acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131powerkit domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wp-graphql domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131wpgraphql-acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/dmxdes87/policial.dmxdesign.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131Pois bem, a Filosofia, guiada apenas pelas luzes da razão, chega, pelo raciocínio lógico, a afirmar que o ser humano foi feito para a sua plena realização; jamais para a frustração. Contudo, este mundo é cheio de frustrações (doenças, injustiças, maldades etc.).
Tem de existir, portanto, o Além para saciar esse desejo inato de vida sem fim, presente em todo homem ou mulher, independente da época, local ou cultura em que esteja inserido. Entretanto, como dizer isso se todos nos defrontaremos com a morte?
Aqui, a resposta da nossa fé católica é mais completa do que a da importante, mas limitada razão humana (campo da Filosofia). Pois bem, A Fé, partindo da Revelação de Deus a nós, garante que “a morte não constitui o momento final da existência humana, mas apenas um ponto de passagem; a vida humana prolonga-se para além da morte e é só na fase sucessiva à atual que a nossa vida atinge a plena e definitiva realização” (Battista Mondin. Antropologia Teológica. 3ª ed. São Paulo: Paulinas, 1986, p. 372).
Mais: “com a sua morte, Jesus Cristo derrotou a nossa morte e com a sua ressurreição antecipou a nossa ressurreição. […] Depois da morte e da ressurreição de Cristo, temos uma garantia de que a morte física não marcará o fim de nossa vida e que uma existência melhor nos espera, onde também o nosso corpo sofrerá uma transformação profunda, uma real transfiguração. Só se obterá uma libertação plena e perfeita pela ressurreição gloriosa, porque ainda nos achamos atualmente ‘suspirando pela redenção do nosso corpo’ (Rm 8,232)” (idem, p. 374).
Ora, isso é muito importante, mas pouco ensinado. Infelizmente! Daí a razão de ser do nosso livro “Para ser feliz nesta e na outra vida. Brevíssimo tratado de Escatologia” (Cultor de Livros, 2021, 124 páginas). Contém ele a síntese segura do que a Igreja ensina e de como Ela ensina.
Distingue o que é de fé do que, embora importante, não ultrapassa a opinião de teólogos. Tudo isso bem fundamentado na Bíblia e na Tradição interpretadas pelo Magistério da Igreja e calçado na opinião de renomados teólogos, além de elucidativas notas de rodapé.
A divisão livro é a tradicional da Igreja ao tratar da Escatologia (parte da Teologia que estuda as últimas – novissima, no latim, e scatá, no grego – coisas da vida). Começa abordando a vida neste mundo e o sofrimento humano (I).
Passa aos acontecimentos que dizem respeito a cada pessoa em particular: a morte, o juízo após a morte, o céu, o purgatório, o inferno, o debatido limbo das crianças e a vida consciente da alma separada do corpo no além (II).
Chega aos eventos que se referem ao fim da história do universo ou ao fim dos tempos. Por conseguinte, afeta a todos os seres humanos. Aí, se estuda a ressurreição da carne, o juízo universal na segunda vinda gloriosa de Cristo e o fim do mundo (III).
Isso posto, faz-se oportuno tratar também de alguns temas complementares; com esse nome entendemos os assuntos ligados à Escatologia por uma concatenação lógica de ideias, mas que não fazem parte do tratado em si.
Aqui, abordamos a reencarnação, a evocação dos mortos e a invocação dos santos, a expressão de fé “Fora da Igreja não há salvação”, Deus, a religião e a Igreja Católica, a essência da Igreja que é, ao mesmo tempo, divina e humana, as indulgências e a existência ou não de vida em outros planetas, à luz da ciência e da fé (IV).
Em Apêndice, a famosa aposta de Blaise Pascal, filósofo francês do século XVII, com o título: “É melhor crer ou não crer?”.
Em suma, conhecer a morte – cujo medo demasiado é patológico assim como também o é (salvo casos muito especiais) não sentir temor algum dela – e o seu depois, faz com que sejamos mais confiantes e tranquilos. Isso é o que muito bem nos lembra Dom Fernando A. Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, no belo prefácio à obra.
Queira, pois lê-la e divulgá-la. Ajudará a muitas almas aflitas. Muito grato!
