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Através de câmeras de segurança, a testemunha flagrou quatro pessoas pulando o muro da residência.
Na chegada das equipes, a GCM deteve um dos bandidos em frente à casa. Os outros tentaram fugir pulando muros de imóveis vizinhos, só que as equipes conseguiram capturar dois deles.
Um quarto envolvido fugiu, mas deixou documentos de identificação dentro do veículo que a quadrilha usou para chegar ao local.
Segundo a polícia, os três detidos, com idades de 19, 20 e 25 anos, confessaram que vieram da Capital Paulista e pretendiam furtar uma moto que viram em um anúncio de venda nas redes sociais.
O caso foi registrado na delegacia de Araras (SP) como flagrante de tentativa de furto e associação criminosa. O trio ficou preso.
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]]>Entre os formandos, as sargentos Cristiane e Raquel viveram momentos de emoção e realização. Raquel teve a honra de receber o capacete, símbolo da formatura, das mãos de seu marido, o 2° sargento André, com quem compartilha não apenas laços matrimoniais mas também a paixão pela profissão. Já Cristiane, com 28 anos de dedicação ao Corpo de Bombeiros, recebeu seu capacete de suas filhas gêmeas, Júlia e Heloísa, destacando o legado e a inspiração que transmite à próxima geração.
A solenidade de formatura foi ainda mais significativa por coincidir com a comemoração dos 60 anos da ESB, momento em que foram homenageados os primeiros colocados do curso. O 3° sargento PM Cristian Garcia foi agraciado com a medalha “Pedro Dias de Campos” em grau bronze, enquanto os 3° sargentos PM Gabriel Campagnoli e Anselmo Adriano receberam certificados de reconhecimento por seu desempenho.
O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Nilton César Zacarias Pereira, enfatizaram a importância dos novos sargentos para a instituição e a sociedade, lembrando-os da grande responsabilidade que agora assumem.
Além das celebrações, os números apresentados sobre a atuação do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo em 2023 destacam a relevância e o impacto de seu trabalho: com 569 mil ocorrências atendidas, 236 mil resgates realizados, 45 mil incêndios controlados, 117 mil vistorias efetuadas e 7 mil ações de educação pública.
O evento se encerrou com o tradicional banho de água, simbolizando o batismo dos novos sargentos, um rito de passagem que marca o início de uma nova etapa em suas carreiras, dedicadas ao serviço, ao sacrifício e à comunidade.
]]>A operação contará com a participação de diversas equipes especializadas da Polícia Militar, incluindo o Comando de Policiamento da Região Central, a Força Tática, Rocam, o 7º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), Batalhão de Choque, Cavalaria, Policiamento de Trânsito, e o Comando de Aviação. Além disso, recursos tecnológicos avançados, como drones do sistema Olho de Águia e câmeras fixas e móveis, serão empregados para o monitoramento contínuo da situação, visando prevenir e responder prontamente a eventuais ocorrências.
A coordenação detalhada da operação ficará a cargo do Centro de Operações da PM – Copom, que contará com a presença de representantes de outros órgãos importantes, tais como secretarias municipais, a Guarda Civil Municipal (GCM), e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Este planejamento integrado entre diferentes entidades e o uso estratégico de recursos tecnológicos sublinham o comprometimento das autoridades em manter a ordem e a segurança durante eventos de grande escala na cidade, assegurando assim um ambiente seguro e pacífico para todos os envolvidos.
]]>Os disfarces variados não só facilitaram a aproximação com os criminosos, que se misturavam aos foliões, mas também surpreenderam positivamente o público, que aplaudiu a prisão de um ladrão durante a operação na avenida Marquês de São Vicente, na zona oeste. A fotógrafa pericial Telma Rocha destacou que o uso de fantasias foi um recurso eficaz para chegar mais perto dos suspeitos de forma discreta.
A ação que chamou atenção nas redes sociais envolveu Augusto Curban Crocco e Jonathan Romes Santana, ambos disfarçados de Chapolin, que identificaram uma mulher indicando potenciais vítimas a outros assaltantes. A operação resultou na prisão de 59 suspeitos, na recuperação de 189 celulares e na apreensão de quase 600 cartões bancários, mostrando a efetividade da estratégia adotada pela Polícia Civil durante o Carnaval.
O sucesso da operação também foi celebrado por Marcela Fuset, uma das vítimas de furto, que recuperou seu celular graças ao trabalho dos policiais. A união e o trabalho conjunto entre diferentes departamentos da Polícia Civil, como destacou o agente Crocco, foram fundamentais para o sucesso da operação, promovendo não apenas a segurança dos participantes do Carnaval, mas também uma maior integração entre as equipes envolvidas.
