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Informações levantadas pelo site Policial Padrão de que o caso teve início quando o Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) foi notificado sobre o sequestro, com informações fornecidas pela empresa Transul. Colega de trabalho da vítima, também conhecido como Chocolate, participou ativamente do processo, mantendo contato com os policiais e a empresa durante o ocorrido.
A operação destaca a eficiência e a colaboração entre as forças de segurança no combate ao crime organizado na região, com a Polícia Civil prosseguindo nas investigações para capturar os envolvidos no sequestro. A identificação e a prisão dos criminosos permanecem como prioridade para garantir a segurança e o bem-estar da população local.
]]>O trabalho de investigação, que se estendia por semanas, revelou a existência de uma residência no Guarujá utilizada para armazenar grandes quantidades de entorpecentes, distribuídos posteriormente em vários pontos da Baixada Santista. A operação de sábado começou com a interceptação de um veículo no sistema Anchieta-Imigrantes, momento em que os policiais apreenderam cerca de 70 tabletes de cocaína com um dos suspeitos, que confessou estar a caminho do Guarujá para entregar a substância.
No endereço monitorado, a equipe da DISE encontrou os dois “zeladores” do entreposto em meio a sacos de cocaína e material para embalo e refino da droga. A ação resultou na apreensão de mais de 210 quilos de cocaína em estado bruto, além de porções prontas para venda e substâncias químicas utilizadas para aumentar o volume da droga, incluindo um produto importado da China e de venda controlada no Brasil.
Os agentes também apreenderam duas armas de fogo calibre 9 milímetros, com carregadores, e um revólver calibre 38, aumentando a gravidade das acusações contra o trio. Ao todo, a operação resultou na apreensão de mais de 330 quilos de cocaína.

Os três indivíduos foram indiciados por tráfico e associação ao tráfico de drogas, posse ou porte de arma de fogo de uso restrito e por integrarem organização criminosa, demonstrando o comprometimento das autoridades na luta contra o tráfico de drogas e a criminalidade organizada na região da Baixada Santista.
]]>Na manhã desta quarta-feira, dois policiais foram baleados na cidade do litoral paulista. Segundo a Polícia Militar, um dos agentes morreu e outro foi submetido a cirurgia. A corporação ainda apura as circunstâncias do crime.
A região da Baixada Santista é alvo de uma nova fase da Operação Escudo, lançada como reação à morte do policial militar da Rota Samuel Wesley Cosmo, em Santos, na última sexta-feira (2). A operação já resultou, até domingo (4), em sete mortos.
“O secretário vai supervisionar pessoalmente as ações desenvolvidas em conjunto pelas Polícias Civil e Militar na região para combater a criminalidade e prender os suspeitos de envolvimento na morte de dois policiais”, disse a SSP em nota.
De acordo com a pasta, o efetivo policial que atua nas cidades da região litorânea será ampliado: policiais do Batalhão de Ações Especiais, da região do ABC Paulista, de Guarulhos e da Região Metropolitana da capital irão passar a atuar nas ações. Haverá ainda o auxílio de policiais da Rota e do Centro de Operações Especiais (COE).
Segundo a SSP, a Justiça deferiu o pedido de prisão do suspeito de matar o policial Cosmo. A pasta informou ainda que irá editar uma resolução oferecendo uma recompensa no valor de R$ 50 mil para obter informações sobre o paradeiro do suspeito.
Conforme informações da PM, o soldado realizava um patrulhamento com uma equipe da Rota em apoio a Operação Verão na Baixada Santista quando, nas imediações da Avenida Brigadeiro Faria Lima, foi surpreendido por um ataque de criminosos.
Samuel foi atingido e socorrido para a Santa Casa de Santos, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, a Polícia Civil e Militar começaram uma operação conjunta que prendeu três suspeitos. Segundo as corporações, a operação permanece em vigor até o esclarecimento por completo dos fatos.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcisio de Freitas, prestou solidariedade à família do soldado e afirmou que irá trabalhar para identificar e prender os autores do crime.
O Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo, Guilherme Derrite, também usou o X para informar o início da Operação.
A Operação Escudo foi iniciada em julho de 2023, após a morte do soldado da Polícia Militar, Patrick Bastos Reis, em um patrulhamento no Guarujá, litoral de São Paulo.
No total, a primeira fase da Operação Escudo deixou ao menos 28 pessoas mortas, 958 pessoas presas, sendo que 382 eram procuradas pela Justiça. Além disso, 117 armas de fogo e 977 quilos de drogas foram apreendidos. A ação durou 40 dias.
Essa nova operação é a oitava Operação Escudo desde julho de 2023 e é a sexta deste ano.
A policial foi baleada pelas costas enquanto fazia patrulhamento pela Operação Escudo em 1º de agosto. Após o crime ela passou várias semanas internada até se recuperar.
Nesta terça os PMs do 2° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) estavam em patrulhamento na região quando viram um veículo em alta velocidade. Na abordagem foi localizada uma arma de fogo ilegal. O motorista foi detido e levado à delegacia.
Na unidade policial foi constatado que o motorista era procurado por tentativa de homicídio contra dois policiais durante a Operação Escudo, realizada na Baixada Santista. A ação policial tinha o objetivo de prender os criminosos que mataram o soldado Patrick Reis e combater o crime organizado naquela região.
Em 1º de agosto, após atirar na cabo Najara, ele e os comparsas fugiram em direção ao morro São Bento, onde atacaram uma viatura do Baep e balearam outro policial na perna. Na troca de tiros um dos criminosos foi baleado e morreu. Outros dois foram presos.
O caso foi registrado como captura de procurado e posse ou porte ilegal de arma de fogo no 1° Distrito Policial de Santos.
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