]]>Que é a vida? – À luz da Biologia, dizemos que a vida é “a soma de propriedades pelas quais um organismo cresce, reproduz, e se adapta ao seu ambiente” (Brian Clowes. Os fatos da vida. Brasília: Pró-Vida-Família, 1999, p. 201).
Quando se inicia? – Seu início, ainda segundo a Biologia, se dá na concepção, ou seja, na fecundação do óvulo pelo espermatozoide (cf. Pergunte e Responderemos n. 549, março de 2008, p. 104). Sim, os pais produzem a matéria e Deus dá, pela infusão da alma, o espírito (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 366). Na morte, cada um devolve à natureza o que é dela (o corpo material perecível) e a Deus o que é d’Ele (a alma espiritual imortal).
Aprofundando um pouco mais, questiona-se: Qual a razão de ser de cada um de nós neste mundo? – Respondemos que Deus, ao criar o ser humano, além de concebê-lo como guardião de toda a criação (cf. Gn 1-2), deu-lhe a graça santificante pela qual o fez apto a conhecer, amar e servir ao seu Criador e, por essas três ações, chegar à vida plena e feliz, no céu, com Ele (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 358-359).
Contudo, o pecado entrou no mundo e estragou o plano original de Deus (cf. Gn 3). Ele, no entanto, na plenitude dos tempos, enviou o seu divino Filho, nascido da Mulher (cf. Gl 4,4), para restabelecer definitivamente a aliança perdida no paraíso terrestre. Se por um homem (Adão) veio a perdição, por outro (Jesus Cristo) veio a salvação (cf. Rm 5,19).
Nosso Senhor, após sua peregrinação terrena, morte e ressurreição, subiu aos céus, mas nos deixou a Igreja que, por meio de seu Magistério, nos transmite corretamente a Palavra de Deus. Ela é uma só, mas chega até nós por dois canais inseparáveis: a Tradição Divino-apostólica e a Escritura (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 74-100).
Ensina-nos ainda a Mãe Igreja a cumprir com amor os Mandamentos da Lei de Deus e os d’Ela, bem como a acatar os dogmas de fé e – segundo o grau de consentimento exigido – os demais ensinamentos do seu Magistério no campo da fé e da moral. Exorta-nos também à necessária prática dos sacramentos que têm a graça de nos santificar.
Aqui, importa observar que para cada momento de nossa peregrinação terrena temos um sacramento: ao nascimento biológico, segue o nascimento espiritual pelo Batismo; ao crescimento físico, acompanha o crescimento espiritual pela Crisma ou a Confirmação do Batismo; à alimentação corporal, necessária para o sustento físico, tem paralelo o alimento espiritual, na Comunhão, a cada Santa Missa que devemos, em estado de graça, participar, ao menos aos domingos;
À medicina do corpo, pela qual somos curados, corresponde a medicina da alma que é a Confissão ou a Penitência, sacramento pelo qual, por meio do sacerdote, ficamos perdoados de nossos pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; à forma de se realizar na vida, há a correspondência em atender ao chamado de Deus nos sacramentos do Matrimônio ou da Ordem: ministério sacerdotal à serviço do Povo de Deus; na fragilidade humana – em um acidente grave, ante uma cirurgia ou na velhice –, tem-se a força divina da Unção dos Enfermos.
Não é um sacramento de despedida, mas de fortalecimento, em Deus, para encararmos os embates da vida (cf. Dom Estêvão Bettencourt, OSB. Curso de Liturgia. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, 1989, p. 39-40).
Essa vivência ardorosa da fé não faz do fiel católico um alienado. Ao contrário, ele busca impregnar o mundo com os valores do Evangelho. Mantem-se equilibrado nos bens da alma e do corpo, pois sabe construir a realidade temporal em vista da eternidade feliz.
Compreende, assim, o verdadeiro sentido da vida e busca vivê-lo santamente. Sabe – como Santa Teresa d’Ávila – que tudo (fama, riquezas, entes queridos etc.) passa; só Deus permanece. Daí em paz com Deus, consigo mesmo e com o próximo (ainda que este lhe seja hostil), é feliz e realizado. Por isso, não teme patologicamente a morte; sabe que ela é, apesar de dolorosa, a única passagem daqui para a visão de Deus face a face no céu (cf. 1Cor 13,12).
Que esta mensagem cale fundo em nossa mente e coração!
]]>