Este reconhecimento do trabalho policial, como ressaltado pelo auxiliar de papiloscopista Fábio Narciso, é uma fonte de satisfação para os agentes, especialmente quando conseguem passar despercebidos e atuar de maneira eficaz. A Operação Carnaval da Polícia Civil de São Paulo demonstra a importância da inovação e da criatividade nas estratégias de segurança pública, especialmente em eventos de grande escala como o Carnaval.
]]>A operação foi desencadeada após o recebimento de uma denúncia anônima, que apontava o imóvel rural como ponto de armazenamento das drogas por um casal detido em dezembro de 2023, no Rio de Janeiro, por transportar pasta base de cocaína. As investigações conduzidas pela equipe da Dise levaram os policiais até a propriedade, onde a ausência de numeração e o forte odor de substâncias químicas indicavam a presença do laboratório clandestino.
Dentro do imóvel, as autoridades localizaram 136,4 quilos de cocaína e 56,3 quilos de crack, totalizando 192,7 quilos de substâncias ilícitas. Além das drogas, foram apreendidos equipamentos utilizados no preparo dos entorpecentes, incluindo um fogão, duas prensas, balanças de precisão, liquidificadores, peneiras, um tambor, uma panela, baldes, bacia, moldes plásticos, fitas adesivas, entre outros apetrechos.
Todo o material foi confiscado e encaminhado à sede da 4ª Delegacia da Dise, parte do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), onde o caso foi registrado. A operação marca um importante golpe contra a rede de tráfico de drogas na região, evidenciando a eficácia das ações de inteligência e investigação no combate ao narcotráfico em São Paulo.
]]>O Fórum Itinerante é uma iniciativa da Secretaria Estadual de Políticas para a Mulher, que busca levar informação e promover o debate sobre a violência de gênero em diversas localidades do estado. A escolha de Analândia como sede para este evento reflete o compromisso da Secretaria em alcançar comunidades de diferentes regiões, garantindo que a mensagem de prevenção e combate à violência contra a mulher chegue a um número cada vez maior de pessoas.
Durante o evento, que terá duração prevista de 2 horas e meia, os participantes terão a oportunidade de ouvir especialistas na área de direitos da mulher, segurança pública e saúde mental, que discutirão estratégias de prevenção à violência e oferecerão orientações sobre como as vítimas podem buscar ajuda e apoio. Além disso, serão compartilhadas experiências de sucesso na luta contra a violência de gênero, visando inspirar e mobilizar a comunidade local para a importância desta causa.
A realização do Fórum Itinerante em Analândia é um passo importante na luta contra a violência de gênero, reforçando o compromisso do estado de São Paulo com a proteção e promoção dos direitos das mulheres. A entrada é gratuita, e a Secretaria Estadual de Políticas para a Mulher convida toda a comunidade de Analândia e região a participar deste momento de reflexão e engajamento em prol de uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.
]]>Cerca de 200 policiais federais, com o apoio da Polícia Militar de SP, estão cumprindo 40 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão temporária e 11 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Estadual de Santa Fé do Sul/SP, em cidades como Jales, Santa Fé do Sul, Votuporanga, São José do Rio Preto, Monte Aprazível, Rio Claro, Piracicaba, Americana, Sumaré, Santa Bárbara D’Oeste e Guarujá, estado de São Paulo; Camboriú em Santa Catarina; e Catuti em Minas Gerais.
As investigações revelaram um amplo esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com base no município de Santa Fé do Sul/SP, mas com repercussão em outras cidades do interior paulista. Em Santa Fé do Sul, foram identificadas pelo menos duas empresas suspeitas (um hotel e um centro de beleza estética) adquiridas pelo líder do grupo para a lavagem de recursos provenientes do tráfico de drogas. Sua esposa figura como sócia nessas empresas, que apresentam movimentação financeira atípica e suspeita. Dois homens foram presos nessa cidade.
Em Jales, as investigações mostraram que o grupo utilizava empresas de mototáxi e um restaurante para “lavar” os recursos financeiros ilícitos do tráfico, além de praticar agiotagem e transações envolvendo imóveis e veículos de luxo. Dois empresários foram presos. Em Votuporanga, a PF apreendeu veículos em uma revenda com movimentação financeira relacionada a outro indivíduo preso em Balneário Camboriú/SC. Esse indivíduo administrava diversos pontos de venda de drogas em Votuporanga/SP.

