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Globalmente, o período de ativismo se estende por 16 dias, começando em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, até 10 de dezembro, data em que foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Para marcar o início dos 21 dias, a SP Mulher, em colaboração com o Sebrae-SP e o Procon-SP, realizará, em 21 de novembro, a partir das 16h, uma transmissão ao vivo. O evento visa orientar empresários e profissionais dos setores de gastronomia, lazer e entretenimento sobre o curso obrigatório do protocolo “Não se Cale”. Esse curso prepara os profissionais para identificar e enfrentar situações de risco para a mulher.
Outras atividades estão programadas para os meses de novembro e dezembro, incluindo ações de conscientização na capital de São Paulo e no interior do estado. Entre as ações estão blitz educativa em estabelecimentos com o Procon, o Fórum Itinerante da Mulher Paulista e a inauguração da Casa da Mulher Paulista em Barretos.
Confira a programação dos “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher no Brasil” (sujeita a alterações):
Programação: 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres
20/11 (segunda-feira – feriado) – Dia da Consciência Negra
21/11 (terça-feira)
22/11 (quarta-feira)
23/11 (quinta-feira)
24/11 (sexta-feira)
25/11 (sábado)
26/11 (domingo)
27/11 (segunda-feira)
28/11 (terça-feira)
29/11 (quarta-feira)
30/11 (quinta-feira)
A situação mostrada pelo portal Agência Brasil é ainda mais preocupante no interior do estado, com um crescimento de quase 45% nos índices. Desconsiderando os casos ocorridos na capital e na região metropolitana, foram contabilizadas 74 mulheres vítimas de feminicídio nas cidades do interior. No ano passado, esse número foi de 51 vítimas.
Marisa Sametsu, diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, analisa os dados com inquietação e levanta várias questões pertinentes. Uma das possíveis razões é que mais mulheres estão se posicionando contra relacionamentos abusivos, mas muitas encontram obstáculos em homens violentos e armados. Para Marisa, o aumento dos casos de feminicídio é um indicador de um profundo fracasso social.
Questionada sobre o assunto, a Secretaria de Segurança Pública respondeu por meio de nota, destacando que São Paulo possui a maior estrutura do país para combate à violência contra a mulher, incluindo 140 Delegacias de Defesa da Mulher. Além disso, enfatizou que os crimes podem ser registrados online, 24 horas por dia.
No entanto, Ivone Dias, representante da Marcha Mundial de Mulheres, critica a insuficiência dessa estrutura, ressaltando que muitas mulheres em várias cidades não têm onde buscar ajuda. Ela sugere a utilização mais efetiva dos recursos existentes para prevenir mais mortes.
Além do aumento nos casos de feminicídios, também é alarmante o crescimento de 7,5% nos registros de estupro em todo o estado. No primeiro semestre, foram documentados 1.362 casos desse tipo de crime.
]]>O estudo avaliou dados de sete estados brasileiros e aponta que, no ano passado, foram registrados 2.423 casos, sendo 495 deles terminaram em morte.
Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro são os mais preocupantes: concentram quase 60% do total de casos. Essa foi a terceira edição da pesquisa feita em sete estados: Bahia, Ceará, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Piauí, os dois últimos monitorados pela primeira vez.
O estado de São Paulo registrou 898 casos de violência, sendo um a cada 10 horas, enquanto o Rio de Janeiro teve uma alta de 45% de casos, com uma mulher vítima de violência a cada 17 horas. Além disso, os casos de violência sexual praticamente dobraram, passando de 39 para 75 no Rio de Janeiro.
A Bahia mostrou aumento de 58% de casos de violência, com ao menos um por dia, e lidera o feminicídio no Nordeste, com 91 ocorrências. O Maranhão é o segundo da região em casos de agressões e tentativas de feminicídio. Já Pernambuco lidera em violência contra a mulher e o Ceará deixou de liderar nos números de transfeminicídio, mas teve alta nos casos de violência sexual. O Piauí registrou 48 casos de feminicídio.
A maior parte dos registros nos estados que fazem parte do monitoramento tem como autor da violência companheiros e ex-companheiros das vítimas. São eles os responsáveis por 75% dos casos de feminicídio, tendo como principais motivações brigas e términos de relacionamento.
Denúncia
Para denunciar a violência doméstica é só ligar para o telefone do Disque-Denúncia, o 180. Ainda é possível acionar a Polícia Militar, pelo 190 ou até mesmo acionar a Guarda Municipal da sua cidade.
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