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A doação foi feita, por iniciativa própria, de um grupo caridoso coordenado por Vanderlei de Lima, eremita de Charles de Foucauld e professor. Morador de Americana há 11 meses, o monge católico já fez doações semelhantes à Polícia Militar, daqui e da cidade de Amparo, de onde veio.
É ele mesmo quem explica o seu trabalho: “Sigo a Cristo, na espiritualidade de Charles de Foucauld (1858-1916). Ora, Foucauld, enquanto ex militar francês, tinha grande zelo por essa categoria.
Tentando seguir o seu exemplo, busco apoiar o bom trabalho policial, seja ele militar, civil estadual ou municipal”. E completa: “Eu mesmo faço muito pouco, decisivos nessas campanhas são os abençoados doadores que, graças a Deus, nunca me deixaram na mão, embora eu precise de mais benfeitores.
Todos os atuais são de fora. Aqui, conheço poucas pessoas ainda”. A doação tem por objetivo fazer com que os guardas possuam, em seu ambiente de trabalho, recursos que os ajudem a melhor cuidarem da sua saúde.
“Quem está bem, serve melhor a população. Tenho amigos médicos e eles me dizem que esses aparelhos podem ajudar a pessoa a correr para o Pronto Socorro, caso necessite, e, assim, evitar
um infarto ou um AVC, por exemplo”, finaliza o eremita.
O livro tem início definindo que “entende-se por objeção de consciência qualquer tipo de resistência à autoridade pública por motivos íntimos, ou seja, quando o cidadão julga, de modo bem fundamentado, que as determinações da autoridade são injustas e, por isso, não merecem a obediência, mas, sim, oposição. […] O recurso à objeção de consciência assegura que ninguém pode ser, legalmente, obrigado a fazer algo contra a consciência, especialmente ferindo seus valores morais e espirituais” (p. 13).
Todavia, a ditadura do relativismo, muito denunciada pelo Papa Bento XVI, quer, a todo e qualquer custo, derrubar esse direito humano básico para, definitivamente, impor: a) a agenda revolucionária destruidora da vida inocente e indefesa no ventre materno (cf. Ex 20,13), b) o fim da família alicerçada, do ponto de vista natural e sacramental, na união do homem e da mulher (cf. Gn 2,24; Mc 10,7; Ef 5,31), c) a anulação da sexualidade humana criada binária por Deus – homem e mulher (Gn 1,27) – por meio da ideologia de gênero que, a passos largos, avança em parte dos meios de comunicação e, infelizmente, nas escolas, d) a destruição da cultura religiosa das pessoas por meio da proibição de símbolos religiosos em locais públicos etc. O livro alerta sobre tudo isso e muito mais e dá os meios de conter, dentro da lei e da ordem, esses impiedosos ataques anticristãos.
O capítulo 2, reunindo e transcrevendo importantes documentos da Igreja, traz a sólida base doutrinária da objeção de consciência. Em apêndice a este capítulo, vêm dois importantes pareceres: o primeiro é do Dr. Ives Gandra Martins, renomado jurista, e trata da objeção de consciência e da sua interpretação na Constituição Federal de 1988, o segundo parecer é nosso e versa sobre objeção de consciência e transfusão de sangue num paciente que não a aceita, mas se encontra, no hospital, entre a vida e a morte.
No capítulo 3, é apresentada a lei natural moral, base da objeção de consciência, as contestações a esta lei, as respostas a tais objeções e, por fim, o modo de se portar ante as leis humanas. O capítulo 4 traz a batalha diabólica (não há, a nosso ver, outro adjetivo) contra a objeção de consciência. Dizem, numa maldade sobre-humana, que o direito à objeção de consciência tem de ser derrubado. Ora, isso ocorrendo – Deus não o permita! – resta ao cristão encurralado cometer o mal que o Estado manda ou, então, ser processado, afastado do trabalho, preso, assassinado. Não nos iludamos!
Ao chegar ao capítulo 5, escrito por sábia sugestão de Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo de Santo André (SP) e prefaciador da obra, o (a) leitor(a) se depara com aquilo que podemos chamar de “revés da Divina Providência”. Que é esse revés? – É um modo de Deus agir, em meio ao caos que parece fazer ceder o bem e triunfar o mal, despertando, em todos os tempos e lugares, pessoas opositoras desse caos.
Elas o derrotam ou, ao menos, o emperram em sua velocidade aparentemente triunfadora. O capítulo 6 expõe a doutrina da Igreja sobre a participação dos fiéis na vida política de um país. Tal participação é diferente para leigos e clérigos, mas ambos têm, ainda que um Estado se diga laico (muitas vezes, laicista), o direito de se fazerem, cada um a seu modo, ouvir. O Estado deve servir ao ser humano, não o contrário. Isso há de ser sempre relembrado.