De acordo com as investigações, estima-se que nos últimos dois anos, o grupo movimentou mais de R$ 50 milhões em transações financeiras, mobiliárias e imobiliárias relacionadas ao tráfico de drogas, usando contas de empresas adquiridas pelo líder e contas de “laranjas” da organização na compra e venda de bens. Entre as formas de “lavar” o dinheiro do tráfico, foram identificadas movimentações financeiras relacionadas a centros de beleza e estética, hotéis, concessionárias de veículos, empresas de mototáxis, açougue, supermercado, compra e venda de bens móveis e imóveis, incluindo uma cobertura no litoral, jet-skis, lanchas, joias, veículos de luxo e até mesmo o patrocínio de um time de futebol da região de Americana/SP.
As investigações também revelaram a ligação do líder do grupo com membros de facções criminosas. Entre os presos está a esposa do líder, advogada que, suspeita-se, utilizava sua prerrogativa para atender aos interesses do marido e da organização criminosa, especialmente relacionados a alguns detentos vinculados ao grupo, que estão no sistema prisional paulista. Essas informações e outras serão aprofundadas com a continuidade das investigações.
Dentre as buscas e apreensões autorizadas pela Justiça Estadual de Santa Fé do Sul/SP, estão sendo confiscados diversos veículos de luxo, recursos financeiros em espécie, joias, embarcações, bloqueios de contas bancárias e sequestro de imóveis urbanos e rurais relacionados aos investigados e empresas identificadas durante as investigações. A maioria das apreensões de drogas do grupo durante as investigações ocorreu nas cidades de Votuporanga, sendo a principal substância entorpecente distribuída cocaína.
Os detidos responderão por vários crimes relacionados ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com penas máximas que podem chegar a até 30 anos de reclusão. Os presos serão encaminhados para unidades prisionais da região onde foram detidos. O material apreendido será levado à sede da PF em Jales/SP, responsável pelas investigações, para análise no interesse das investigações, que continuarão com o objetivo de identificar outros envolvidos na organização criminosa.
]]>Em comemoração à data, foi realizado um congresso técnico de três dias, contando com a participação de palestrantes renomados. O evento também recebeu delegações de 12 estados, proporcionando uma troca de experiências para fortalecer ainda mais o programa.
O coronel Sanches, coordenador técnico estadual do PROERD, destaca: “As pessoas envolvidas no programa acreditam que podem fazer a diferença para a sociedade.”
Uma das protagonistas dessa missão é a cabo Adriana Lopes da Silva Ferrari, integrante da primeira turma de praças formada pelo programa em 1997. Desde então, ela se dedica à formação de novos instrutores. Emocionada por vivenciar seu último dia na Polícia Militar antes de entrar para a reserva, Adriana expressa orgulho pelo legado que deixa após 26 anos de dedicação. “Meu desejo é que as pessoas se amem mais, se respeitem mais, e que esses policiais militares continuem firmes e fortes, lutando cada vez mais por tudo o que plantamos, para que possamos continuar por mais 30 anos.”
Em 2002, o estado de São Paulo liderou a expansão do PROERD para todos os estados brasileiros, transformando-o em um programa institucional em todas as polícias militares do Brasil.
A história do PROERD remonta a 1993, com a formação da primeira turma de instrutores na Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB). Em 1997, expandiu-se para a Polícia Militar, e no ano seguinte, criou-se o Centro de Treinamento do Programa, oferecendo cursos para o estado de São Paulo e, posteriormente, para os demais estados da Federação.
O público-alvo do programa são crianças e jovens de escolas públicas e privadas, matriculados desde a Educação Infantil até o 7° ano do Ensino Fundamental. O material utilizado nas aulas é fornecido pela Diretoria de Polícia Comunitária e de Direitos Humanos (DPCDH), incluindo materiais específicos para cada faixa etária, bem como para pais e instrutores, proporcionando uma abordagem atualizada sobre o problema das drogas e da violência.
]]>O objetivo da campanha é conscientizar a população sobre os diversos tipos de agressões enfrentadas por meninas e mulheres em todo o mundo. A mobilização ocorre anualmente e envolve diversos setores da sociedade civil e do poder público. O início coincide com o Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro, devido à dupla vulnerabilidade da mulher negra.
Globalmente, o período de ativismo se estende por 16 dias, começando em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, até 10 de dezembro, data em que foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Para marcar o início dos 21 dias, a SP Mulher, em colaboração com o Sebrae-SP e o Procon-SP, realizará, em 21 de novembro, a partir das 16h, uma transmissão ao vivo. O evento visa orientar empresários e profissionais dos setores de gastronomia, lazer e entretenimento sobre o curso obrigatório do protocolo “Não se Cale”. Esse curso prepara os profissionais para identificar e enfrentar situações de risco para a mulher.
Outras atividades estão programadas para os meses de novembro e dezembro, incluindo ações de conscientização na capital de São Paulo e no interior do estado. Entre as ações estão blitz educativa em estabelecimentos com o Procon, o Fórum Itinerante da Mulher Paulista e a inauguração da Casa da Mulher Paulista em Barretos.
Confira a programação dos “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher no Brasil” (sujeita a alterações):
Programação: 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres
20/11 (segunda-feira – feriado) – Dia da Consciência Negra
21/11 (terça-feira)
22/11 (quarta-feira)
23/11 (quinta-feira)
24/11 (sexta-feira)
25/11 (sábado)
26/11 (domingo)
27/11 (segunda-feira)
28/11 (terça-feira)
29/11 (quarta-feira)
30/11 (quinta-feira)
A iniciativa foi anunciada pelo governador Tarcísio de Freitas em uma cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes, após a assinatura de um termo de cooperação entre a Secretaria da Segurança Pública e o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
O governador enfatizou a importância dessa medida no combate à criminalidade e na proteção das vítimas como um passo efetivo e significativo na repressão ao crime.
“É crucial que possamos monitorar os indivíduos sob custódia, especialmente os agressores de mulheres. O monitoramento das medidas judiciais tem mostrado resultados positivos na redução da reincidência. Quando um agressor está usando uma tornozeleira, podemos emitir alertas caso ele se aproxime da vítima protegida por medidas protetivas. Faremos todo o possível para que este seja um projeto de sucesso que faça a diferença em nosso estado de São Paulo, rumo a uma sociedade mais segura.”
disse o governador.
A cerimônia contou com a presença dos secretários de Estado da Segurança Pública e de Administração Penitenciária, bem como do presidente do TJ-SP, parlamentares e autoridades das forças policiais do estado.
Inicialmente, o projeto disponibilizará 200 tornozeleiras por meio de uma parceria entre as Secretarias de Estado da Segurança Pública e da Administração Penitenciária. A implementação começará na capital, com planos de expansão gradual no futuro.
A Administração Penitenciária já renovou o contrato para aquisição de 8 mil tornozeleiras, e a Secretaria de Segurança Pública está finalizando um edital de licitação para atender à expansão do programa.
O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, enfatizou a necessidade de combater a reincidência criminal, que tem sido um desafio significativo no enfrentamento da violência. Ele declarou que a secretaria buscou uma solução conjunta com o Judiciário, ao notar nos primeiros meses de gestão, que a reincidência criminal é um dos entraves no combate à violência.
“Isso se aplica a diversos tipos de crimes, e no caso da violência doméstica, será crucial para fazer valer as medidas protetivas.”
afirmou, Derrite.
O uso das tornozeleiras estará disponível em todas as prisões registradas na capital, com prioridade para casos de violência doméstica, onde os agressores serão monitorados. Se um suspeito violar uma medida protetiva e se aproximar da vítima novamente, a polícia poderá ser acionada imediatamente.
O TJ-SP havia solicitado essa medida por vários anos, e a administração atual de São Paulo priorizou sua implementação. Em menos de nove meses, a gestão liderada pelo governador Tarcísio de Freitas conseguiu estruturar o projeto e ampliar as ferramentas de proteção para vítimas e a sociedade em geral.
Além de acusados de agressão contra mulheres sob medidas protetivas, as tornozeleiras também poderão ser usadas para monitorar reincidentes em outros crimes, com o objetivo de reduzir a reincidência durante o cumprimento de penas ou medidas alternativas à prisão.
Estima-se que mais de 300 mil condenados ou acusados cumpram pena ou estejam envolvidos em processos em liberdade sem qualquer tipo de monitoramento eletrônico.
O processo de implementação do projeto envolveu a publicação de parâmetros no Diário Oficial do Estado em abril, seguida pela formalização do acordo por meio do termo de cooperação assinado nesta segunda-feira.
As tornozeleiras serão inicialmente atribuídas aos acusados por determinação judicial após audiências de custódia no Fórum Criminal da Barra Funda. A inserção dos dados no sistema será responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública, que treinou membros das forças de segurança do estado para o monitoramento eletrônico.
O Judiciário realizou cerca de 25 mil audiências de custódia na capital de janeiro a agosto deste ano, com 31% dos acusados sendo soltos em casos relacionados à violência doméstica. Em relação a outros crimes, as taxas de soltura variam, destacando a necessidade do monitoramento eletrônico para aumentar a segurança da população.
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