecer o paradeiro das crianças desaparecidas.
(Fonte: Agência Brasil)
]]>“O fator responsável por esse episódio foram as pessoas que deixaram de fazer o que deveriam fazer. Isso está muito bem diagnosticado. Essas pessoas foram sancionadas disciplinarmente e podem também estar criminalmente envolvidas. E aí o inquérito criminal militar é que vai chegar a essa conclusão”
disse o general.
Maurício Vieira Gama defendeu o sistema de segurança aplicado pelo Exército na guarda das armas, mas reconheceu que os protocolos poderão ser revistos.
“O processo [de segurança], desde o dia em que houve esse episódio, está sendo revisto, as pessoas estão sendo responsabilizadas, processos aperfeiçoados, mas todo nosso processo, em qualquer quartel, ele é muito eficiente. Tem câmeras, alarmes, toda sistemática para segurança do armamento.”
O general reforçou que o Exército já sabia, desde quando foi constatado o furto das armas, que a ação tinha contado com a participação de militares. “Quando descobrimos que esse armamento foi subtraído, já sabíamos que tinha participação do pessoal do quartel.”
“Não foi uma ação externa, de fora para dentro. Foram pessoas nossas que colaboraram para essa subtração. Agora, os processos dependem de pessoas, por isso, existe a responsabilização daqueles que negligenciaram na execução no processo de controle e fiscalização do armamento”
acrescentou.
Até o momento, não há nenhum militar preso criminalmente.
O Exército e a Polícia Civil do Rio recuperaram, na madrugada desta quarta, mais duas armas que haviam sido furtadas do Arsenal de Guerra de São Paulo. Até agora, foram recuperadas 19 das 21 armas subtraídas do quartel.
Em nota, o Comando Militar do Sudeste disse que “o Exército considera o episódio inaceitável e seguirá realizando todos os esforços necessários para a recuperação de todo o armamento no mais curto prazo e a responsabilização de todos os autores”.
O Exército e a Polícia Militar cumpriram nesta quarta, mandados de busca e apreensão em quatro endereços no Jardim Galvão, no município de Guarulhos, na Grande São Paulo. Foram apreendidos equipamentos eletrônicos, como celulares, para auxiliar na investigação.
Na ação, as equipes também apreenderam um fuzil 7,62 e investigam a origem dele. Com isso, já foram recuperadas 19 das 21 metralhadoras que foram furtadas do Arsenal de Guerra.
Em nota, o CMSE afirmou que “o Exército considera o episódio inaceitável e seguirá realizando todos os esforços necessários para a recuperação de todo o armamento no mais curto prazo e a responsabilização de todos os autores”.
Com a decisão, fica suspenso o curso de formação de soldados aprovados na primeira fase do concurso, a aplicação de nova prova objetiva e a divulgação de qualquer resultado até decisão final do Supremo.
No entendimento do ministro, as mulheres devem concorrer entre a totalidade das vagas disponíveis. “O percentual de 10% reservado às candidatas do sexo feminino parece afrontar os ditames constitucionais quanto à igualdade de gênero”, decidiu Zanin.
Em agosto, governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, informou que decidiu anular a prova objetiva do concurso diante das denúncias de fraudes. As novas provas estavam previstas para o próximo mês.
A discussão sobre a limitação da participação de mulheres em concursos militares começou após Cristiano Zanin suspender, no mês passado, o concurso da Polícia Militar do Distrito Federal. A medida foi tomada após o PT acionar a Corte para contestar uma lei local que fixou limite de 10% de participação de mulheres no efetivo da corporação.
Dois homens estavam uma moto Honda CG Titan 160 e tentaram fugir da abordagem quando viram a equipe. O condutor conseguiu seguir por algumas ruas e ao tentar entrar em uma casa, bateu no portão social e danificou um registro d’água.
Os agentes conseguiram abordar a dupla e apesar de não encontrarem nada ilícito, notaram adulteração nos sinais de identificação do motor e chassi.
De acordo com a GCM, a moto era da cidade de Paraty no Estado do Rio de Janeiro. Ao ser questionado sobre esse fato, o condutor alegou que adquiriu a moto em um leilão.
A equipe registrou o caso no plantão policial e após o registro dos fatos, a moto ficou recolhida no pátio municipal.