No último capítulo, o 7, recordamos a maior desgraça que pode acometer o ser humano: o pecado. Tem aí destaque o pecado da omissão. Nas palavras do Padre Vieira, “omissão é o pecado que se faz não fazendo” (p. 131). Teremos de prestar contas das tantas vezes que o mal triunfou por negligência nossa.
Possa, pois, esta obra lançada pela Cultor de Livros atingir, com a graça divina, seus nobres objetivos. Ajude-nos a divulgá-la em seus meios. Deus o (a) recompense!
https://www.cultordelivros.com.br/produto/obedecer-antes-a-deus-que-aos-homens-78607
]]>Que é a vida? – À luz da Biologia, dizemos que a vida é “a soma de propriedades pelas quais um organismo cresce, reproduz, e se adapta ao seu ambiente” (Brian Clowes. Os fatos da vida. Brasília: Pró-Vida-Família, 1999, p. 201).
Quando se inicia? – Seu início, ainda segundo a Biologia, se dá na concepção, ou seja, na fecundação do óvulo pelo espermatozoide (cf. Pergunte e Responderemos n. 549, março de 2008, p. 104). Sim, os pais produzem a matéria e Deus dá, pela infusão da alma, o espírito (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 366). Na morte, cada um devolve à natureza o que é dela (o corpo material perecível) e a Deus o que é d’Ele (a alma espiritual imortal).
Aprofundando um pouco mais, questiona-se: Qual a razão de ser de cada um de nós neste mundo? – Respondemos que Deus, ao criar o ser humano, além de concebê-lo como guardião de toda a criação (cf. Gn 1-2), deu-lhe a graça santificante pela qual o fez apto a conhecer, amar e servir ao seu Criador e, por essas três ações, chegar à vida plena e feliz, no céu, com Ele (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 358-359).
Contudo, o pecado entrou no mundo e estragou o plano original de Deus (cf. Gn 3). Ele, no entanto, na plenitude dos tempos, enviou o seu divino Filho, nascido da Mulher (cf. Gl 4,4), para restabelecer definitivamente a aliança perdida no paraíso terrestre. Se por um homem (Adão) veio a perdição, por outro (Jesus Cristo) veio a salvação (cf. Rm 5,19).
Nosso Senhor, após sua peregrinação terrena, morte e ressurreição, subiu aos céus, mas nos deixou a Igreja que, por meio de seu Magistério, nos transmite corretamente a Palavra de Deus. Ela é uma só, mas chega até nós por dois canais inseparáveis: a Tradição Divino-apostólica e a Escritura (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 74-100).
Ensina-nos ainda a Mãe Igreja a cumprir com amor os Mandamentos da Lei de Deus e os d’Ela, bem como a acatar os dogmas de fé e – segundo o grau de consentimento exigido – os demais ensinamentos do seu Magistério no campo da fé e da moral. Exorta-nos também à necessária prática dos sacramentos que têm a graça de nos santificar.
Aqui, importa observar que para cada momento de nossa peregrinação terrena temos um sacramento: ao nascimento biológico, segue o nascimento espiritual pelo Batismo; ao crescimento físico, acompanha o crescimento espiritual pela Crisma ou a Confirmação do Batismo; à alimentação corporal, necessária para o sustento físico, tem paralelo o alimento espiritual, na Comunhão, a cada Santa Missa que devemos, em estado de graça, participar, ao menos aos domingos;
À medicina do corpo, pela qual somos curados, corresponde a medicina da alma que é a Confissão ou a Penitência, sacramento pelo qual, por meio do sacerdote, ficamos perdoados de nossos pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; à forma de se realizar na vida, há a correspondência em atender ao chamado de Deus nos sacramentos do Matrimônio ou da Ordem: ministério sacerdotal à serviço do Povo de Deus; na fragilidade humana – em um acidente grave, ante uma cirurgia ou na velhice –, tem-se a força divina da Unção dos Enfermos.
Não é um sacramento de despedida, mas de fortalecimento, em Deus, para encararmos os embates da vida (cf. Dom Estêvão Bettencourt, OSB. Curso de Liturgia. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, 1989, p. 39-40).
Essa vivência ardorosa da fé não faz do fiel católico um alienado. Ao contrário, ele busca impregnar o mundo com os valores do Evangelho. Mantem-se equilibrado nos bens da alma e do corpo, pois sabe construir a realidade temporal em vista da eternidade feliz.
Compreende, assim, o verdadeiro sentido da vida e busca vivê-lo santamente. Sabe – como Santa Teresa d’Ávila – que tudo (fama, riquezas, entes queridos etc.) passa; só Deus permanece. Daí em paz com Deus, consigo mesmo e com o próximo (ainda que este lhe seja hostil), é feliz e realizado. Por isso, não teme patologicamente a morte; sabe que ela é, apesar de dolorosa, a única passagem daqui para a visão de Deus face a face no céu (cf. 1Cor 13,12).
Que esta mensagem cale fundo em nossa mente e coração!
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