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Na unidade, uma adolescente de 13 anos agrediu outra de 14 anos. A agredida retornou para a casa e contou para a mãe das agressões. A mãe de 32 anos, pediu para que Eduardo, o tio da garota, as levasse até a escola para conversar com a suposta agressora.
No caminho, eles encontraram a adolescente de 13 anos com o irmão, identificado como João Vitor, de 19 anos.
Conforme o boletim de ocorrência, o grupo discutiu e a adolescente de 13 anos puxou uma faca e atacou o tio da outra menina. Ele conseguiu segurar a faca e se defender, mas o irmão da menor sacou uma arma de fogo.
O irmão da agressora e o tio da vítima entraram em luta corporal, e o rapaz atirou contra Eduardo. Quando viu o irmão ferido, a mãe da adolescente de 14 anos tentou ajudar, mas a outra menor deu uma facada nas costas dela.
Após a facada, os agressores fugiram correndo, só que alguns minutos depois, João Vitor voltou e atirou contra a cabeça de Eduardo, que morreu no local.
A mãe da adolescente foi socorrida e levada ao Hospital Mário Covas, onde permanece internada.
A Polícia Civil registrou o caso como homicídio e instaurou inquérito para investigar. Os autores ainda não foram localizados.
]]>Conforme apuração do Policial Padrão, a menina foi ao local com os pais e a irmã, por volta das 21h. A criança estava brincando em um campo de futebol que fica na área quando o palhaço se aproximou.
De acordo com o relato do pai, ele viu o suspeito chegar por trás da filha, a abraçar e beijar o pescoço e o rosto da criança.
A menina se assustou e saiu correndo de volta aos familiares.
Com a ajuda de outras pessoas que estavam no local, o pai da vítima deteve o palhaço, até a chegada da PM.
Em depoimento à polícia, o suspeito que é morador de Jundiaí (SP), confessou as ações, mas alegou que estava apenas brincando.
A polícia o deteve e apresentou o caso no plantão policial. O delegado registrou o caso como estupro de vulnerável e liberou os envolvidos até finalizar a investigação.
]]>Conforme apuração do site Policial Padrão, a diretora de uma escola no Jardim Fortaleza soube que uma aluna estava tendo crise de ansiedade no banheiro e foi conversar com ela.
A adolescente estava chorando e não conseguia dizer o motivo, mas escreveu tudo em uma folha de papel e entregou à diretora.
Na folha, a garota disse que não gosta que a toquem. Segundo o relato, no ano passado o tio teria se acariciado na frente dela, mostrando que estava excitado. A ação teria se repetido outras duas vezes, sendo uma delas durante uma festa de fim de ano.
Diante da grave situação, a diretora chamou a mãe da adolescente e a Polícia Militar (PM) e encaminhou um relatório ao Conselho Tutelar.
Após a chegada da responsável, todos seguiram até a delegacia para prestar depoimento em salas privadas. A polícia vai apurar o caso.
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