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São 19 os mortos pela PM no litoral paulista desde o dia 2 de fevereiro, quando o oficial Cosmo foi assassinado em serviço.
No sábado, os policiais receberam a denúncia de que um envolvido com facção criminosa transportava armas em um Jeep Compass. Quando foram interceptar o veículo, o criminoso jogou o carro contra a viatura e foi atingido pelos policiais. Ele foi levado para a Santa Casa, mas não resistiu.
Um fuzil calibre 556 foi apreendido, conforme informado pela SSP-SP.
Allan de Morais Santos, de 36 anos, era conhecido como “príncipe do PCC” e acumulou penas de 22 anos e 10 meses por crimes como tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
Segundo a secretaria, ocorrem duas fases simultâneas da Operação Verão, com reforço das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e do Comando de Operações Especiais (COE). O foco da operação são ações de combate aos crimes no litoral durante o verão e o carnaval. Está em vigência também uma Operação Escudo, para identificar o responsável pela morte de Samuel Cosmo.
“Do início da Operação Verão até este sábado (10), 569 pessoas foram detidas, entre elas, 206 procurados pela Justiça. Todos os casos são rigorosamente investigados pela 3ª Delegacia de Homicídios da Deic de Santos, com o acompanhamento do Ministério Público e do Poder Judiciário”, afirmou, em nota, a SSP-SP.
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Conforme informações da PM, o soldado realizava um patrulhamento com uma equipe da Rota em apoio a Operação Verão na Baixada Santista quando, nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima, foi surpreendido por um ataque de criminosos.
Samuel foi atingido e socorrido para a Santa Casa de Santos, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, a Polícia Civil e Militar começaram uma operação conjunta que prendeu três suspeitos. Segundo as corporações, a operação permanece em vigor até o esclarecimento por completo dos fatos.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcisio de Freitas, prestou solidariedade à família do soldado e afirmou que irá trabalhar para identificar e prender os autores do crime.
O Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, Guilherme Derrite, também usou o X para informar o início da Operação.
A Operação Escudo foi iniciada em julho de 2023, após a morte do soldado da Polícia Militar, Patrick Bastos Reis, em um patrulhamento no Guarujá, litoral de São Paulo.
No total, a primeira fase da Operação Escudo deixou ao menos 28 pessoas mortas, 958 pessoas presas, sendo que 382 eram procuradas pela Justiça. Além disso, 117 armas de fogo e 977 quilos de drogas foram apreendidos. A ação durou 40 dias.
Essa nova operação é a oitava Operação Escudo desde julho de 2023 e é a sexta deste ano.
A operação mobilizou aproximadamente 30 equipes do batalhão especializado, as quais realizaram policiamento preventivo e ostensivo em todas as zonas da capital paulista, incluindo a região central. Adicionalmente, os policiais empreenderam buscas por indivíduos procurados pela Justiça que estavam em situação de fuga.
Enquanto conduziam a operação, os policiais receberam uma denúncia em Osasco e responderam prontamente, realizando uma incursão em uma comunidade. Nesse local, localizaram e detiveram o homem procurado.
O caso foi devidamente registrado como captura de procurado no 7º DP de Osasco.
]]>Esses locais eram utilizados para armazenar entorpecentes e abastecer eventos conhecidos como “pancadões” na região. A operação também resultou na prisão de um criminoso procurado pela Justiça.
Em uma das residências identificadas, os policiais encontraram aproximadamente 30 litros de lança-perfumes e uma metralhadora “caseira” calibre 380, acompanhada por 21 munições. No segundo endereço, a atuação dos cães do canil foi essencial para localizar maconha, cocaína e uma espingarda calibre 12. A operação ainda está em andamento, e os detalhes serão apresentados no Distrito Policial da região.
]]>Os armamentos foram adquiridos neste ano e já estão em uso pelos policiais militares do batalhão. A Metralhadora Leve Negev 762 equipa todos os pelotões no patrulhamento tático diário.
Também foram adquiridos fuzis FN Scar 762 que dispõem de mira optrônica e abafador de som. O armamento é utilizado somente pelo atirador designado, um policial responsável por observar e fazer a segurança durante a operação do pelotão de Rota.
Por meio da comunicação via rádio, o PM monitora toda movimentação da operação no terreno. Caso haja um perigo, ele pode efetuar um disparo de segurança para evitar expor o pelotão durante as ações.
“São armamentos específicos para nossa atividade e combate ao crime ultraviolento. Com a evolução do patrulhamento tático, o atirador designado e operador de metralhadora leve vieram em um momento certo para apoiar a Polícia Militar na segurança pública”, afirmou o tenente-coronel Leonardo Takahashi, comandante da Rota.
O 1º Batalhão de Policiamento de Choque recebeu um grande público para celebrar os 53 anos da Rota. O evento contou com a participação do secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
“Desde o início da nossa gestão, dentro dos limites da lei, como tem que ser, foram desenvolvidas ações efetivas de combate ao crime organizado, em especial, da tropa que é a maior especialista no mundo em patrulhamento tático urbano, que é a Rota”, destacou o secretário Guilherme Derrite.

Personalidades civis e autoridades foram homenageadas no evento com a entrega de 56 medalhas das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar. Entre elas, estavam o governador Tarcísio de Freitas, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Ricardo Anafe, e o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado André do Prado.
“Existem algumas unidades que ganham alma, que desenvolvem espírito, a gente sente a energia diferente quando está presente, e a Rota é uma delas. É uma unidade que transborda excelência e é por isso que a sociedade de São Paulo confia muito nos profissionais que aqui estão”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
Na Galeria dos Eternos Comandantes, foram inaugurados os retratos do coronel Fábio Sérgio do Amaral e do tenente-coronel Rogério Nery Machado, ex-comandantes da Rota.
“Os senhores têm, nessa tropa, uma tropa aguerrida, uma tropa leal, sobretudo, uma tropa que sabe exatamente o seu papel no Estado de São Paulo, e podemos dizer que a população dorme tranquila por conta dessa honra que vocês têm”, afirmou o comandante da Polícia Militar de São Paulo, coronel Cássio Araújo de Freitas.
O soldado da Rota Patrick Bastos Reis, morto em julho por criminosos durante um patrulhamento no Guarujá, foi lembrado e homenageado durante o evento de aniversário da corporação.
O secretário Guilherme Derrite destacou o trabalho de toda Polícia Militar e Civil, em especial, da tropa de Rota, que durante 40 dias ficou na Baixada Santista combatendo o crime organizado em uma pronta resposta ao ataque sofrido pelos policiais por meio da Operação Escudo.
“Celebrar o aniversário da Rota é celebrar nossos heróis do passado. É reverenciar a memória do nosso último grande herói, morto covardemente no Guarujá cumprindo sua missão”, lembrou o governador Tarcísio de Freitas.
A soldado Vitória Reis, mulher do soldado Patrick Reis, participou da cerimônia. Ela ficou emocionada em voltar ao batalhão. “Ver todas as homenagens que meu marido recebeu só me mostra como ele era grande, e eu sei da grandeza dele”, disse.
]]>De acordo com a Rota, a prisão foi feita após um trabalho de inteligência da Polícia Militar (PM). A corporação descobriu que o criminoso Marcos Rogério Machado de Moraes, conhecido como “Bocão”, estava em um imóvel no Jardim Salerno.
Bocão é apontado como o engenheiro do túnel que deu acesso ao Banco.
Os policiais foram até o endereço e prenderam o integrante da quadrilha, condenado a 29 anos de prisão e que estava foragido há anos.
Na casa, a polícia ainda encontrou um quilo de cocaína, meio quilo de maconha, balanças de precisão, dinheiro e celulares. Segundo a polícia, a casa funcionava como um centro de distribuição de drogas em Sumaré.

Além de “Bocão”, dois homens e uma mulher que estavam no imóvel também foram presos em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Considerado o maior roubo já registrado no Brasil, o assalto ao Banco Central de Fortaleza ocorreu em agosto de 2005.
Para furtar o cofre de um dos bancos mais seguros do país, a quadrilha cavou um túnel de 77 metros que ligava uma casa próxima ao local até o cofre do banco.

Eles levaram R$ 164 milhões em espécie, dinheiro que pesava 3,5 toneladas, segundo cálculos da polícia.
O roubo só foi percebido pelas autoridades na segunda-feira, 8 de agosto de 2005.
A maior parte do dinheiro levado no assalto continua desaparecida. Dos R$ 164 milhões roubados, apenas R$ 53 milhões foram recuperados pelas autoridades. O destino do restante do montante, mesmo após 18 anos, ainda é um mistério.

Um criminoso foi autuado em flagrante e outros dois suspeitos tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. A autoridade policial aguarda a conclusão dos laudos. O inquérito agora será encaminhado para a Justiça.
Após a morte do soldado da Rota, a Secretaria de Segurança Pública a Operação Escudo, obtendo êxito em prender não só os envolvidos no crime, como outros criminosos na região
Em oito dias de Operação Escudo, a polícia prendeu 147 suspeitos e apreendeu 478 kg de drogas. A ação segue para sufocar o tráfico de drogas e desarticular o crime organizado na Baixada Santista.

“A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”, declarou Tarcísio de Freitas.
Em relação às oito mortes em confronto registradas durante a ação, o governador ressaltou que as forças de segurança atuam para prender os criminosos e o enfrentamento é resultado da ação dos bandidos e não dos policiais.
“A polícia quer evitar o confronto de toda forma. Ninguém quer o confronto. Agora, nós temos uma polícia treinada e que segue à risca regras de engajamento. A partir do momento que a polícia é hostilizada e a autoridade policial não é respeitada, infelizmente há o confronto. A gente não quer o confronto, não deseja o confronto de jeito nenhum. Tanto é que nós tivemos dez prisões”
afirmou o governador em entrevista coletiva.
A entrevista também reuniu o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o delegado geral da Polícia Civil, Artur Dian, e o comandante geral da PM, Cássio Araújo de Freitas. Com efetivo de mais de 600 policiais, a Operação Escudo foi deflagrada logo após o assassinato do soldado Reis e terá prosseguimento mesmo após a prisão do suspeito do crime.
“Cada ocorrência é investigada. Não há ocorrência que não seja investigada. Nós temos a presença da Polícia Civil, e todas as ocorrências vão ser investigadas. A gente está enfrentando o tráfico de drogas e o crime organizado e temos que ter consciência disso”
reforçou o governador.
De acordo com o secretário Derrite, quatro dos oito suspeitos mortos durante confrontos com a polícia já foram identificados e todos têm antecedentes criminais. Ele também afirmou que o vídeo gravado pelo suspeito de assassinar o PM Reis foi produzido por orientação da defesa do acusado e que as circunstâncias de cada ocorrência na Operação Escudo estão sendo investigadas.
“É uma estratégia do crime organizado, inclusive, cooptar moradores e pessoas das comunidades que também são vítimas do tráfico de drogas apresentando versões. Já temos casos de inquéritos instaurados e, ao longo da investigação, chega-se à conclusão que partiu ordem do crime organizado para que a pessoa dizer que viu isso ou aquilo. E, no final das contas, é provado que não aconteceu”
disse o secretário.
Apesar das prisões, o governo informou que a Operação Escudo vai durar por, no mínimo, 30 dias. Há previsão de instalação de uma unidade da Polícia Militar em fevereiro de 2024 com aumento real de efetivo, e não remanejamento de tropas no estado.
O soldado Patrick Bastos Reis morreu na quinta-feira (27) durante uma operação na Baixada Santista, depois de ser atingido por um tiro à longa distância.
De acordo com a inteligência da polícia, o disparo que matou o soldado Reis foi feito a uma distância entre 50 e 70 metros, do alto de uma comunidade em Guarujá. Os soldados foram atacados quando faziam o patrulhamento na Vila Zilda.
A morte desencadeou uma grande operação policial no litoral nos últimos dias, depois de ter causado comoção entre os policiais. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo.
De acordo com a PM, os policiais foram surpreendidos por tiros disparados por criminosos que estavam na favela Vila Zilda. Eles revidaram e, durante o confronto, os dois militares acabaram atingidos.
O soldado Patrick Bastos Reis, de 30 anos, foi atingido no tórax enquanto o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foi ferido na mão. Os policiais foram socorridos ao Pronto Atendimento Municipal da Rodoviária (PAM), mas o soldado Reis não resistiu aos ferimentos.
Os policiais faziam parte de um reforço enviado para o litoral para combater a criminalidade na região, com foco no tráfico de drogas e roubos de cargas. Guarujá viveu uma onda de violência, com roubos, arrastões e assassinatos, nos primeiros meses deste ano.
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou a morte do policial Patrick Bastos Reis nas redes sociais, por volta das 7h15 desta sexta-feira (28). De acordo com o secretário, a Polícia Militar iniciou a Operação Escudo, com o objetivo de capturar os criminosos responsáveis pela ação contra os agentes. Ao todo cerda de 600 policiais participam da ação.

A Polícia Militar já prendeu dois criminosos suspeitos de envolvimento no assassinato. Um terceiro bandido foi morto em confronto com a Rota.
Os policiais alegaram que houve resistência armada e o suspeito recebeu vários tiros. Outras pessoas com possível envolvimento no ataque foram identificadas e eram procuradas no início da noite.
O secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, foi de São Paulo ao Guarujá para acompanhar a operação. Ele confirmou que foram identificados quatro envolvidos.
“Três já estão qualificados, inclusive o que atirou. Dois deles estão presos. Em um outro ponto do Guarujá, houve confronto com a Rota e um criminoso morreu. Não vamos descansar enquanto não prendermos todos”
afirmou o secretário.
Derrite informou que o autor dos disparos, já identificado, será indiciado por homicídio doloso [quando há a intenção de matar] e associação ao tráfico de drogas.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) lamentou a morte do policial da Rota e disse que a ocorrência foi encaminhada para a Polícia Civil.
Os perfis da Polícia Militar de São Paulo nas redes sociais declararam luto pela morte de Patrick Bastos Reis.
Em nota, a PM informou que o soldado ingressou na corporação em dezembro de 2017 e exerceu suas funções “com grande dedicação e zelo com o que lhe era confiado, sendo um profissional dedicado, amigo e exemplar”. O policial deixa esposa e um filho de 2 anos.
No primeiro semestre deste ano, cinco policiais militares morreram em serviço, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo. No mesmo período do ano passado, foram três ocorrências e, no ano anterior, nenhuma morte foi registrada no primeiro semestre.
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A unidade especializada da Polícia Militar atua na Capital, na região metropolitana de São Paulo e em algumas cidades do interior do Estado de São Paulo em ocasiões específicas, como nos municípios litorâneos, durante a Operação Verão, e em Campos do Jordão, no inverno.
A unidade possui quatro companhias que compõem o 1º Batalhão de Policiamento de Choque (BPChq) e os pelotões são treinados diariamente, com aulas teóricas e práticas, onde os policiais praticam os Procedimentos Operacionais Padrão (POP), como técnicas de busca e abordagens, uso de algema e outras atividades.
O efetivo é selecionado a partir de um processo de escolha apurado, que conta com uma entrevista com a participação de todos segmentos operacionais da unidade e um estágio extenuante, que exige o máximo da parte física, intelectual, profissional e emocional do candidato.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública o trabalho desenvolvido pelos 560 homens e mulheres e mais de 100 viaturas que integram a Rota, entre Janeiro e meados de Outubro, resultou na detenção de mais de 600 pessoas – 363 adultos presos, 43 adolescentes apreendidos e 211 procurados pela Justiça capturados.
Além disso, ainda foram apreendidos 102 veículos, mais de 1,3 tonelada de drogas, entre crack, cocaína, maconha e outros drogas, além de R$ 799.470,84 em espécie recolhidos em ocorrências policiais. No mesmo período, ainda foram retiradas de circulação 98 armas de fogo ilegais.
Os números são fruto da dedicação, empenho e tirocínio dos profissionais e também de todo aparato investido no combate à criminalidade, como equipamentos de última geração e viaturas blindadas que foram as mais novas aquisições do arsenal de implementos.
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