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Segundo a Agência Brasil a operação foi conduzida pelo 18º Batalhão de Polícia Militar (Jacarepaguá), a operação conta com o apoio do Grupamento Especial de Salvamento e Ações de Resgate (Gesar) e do Batalhão de Ação de Cães (BAC). Segundo a Secretaria de Estado da Polícia Militar, a comunidade vinha sendo utilizada como base por um grupo criminoso de diversas influencias no Brasil para a prática de diversos delitos.
Durante a operação, a equipe do BAC, com o auxílio de cães farejadores, conseguiu apreender cerca de 70 quilos de maconha na localidade conhecida como Caminho do Outeiro. Além disso, a Polícia Militar informou através da rede social X, o antigo Twitter, sobre a prisão de um olheiro do tráfico, que foi capturado enquanto monitorava e transmitia informações aos criminosos na Travessa do Sal, na localidade Novo Mundo.
Em outra atualização nas redes sociais, a PM divulgou um vídeo mostrando a retirada de barricadas no interior da comunidade, incluindo aquelas que foram incendiadas por criminosos para obstruir a entrada dos policiais.
A ocupação também teve impacto nos serviços de saúde locais, com a suspensão das atividades no Centro Municipal de Saúde Hamilton Land e na Clínica da Família Lourival Francisco de Oliveira, seguindo protocolos de segurança. A Clínica da Família José Neves manteve o atendimento, suspendendo apenas as visitas domiciliares.
]]>A vítima, Leandro Coutinho da Silva, foi brutalmente espancada por traficantes em uma espécie de “tribunal do crime”. O objetivo era que ele assumisse a autoria dos crimes. Os criminosos compartilharam a tortura em redes sociais como forma de intimidação a outros moradores.
A denúncia indica que os meninos foram mortos por milicianos após supostamente roubarem uma gaiola de passarinho. Na sentença, o juízo da 1ª Vara Criminal de Belford Roxo descreve detalhes das torturas e suas consequências para a vítima e sua família.
Além das graves consequências físicas e psicológicas, Leandro e sua família tiveram que abandonar sua residência e pertences, temendo por suas vidas. A sentença destaca que a postagem nas redes sociais tinha o propósito de imputar a Leandro o desaparecimento das crianças e promover os atos do grupo criminoso.
Os traficantes foram condenados a penas que variam de 9 anos e 8 meses a 12 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. A sentença destaca a violência gratuita e desmedida praticada pelos criminosos, vinculados a uma facção criminosa de alta periculosidade.
Leandro, após horas sob o domínio dos traficantes, foi levado à delegacia amarrado e com um cartaz no pescoço que o apontava como responsável pelo desaparecimento das crianças. A vítima, coagida, confessou a tortura que sofreu.
A condenação reforça a gravidade do caso e a necessidade de responsabilização dos envolvidos. Em janeiro deste ano, o Ministério Público denunciou oito acusados pelos crimes. A Justiça agora aguarda o cumprimento das penas e a continuidade das investigações para esclarecer o paradeiro das crianças desaparecidas.
(Fonte: Agência Brasil)
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