]]>De acordo com o secretário, a polícia estava investigando a informação de que as armas seriam repassadas para outros criminosos nesta madrugada.
Os policiais civis foram até o local onde a negociação seria feita e chegaram a trocar tiros com os criminosos, disse o Secretário de Segurança. Os criminosos conseguiram fugir e ainda não foram localizados.
Os armamentos recuperados foram cinco metralhadoras ponto 50 e outras quatro de calibre 7,62. Segundo Derrite, uma equipe do Exército foi chamada e confirmou pela numeração das armas que elas faziam parte do arsenal furtado.
Na quinta-feira (19), outras oito armas furtadas do Arsenal de Guerra do Quartel em Barueri, foram encontradas no Rio de Janeiro. A interceptação das armas ocorreu em uma ação integrada do Exército Brasileiro com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
As armas recuperadas foram quatro metralhadoras ponto 50 e outras quatro MAGs. As informações foram confirmadas pelo general Maurício Vieira Gama, chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste do Exército, em entrevista.
Os policiais apreenderam os armamentos após receberem uma ligação informando a localização do armamento, que estaria dentro de um carro na Gardênia Azul, zona oeste do Rio.
A comunidade é a mesma que passou a contar com a atuação do Comando Vermelho desde o começo deste ano após uma aliança entre o tráfico e a maior milícia carioca.
O Exército ainda investiga se as armas foram furtadas de uma só vez. Segundo o general Vieira Gama, o “lapso temporal” da investigação vai de 6 de setembro a 10 de outubro, período entre as duas inspeções, mas ainda não se sabe como elas foram levadas.
Um Inquérito Policial Militar foi instaurado para investigar o sumiço dos armamentos e corre em sigilo.
O Exército informou que “todos os processos da Organização Militar estão sendo revistos”. As autoridades disseram ainda que “os militares que tinham encargos de fiscalização e controle poderão ser responsabilizados na esfera administrativa e disciplinar por eventuais irregularidades”.
A ausência do armamento foi notada no dia 10 de outubro durante uma inspeção. A notícia fez com que o Comando Militar do Sudeste determinasse o aquartelamento dos militares da unidade e uma investigação foi aberta para apurar os fatos.
Há, no momento, cerca de 160 militares aquartelados – impedidos de sair do local – no Arsenal de Guerra. Até agora, nenhum militar foi preso, de acordo com o Comando Militar do Sudeste.
O Arsenal de Guerra de São Paulo é uma unidade técnica de manutenção. Ela recebe armamentos inservíveis, que passam por uma avaliação para saber se a recuperação é viável economicamente. Caso o reparo não seja indicado, é iniciado o processo de desfazimento e destruição.
A polícia apreendeu quatro das 13 metralhadoras calibre .50 que haviam desaparecido. São armas capazes de derrubar aeronaves. A Polícia Civil do Rio recuperou também quatro das oito metralhadoras calibre 7,62 que foram furtadas.
O Exército informou que o diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo, responsável pelo quartel do Barueri, o tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, será exonerado de sua função, mas não será expulso da Força. A decisão da exoneração foi do comandante do Exército, Miguel Ribeiro Paiva.
Em entrevista coletiva em São Paulo, o general de Brigada Maurício Vieira Gama, chefe do Estado Maior do Comando Militar do Sudeste, confirmou que pode haver militares envolvidos no furto dos armamentos e que “dezenas” deles receberam o formulário de apuração disciplinar e estão em prazo para apresentar suas defesas.

“Todos os processos do Arsenal estão sendo revisados para verificar onde ocorreu o erro. E, como nós falamos, esses militares que falharam nessa conferência serão responsabilizados”, disse Gama.
A integridade do local onde estavam as armas foi conferida em 6 de setembro e depois somente em 10 de outubro, quando o furto foi descoberto.
De acordo com Gama, os militares envolvidos no furto serão expulsos da Força, no caso dos temporários, e os de carreira serão encaminhados a um conselho de sanções. Os responsáveis responderão ainda na esfera criminal na Justiça Militar.
Ao todo, foram apreendidas quatro metralhadoras MAG 7.62 e quatro metralhadoras .50. As investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime.